Qual é sua disposição de dar a cara a tapa?

Imagine a situação em que você faz parte de um grupo de trabalho, onde cada integrante é responsável pelo gerenciamento de suas próprias ações. Tudo no mais moderno estilo gestão horizontal, no qual os profissionais têm autonomia para tomar suas próprias decisões.

A vida segue tranquila. Todos têm cumprido prazos, o cliente está feliz com as entregas e as metas estão sendo alcançadas. Nada para impedir que os comunicados dos status das ações sigam o fluxo via relatórios online, troca de e-mails ou calls pontuais.

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Eis que, de repente, surge uma crise. E agora, de quem é a responsabilidade de manter o otimismo do time, mapear a situação, reorganizar as tarefas? Não basta apenas utilizar o poder de comunicação para acalmar o cliente. É preciso colocar a mão na massa e fortalecer esse laço com ele por meio de uma postura comprometida.

Por mais que as estruturas de trabalho se modernizem, todo grupo de trabalho precisa ser integrado por um profissional com perfil para nortear o time, falar por ele e reavaliar o rumo em momentos de alto estresse. Não estou referindo-me a porta-vozes e nem necessariamente a profissionais com cargo de chefia, mas sim àqueles que chamam a responsabilidade para si e partem em busca da melhor solução, com inteligência emocional, maturidade e habilidade para se comunicar com diferentes níveis hierárquicos, se for preciso.

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Só conhecemos um líder nato – independentemente do cargo que ocupe – em momentos de crise, e a ausência dele em situações adversas tende a criar um espiral negativo no grupo.

E na sua empresa, qual tem sido o desempenho das lideranças?

Colaboração: Fernando Mantovani – Diretor Geral da Robert Half

Mauricio A. de Paula

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Experiência: o que realmente conta para o empregador?

Certa vez ouvi um jovem argumentar: “estou há sete anos no mercado de trabalho e já passei por cinco empresas diferentes e, com isso, eu acumulei muita experiência em pouco tempo”. Eu só concordo com o discurso se as curtas passagens forem justificadas pelo envolvimento em projetos, com apresentação de resultados que comprovem o benefício da ação para a empresa, os negócios e a carreira do empregado. Caso contrário, tenho minhas dúvidas!

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Analise comigo. Você acha mesmo possível classificar como experiência em plantação um profissional que apenas abriu buracos na terra, jogou sementes e logo partiu para procurar emprego em outra região? Para ter um currículo mais rico e atraente aos olhos do futuro empregador, não seria importante que esse mesmo profissional tivesse na bagagem a experiência de avaliar se o solo é fértil, ver a semente germinar, entender a que tipos de adversidades esse processo está suscetível na região em questão e, então, ter capacidade para mapear ações corretivas e preventivas?

É desse tipo de experiência que as empresas falam e buscam. Se o profissional ficou menos de dois anos em uma empresa, muito provavelmente ele não teve tempo para concluir um ciclo de desenvolvimento. Isso inclui desempenhar as ações que lhe forem propostas de maneira satisfatória, entender a cultura da corporação e o modelo de trabalho de pares e gestores, mapear possibilidades de crescimento dentro da companhia e avaliar a afinidade com a área em questão, entre outros fatores. E, dentro desse cenário, fazer uma autoanálise sobre pontos fortes e de melhoria dentro de suas habilidades técnicas e comportamentais.

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Não estou dizendo aqui que você deva negar uma oferta de trabalho dos sonhos porque está há pouco tempo no atual emprego. Meu alerta é sobre a necessidade de planejamento para que as movimentações na carreira façam sentido para o seu momento pessoal e profissional, evitando insegurança no futuro empregador.

Como eu disse no começo, ao menos que você tenha um histórico de atuações em projetos, o acúmulo de curtos períodos em empregos anteriores tende a classificar seu currículo como frágil. Você não quer que o mercado te veja como um profissional com pouco comprometimento, concorda?

Robert Half – colaborador: Fernando Mantovani

Mauricio A. de Paula

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Tesouro Direto: por que a maioria está resgatando e o que você deveria fazer?

Segundo dados do Tesouro Nacional, desde agosto de 2017 os investidores têm mais resgatado do que aplicado em títulos na plataforma Tesouro Direto. Três razões explicam esse movimento dos investidores. Entretanto, o que parece ser algo ruim, na verdade é uma oportunidade que está sendo desperdiçada.

Conforme pode ser visto no gráfico abaixo, depois de 26 meses de aplicação líquida positiva na plataforma do Tesouro Direto (TD) ela deve apresentar seu décimo primeiro mês consecutivo de resgates agora em junho.

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Aplicação líquida em títulos públicos (compras – vendas) na plataforma Tesouro Direto (Fonte: Tesouro Nacional).

O movimento pessimista dos investidores pode ser explicado por três fatores: baixa rentabilidade da renda fixa, busca por aplicações mais agressivas e quebra de expectativa dos investidores.

A redução da taxa Selic realizada pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) iniciada em outubro de 2016 trouxe a remuneração da renda fixa brasileira para os níveis historicamente baixos. Esse movimento trouxe como consequência um rebalanceamento dos portfólios.

Os investimentos em renda fixa são usualmente mais conservadores. Entretanto, como no passado a remuneração era interessante, mesmo investidores com perfil moderado e agressivo concentravam suas aplicações em renda fixa. A queda nas taxas fez com que esses investidores procurassem alternativas mais agressivas como fundos multimercado, fundos de investimentos imobiliários e fundos de ações.

No entanto, os títulos que sofreram mais resgates do TD não foram os mais conservadores, mas os referenciados a IPCA e prefixados, que são aqueles que possuem maior volatilidade e podem resultar em perda de capital caso seja vendido antes do vencimento.

Nos dez meses terminados em maio de 2018, os resgates nesses dois tipos de títulos ultrapassaram em mais de R$ 4 bilhões o valor de compras nos mesmos. Enquanto nos dez meses anteriores, a captação líquida (compra-venda) somou mais de R$ 5 bilhões. Essa forte reversão é explicada pela quebra de expectativa de rentabilidade dos investidores.

Quem investiu nesses dois tipos de títulos (prefixado e referenciado a IPCA) em qualquer dia desde meados de 2015 e manteve o título até o final de 2016 obteve rentabilidades superiores ao retorno do título mais conservador (Tesouro Selic).

No gráfico abaixo, é possível ver que quem investiu no segundo semestre de 2015, teve retornos de até 20% acima da Selic até o início de 2017. Essa rentabilidade extraordinária atraiu muitos investidores.

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Retorno médio dos títulos públicos prefixados e referenciados a IPCA em excesso ao retorno da Selic. O gráfico mostra a rentabilidade média em excesso desses títulos para um investimento em qualquer dia desde meados de 2015 até 30/12/2016 (Fonte: Economatica)

Entretanto, essa expectativa de rentabilidade em excesso foi frustrada. O gráfico abaixo mostra que quem investiu nesses dois tipos de títulos em quase qualquer dia desde o início de 2017 e os manteve até o final de junho de 2018, na média, perdeu da remuneração da Selic. Apenas os títulos prefixados apresentaram melhor desempenho quando o investimento foi feito no primeiro semestre de 2017.

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Retorno médio dos títulos públicos prefixados e referenciados a IPCA em excesso ao retorno da Selic. O gráfico mostra a rentabilidade média em excesso desses títulos para um investimento em qualquer dia desde o final de 2016 até 29/06/2018 (Fonte: Economática).

Essa quebra de expectativa demonstra o desconhecimento daqueles que investiram nesse tipo de título. De fato, quando as taxas de juros de longo prazo sobem, como ocorreu nos meses de maio e junho de 2018, esses títulos apresentaram forte queda. Mas é justamente quando as taxas sobem que os títulos ficam mais interessantes para serem adquiridos.

Para aproveitar a oportunidade com as taxas de renda fixa mais elevadas, o investidor deve atentar para o vencimento dos títulos. De preferência, só adquira títulos com vencimento longo se puder mantê-los por todo o prazo, pois quanto maior a maturidade do título, maior sua volatilidade com os movimentos das taxas de juros.

Prefira os títulos referenciados a Selic se precisa dos recursos até dois anos. O Tesouro Prefixado com vencimento em 2021 é o ideal para investimentos até três anos. Para aplicações com horizonte mais longo, os títulos referenciados ao IPCA oferecem, além da proteção contra a perda do poder de compra, um ganho acima da inflação bastante interessante.

Como são investimentos para o longo prazo, recomenda-se não se deixar levar pela volatilidade de curto prazo. Se mantiver os títulos até o vencimento, vai obter a rentabilidade contratada.

Contribuição Site UOL-Finanças por Michael Viriato

Mauricio A. de Paula

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O Que é Resiliência Humana? (e Como Utilizá-la)

Pessoal, todos nós passamos por momento difíceis e ser resiliente não é uma das tarefa mais fáceis, principalmente se levarmos em consideração as emoções se se afloram durante períodos de baixa estima.

Abaixo recebo com muito prazer mais uma contribuição do Juan O’Keeffe que discute exatamente o tema resiliência….apreciem o texto que é sensacional!!!!

 

O Que é Resiliência Humana? (e Como Utilizá-la)

A vida de todos nós é cheia de dificuldades. Uma hora é a perda do emprego, outra hora roubaram o carro, noutra vez é o fim de um relacionamento. Esses são apenas alguns exemplos de experiências desafiadoras pelas quais passamos.

Todos nós somos testados constantemente. Viver envolve encarar desafios a todo momento. Em situações como essas, tem vezes que reagimos de forma extremamente emocional e resistindo à mudança. Ficamos presos àquele passado ruminando a respeito do ocorrido.

Outras vezes conseguimos nos recobrar rapidamente e seguir em frente. Estamos sendo resilientes justamente nessas horas que passamos por cima do ocorrido e encaramos a nova realidade não importa quão dura ela seja.

Resiliência é a capacidade de se adaptar em relação a situações adversas que se apresentam na vida. Agir com resiliência significa conseguir superar problemas, pressão, obstáculos, traumas, tragédias e outras fontes significativas de stress mantendo o equilíbrio psicológico e emocional.

A resiliência não é uma questão de mudar o fato ocorrido, mas sim de se posicionar frente a ele de tal forma que seja possível superá-lo. Adaptação é a palavra-chave.

Lembro que aprendi o que significa resiliência uma vez que estava trabalhando para uma empresa multinacional gerenciando um projeto que gostava muito. O produto que estávamos desenvolvendo era promissor, a metodologia de trabalho estava super alinhada com a forma como eu gostava de trabalhar, a equipe do projeto era super bacana e eu tinha um bom relacionamento com o cliente. Tava realmente curtindo.

Até que um dia o meu chefe na época chegou e disse: “Juan, temos um novo projeto desafiador que precisamos de você e quero que você assuma.”. Na hora tive uma conversa franca com ele apresentando todos os motivos pelos quais achava que eu devia continuar no projeto que estava. Não foi uma conversa fácil e ele também apresentou os argumentos dele fortemente em favor da minha mudança. Eu ainda tinha opção de continuar no projeto que estava mas em detrimento de outros fatores. Colocadas as cartas na mesa, me deu alguns dias para decidir o que eu gostaria de fazer.

Depois de calmamente considerar as opções optei por mudar e encarar o novo desafio que ele tinha me proposto. Deixei pra trás o projeto que gostava e encarei o novo com tudo. Passei por uma mudança completa de foco e por uma fase de adaptação.

Tempos depois na revisão anual de performance lembro muito bem que recebi dele um feedback super positivo sobre o meu desempenho no ano. Uma das coisas que me marcaram foi quando ele falou que um dos meus pontos fortes foi a minha resiliência citando esse episódio como exemplo. Foi aí que aprendi o significado de resiliência.

E não trata-se de ser uma pessoa resiliente. A resiliência, assim como outras virtudes, não é algo que temos ou não temos de maneira absoluta. Todos temos todas as virtudes. Só que às vezes conseguimos aplicá-las melhor que outras. Às vezes conseguimos ser mais resilientes e outras nem tanto.

Citei acima um exemplo de quando consegui ser resiliente. Mas posso pensar outros que me comportei completamente no lado oposto ficando incomodado por muito tempo com um fato que tinha ocorrido. No fim a conclusão é sempre a mesma. Resistir não resolve. Só serve para continuar se machucando. O quanto antes passar pra frente e encarar o novo capítulo da vida menos doloroso vai ser.

Não significa que ao aprender ser resiliente você está imune aos problemas. A dor emocional e tristeza é presente da mesma forma. Mesmo as pessoas mais resilientes são cheias de cicatrizes dos tropeços da vida. Os problemas estão lá da mesma forma como estão para todos. Não é uma questão de se escapar ileso. A diferença está na forma de encará-los e superá-los.

A resiliência está na capacidade que temos de lidar com mudanças e superar obstáculos sem deixar o stress resultar em perda do controle. Significa encontrar soluções para lidar com o problema. Alguém é resiliente quando transcende a dor encarando a dificuldade como passageira.

Um bom exemplo de resiliência que me vêm em mente agora é o do atleta Fernando Fernandes. Ex Big Brother e modelo internacional, Fernando sofreu um acidente de carro em que ficou paraplégico perdendo o movimento das pernas. Isso no auge da sua carreira quando estrelava comerciais ao lado de modelos famosas como Naomi Campbell e Claudia Schiffer.

Quando muitos se deixam levar pela depressão, o atleta deu a volta por cima, resignado e com muita força de vontade engoliu essa e não desistiu da vida. Se dedicou ao esporte e tornou-se campeão mundial de paracanoagem. Impressionante. Se adaptou a sua nova realidade e venceu.

Como ser resiliente

  • Em primeiro lugar, desenvolva sua capacidade de se adaptar a mudanças. Em vez de ficar criticando a situação e se mantendo nela, coloque a mente na nova realidade o mais rápido possível e faça o que tiver que fazer a partir daí.
  • Procurar ser flexível. Não achar que tudo tem que ser preto no branco e exatamente como você imaginou. Às vezes os ventos sopram o barco para fora do curso e é a sua capacidade de resiliência que vai fazer você puxar a vela para colocá-lo de novo na direção.
  • Exercite autocontrole. É importante fazer força para manter a serenidade em momentos de estresse e pressão. Perder o controle só piora a situação.
  • Encare a vida com positividade e otimismo. A vida é feita de ciclos. Aquele momento de stress não veio para ficar. Amanhã ou depois você estará bem. É importante lembrar disso.
  • Aprenda a utilizar as adversidades como uma fonte de força para se fortalecer. Se toda criança desistisse de andar de bicicleta depois de cair a primeira vez, ninguém saberia andar de bicicleta. Quando algo acontece fora dos planos foque em quais as lições pode tirar disso para que da próxima vez saiba como agir. Aprenda com as decepções encarando a adversidade como uma oportunidade de crescimento.
  • Aprenda a ser mais paciente. Geralmente as coisas não acontecem exatamente como você quer, na hora que quer.
  • Aceite quando algo mudar e toque em frente. Resistir exige grande esforço emocional e não muda um fato concretizado. Perceba que você deve construir o novo futuro considerando as coisas como são agora e não como eram antes.
  • Evite enxergar a adversidade como um problema insuperável. Você não pode mudar o evento que ocorreu, mas pode mudar como interpreta e responde a esses eventos.
  • Evite deixar que as suas emoções transformem o problema em algo maior do que ele realmente é.
  • Tome consciência de que as dificuldades fazem parte da vida e devemos aprender a aceitá-las. É condicionando-se dessa forma que você poderá aprender a tolerá-las.
  • Lembre dos motivos pelo qual você está lutando. Eles servem de motivação para vencer seus obstáculos.

Às vezes a vida nos leva a nocaute, mas como um bom boxeador, precisamos ficar de pé novamente e vencer a luta. Quanto mais preparado para lidar com os contratempos da vida você estiver, mais resiliente você se torna. Todos nós caímos na vida. E você, vai ficar no chão ou vai levantar?

Contribuição: Juan O’Keeffe (https://www.evolucaopessoal.com.br)

Mauricio A. de Paula

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Greve, Copa e incerteza política desaceleram a economia brasileira…

Brasília, 14 Jun 2018 (AFP) – A greve dos caminhoneiros em maio e a Copa do Mundo contribuíram para a desaceleração econômica na Brasil, e a perspectiva de uma melhoria se afasta faltando quatro meses para eleições marcadas pelas incertezas.

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Com a greve dos caminhoneiros, o Brasil teve “uma perda total e irrecuperável” de R$ 40 bilhões, disse à AFP Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

De acordo com a entidade, o governo deixou de arrecada R$ 5,8 bilhões devido ao movimento, que paralisou por mais de uma semana o país.
O governo estimou o impacto em 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB), considerando apenas a redução da produção.

Em 2017, o Brasil conseguiu sair da recessão, registrando crescimento de 1%.
Governo e mercado previam uma expansão de 3% para este ano, mas nos últimos meses essas expectativas despencaram. Agora, os economistas mais otimistas projetam crescimento de 2% do PIB.

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A greve provocou “uma redução da oferta, com a consequente alta de preços” e poderia repercutir nas exportações, embora ainda não se saiba se os efeitos serão de curto ou longo prazo”, disse Fernando de Holanda Barbosa Filho, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

– Desânimo -O efeito da Copa do Mundo na produtividade já tinha sido incorporado pelas empresas e governos, que nos dias com jogos da seleção vão liberar funcionários por algumas horas.

Embora o comércio relacionado à Copa costume gerar lucros, nesta edição as expectativas são singelas.
Diante da crise e de denúncias de corrupção, a torcida brasileira não se animou. Segundo uma pesquisa do Datafolha, o número de pessoas desinteressadas pela Copa aumentou de 42% para 53% em maio.

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Soma-se ao desânimo “a angústia da eleição”, disse Barbosa. Não se sabe “quem serão os candidatos e quais são suas chances”, acrescentou.
Nenhum dos favoritos no pleito se mostra comprometido com as medidas de ajuste fiscal reclamadas pelos mercados financeiros.

A dívida pública bruta brasileira aumentou de 52% do PIB no fim de 2014 para 75,9% em abril deste ano. Segundo o FMI, se não forem tomadas medidas para alterar essa trajetória, ela poderia alcançar 100% em meados da próxima década.

Criticado pelas concessões feitas aos caminhoneiros, o governo não demonstra grande força política para os próximos meses até o fim do mandato, em 1º de janeiro.
Temer “é um presidente fraco e incapacitado”, que sofre uma “enorme pressão da sociedade para reduzir os preços” dos combustíveis, afetados ainda pela desvalorização do real, disse Barbosa.

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A moeda brasileira se depreciou cerca de 12% em relação ao dólar neste ano.
“A transição para 2019 é extremamente preocupante, pois o novo governo não terá o apoio popular e político para efetuar as profundas reformas que o país tanto necessita”, afirmou Amaral, que ainda demonstrou otimismo: “apesar de tudo, a economia brasileira manterá o seu ritmo de recuperação”.

Fonte: UOL Economia 14/06.

Mauricio A. de Paula

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Do Your Customers Really Love You? Here Are 3 Ways to Find Out

What constitutes a good customer experience can feel subjective. But your customers have clear ways of letting you know how yours measures up.

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In your quest to consistently deliver remarkable customer experiences, an important question will often pop up: How do you know if something is remarkable?

Sure, you have your own internal standards of what “good” looks like within your company. Ultimately, however, your customers will have the final say as to whether or not a product, service, or experience is swoon-worthy.

As such, it’s good practice to get comfortable with experimenting and trying different approaches until you find the essential elements that wow your customers over and over again.

As you test different initiatives, look for one or more of the following signals from your customers that what you created for them was, indeed, remarkable:

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1. They tell you.

Last week, I was a guest lecturer for a course on diversity and inclusion at the University of Pennsylvania. Leading up to the session, I was super nervous about presenting my ideas in a new format.

During the question and answer section, students started telling me how much they’d enjoyed what was presented. They gushed about how many notes they had taken, and how they planned on using this new information when they left the classroom.

This unsolicited feedback about the experience I delivered was a clear signal to me that the information and the format were both a hit.

Some people won’t give you any feedback, no matter what you do. But there will be a group of others who will go out of their way to make sure you know the positive impact and impression what you delivered had on them.

What if you create something you think is great, but it’s met with the sound of crickets? That’s valuable feedback, too. Your handiwork hasn’t quite reached “remarkable” status yet.

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2. They spread the word.

We live in an age where people have no problem sharing. They especially share the things that move them.

Earlier this month, a lot of my friends were captivated by the Royal Wedding. They shared articles about it, what they thought about every detail of the wedding, photos of themselves getting up at the crack of dawn to watch, video clips of different elements of the wedding, and much more.

When your customers are delighted, they will voluntarily share it with others.

Whenever I encounter a business doing something remarkable, I can’t shut up about it. I post about it on social media, I’ll tell my crew in person, and I’ll often write about it. I’ll shout far and wide to let folks know, so they can get a dose of the goodness I experienced.

You know you’re onto something that resonates when you peruse social media, YouTube, and other channels and see your customers raving about you. If your business isn’t the kind that people talk about publicly, don’t fret: If you consistently get referrals from past clients, you’re on the right track.

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3. They come back for more.

Repeat business is the best signal that you’re doing extraordinary work. Your customers have an abundance of choice available to them, so if they forsake other options to come back for more of what you have to offer, you’ve left a positive impression. Double down on what you’re doing.

If you get a bunch of new customers only to never see them again, you have a leaky bucket. At least one element of your customer journey doesn’t give your customers a compelling enough reason to come back. No bueno.

Your goal should be to make your brand such an integral part of your customers’ lives that they hyperventilate a bit at the thought of not having you in their world. You can do that by delivering products, services, and experiences that are so remarkable that they induce at least one of the reactions noted above.

Start tinkering with elevating the moments and experiences your customers encounter throughout every area of their journey with you. In time, you’ll get the kind of feedback from them that will let you know when you’ve created something that is outstanding.

Source: Inc.com

Author Sonia Thompson

Mauricio A. de Paula

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