Tesouro Direto: por que a maioria está resgatando e o que você deveria fazer?

Segundo dados do Tesouro Nacional, desde agosto de 2017 os investidores têm mais resgatado do que aplicado em títulos na plataforma Tesouro Direto. Três razões explicam esse movimento dos investidores. Entretanto, o que parece ser algo ruim, na verdade é uma oportunidade que está sendo desperdiçada.

Conforme pode ser visto no gráfico abaixo, depois de 26 meses de aplicação líquida positiva na plataforma do Tesouro Direto (TD) ela deve apresentar seu décimo primeiro mês consecutivo de resgates agora em junho.

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Aplicação líquida em títulos públicos (compras – vendas) na plataforma Tesouro Direto (Fonte: Tesouro Nacional).

O movimento pessimista dos investidores pode ser explicado por três fatores: baixa rentabilidade da renda fixa, busca por aplicações mais agressivas e quebra de expectativa dos investidores.

A redução da taxa Selic realizada pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) iniciada em outubro de 2016 trouxe a remuneração da renda fixa brasileira para os níveis historicamente baixos. Esse movimento trouxe como consequência um rebalanceamento dos portfólios.

Os investimentos em renda fixa são usualmente mais conservadores. Entretanto, como no passado a remuneração era interessante, mesmo investidores com perfil moderado e agressivo concentravam suas aplicações em renda fixa. A queda nas taxas fez com que esses investidores procurassem alternativas mais agressivas como fundos multimercado, fundos de investimentos imobiliários e fundos de ações.

No entanto, os títulos que sofreram mais resgates do TD não foram os mais conservadores, mas os referenciados a IPCA e prefixados, que são aqueles que possuem maior volatilidade e podem resultar em perda de capital caso seja vendido antes do vencimento.

Nos dez meses terminados em maio de 2018, os resgates nesses dois tipos de títulos ultrapassaram em mais de R$ 4 bilhões o valor de compras nos mesmos. Enquanto nos dez meses anteriores, a captação líquida (compra-venda) somou mais de R$ 5 bilhões. Essa forte reversão é explicada pela quebra de expectativa de rentabilidade dos investidores.

Quem investiu nesses dois tipos de títulos (prefixado e referenciado a IPCA) em qualquer dia desde meados de 2015 e manteve o título até o final de 2016 obteve rentabilidades superiores ao retorno do título mais conservador (Tesouro Selic).

No gráfico abaixo, é possível ver que quem investiu no segundo semestre de 2015, teve retornos de até 20% acima da Selic até o início de 2017. Essa rentabilidade extraordinária atraiu muitos investidores.

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Retorno médio dos títulos públicos prefixados e referenciados a IPCA em excesso ao retorno da Selic. O gráfico mostra a rentabilidade média em excesso desses títulos para um investimento em qualquer dia desde meados de 2015 até 30/12/2016 (Fonte: Economatica)

Entretanto, essa expectativa de rentabilidade em excesso foi frustrada. O gráfico abaixo mostra que quem investiu nesses dois tipos de títulos em quase qualquer dia desde o início de 2017 e os manteve até o final de junho de 2018, na média, perdeu da remuneração da Selic. Apenas os títulos prefixados apresentaram melhor desempenho quando o investimento foi feito no primeiro semestre de 2017.

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Retorno médio dos títulos públicos prefixados e referenciados a IPCA em excesso ao retorno da Selic. O gráfico mostra a rentabilidade média em excesso desses títulos para um investimento em qualquer dia desde o final de 2016 até 29/06/2018 (Fonte: Economática).

Essa quebra de expectativa demonstra o desconhecimento daqueles que investiram nesse tipo de título. De fato, quando as taxas de juros de longo prazo sobem, como ocorreu nos meses de maio e junho de 2018, esses títulos apresentaram forte queda. Mas é justamente quando as taxas sobem que os títulos ficam mais interessantes para serem adquiridos.

Para aproveitar a oportunidade com as taxas de renda fixa mais elevadas, o investidor deve atentar para o vencimento dos títulos. De preferência, só adquira títulos com vencimento longo se puder mantê-los por todo o prazo, pois quanto maior a maturidade do título, maior sua volatilidade com os movimentos das taxas de juros.

Prefira os títulos referenciados a Selic se precisa dos recursos até dois anos. O Tesouro Prefixado com vencimento em 2021 é o ideal para investimentos até três anos. Para aplicações com horizonte mais longo, os títulos referenciados ao IPCA oferecem, além da proteção contra a perda do poder de compra, um ganho acima da inflação bastante interessante.

Como são investimentos para o longo prazo, recomenda-se não se deixar levar pela volatilidade de curto prazo. Se mantiver os títulos até o vencimento, vai obter a rentabilidade contratada.

Contribuição Site UOL-Finanças por Michael Viriato

Mauricio A. de Paula

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O Que é Resiliência Humana? (e Como Utilizá-la)

Pessoal, todos nós passamos por momento difíceis e ser resiliente não é uma das tarefa mais fáceis, principalmente se levarmos em consideração as emoções se se afloram durante períodos de baixa estima.

Abaixo recebo com muito prazer mais uma contribuição do Juan O’Keeffe que discute exatamente o tema resiliência….apreciem o texto que é sensacional!!!!

 

O Que é Resiliência Humana? (e Como Utilizá-la)

A vida de todos nós é cheia de dificuldades. Uma hora é a perda do emprego, outra hora roubaram o carro, noutra vez é o fim de um relacionamento. Esses são apenas alguns exemplos de experiências desafiadoras pelas quais passamos.

Todos nós somos testados constantemente. Viver envolve encarar desafios a todo momento. Em situações como essas, tem vezes que reagimos de forma extremamente emocional e resistindo à mudança. Ficamos presos àquele passado ruminando a respeito do ocorrido.

Outras vezes conseguimos nos recobrar rapidamente e seguir em frente. Estamos sendo resilientes justamente nessas horas que passamos por cima do ocorrido e encaramos a nova realidade não importa quão dura ela seja.

Resiliência é a capacidade de se adaptar em relação a situações adversas que se apresentam na vida. Agir com resiliência significa conseguir superar problemas, pressão, obstáculos, traumas, tragédias e outras fontes significativas de stress mantendo o equilíbrio psicológico e emocional.

A resiliência não é uma questão de mudar o fato ocorrido, mas sim de se posicionar frente a ele de tal forma que seja possível superá-lo. Adaptação é a palavra-chave.

Lembro que aprendi o que significa resiliência uma vez que estava trabalhando para uma empresa multinacional gerenciando um projeto que gostava muito. O produto que estávamos desenvolvendo era promissor, a metodologia de trabalho estava super alinhada com a forma como eu gostava de trabalhar, a equipe do projeto era super bacana e eu tinha um bom relacionamento com o cliente. Tava realmente curtindo.

Até que um dia o meu chefe na época chegou e disse: “Juan, temos um novo projeto desafiador que precisamos de você e quero que você assuma.”. Na hora tive uma conversa franca com ele apresentando todos os motivos pelos quais achava que eu devia continuar no projeto que estava. Não foi uma conversa fácil e ele também apresentou os argumentos dele fortemente em favor da minha mudança. Eu ainda tinha opção de continuar no projeto que estava mas em detrimento de outros fatores. Colocadas as cartas na mesa, me deu alguns dias para decidir o que eu gostaria de fazer.

Depois de calmamente considerar as opções optei por mudar e encarar o novo desafio que ele tinha me proposto. Deixei pra trás o projeto que gostava e encarei o novo com tudo. Passei por uma mudança completa de foco e por uma fase de adaptação.

Tempos depois na revisão anual de performance lembro muito bem que recebi dele um feedback super positivo sobre o meu desempenho no ano. Uma das coisas que me marcaram foi quando ele falou que um dos meus pontos fortes foi a minha resiliência citando esse episódio como exemplo. Foi aí que aprendi o significado de resiliência.

E não trata-se de ser uma pessoa resiliente. A resiliência, assim como outras virtudes, não é algo que temos ou não temos de maneira absoluta. Todos temos todas as virtudes. Só que às vezes conseguimos aplicá-las melhor que outras. Às vezes conseguimos ser mais resilientes e outras nem tanto.

Citei acima um exemplo de quando consegui ser resiliente. Mas posso pensar outros que me comportei completamente no lado oposto ficando incomodado por muito tempo com um fato que tinha ocorrido. No fim a conclusão é sempre a mesma. Resistir não resolve. Só serve para continuar se machucando. O quanto antes passar pra frente e encarar o novo capítulo da vida menos doloroso vai ser.

Não significa que ao aprender ser resiliente você está imune aos problemas. A dor emocional e tristeza é presente da mesma forma. Mesmo as pessoas mais resilientes são cheias de cicatrizes dos tropeços da vida. Os problemas estão lá da mesma forma como estão para todos. Não é uma questão de se escapar ileso. A diferença está na forma de encará-los e superá-los.

A resiliência está na capacidade que temos de lidar com mudanças e superar obstáculos sem deixar o stress resultar em perda do controle. Significa encontrar soluções para lidar com o problema. Alguém é resiliente quando transcende a dor encarando a dificuldade como passageira.

Um bom exemplo de resiliência que me vêm em mente agora é o do atleta Fernando Fernandes. Ex Big Brother e modelo internacional, Fernando sofreu um acidente de carro em que ficou paraplégico perdendo o movimento das pernas. Isso no auge da sua carreira quando estrelava comerciais ao lado de modelos famosas como Naomi Campbell e Claudia Schiffer.

Quando muitos se deixam levar pela depressão, o atleta deu a volta por cima, resignado e com muita força de vontade engoliu essa e não desistiu da vida. Se dedicou ao esporte e tornou-se campeão mundial de paracanoagem. Impressionante. Se adaptou a sua nova realidade e venceu.

Como ser resiliente

  • Em primeiro lugar, desenvolva sua capacidade de se adaptar a mudanças. Em vez de ficar criticando a situação e se mantendo nela, coloque a mente na nova realidade o mais rápido possível e faça o que tiver que fazer a partir daí.
  • Procurar ser flexível. Não achar que tudo tem que ser preto no branco e exatamente como você imaginou. Às vezes os ventos sopram o barco para fora do curso e é a sua capacidade de resiliência que vai fazer você puxar a vela para colocá-lo de novo na direção.
  • Exercite autocontrole. É importante fazer força para manter a serenidade em momentos de estresse e pressão. Perder o controle só piora a situação.
  • Encare a vida com positividade e otimismo. A vida é feita de ciclos. Aquele momento de stress não veio para ficar. Amanhã ou depois você estará bem. É importante lembrar disso.
  • Aprenda a utilizar as adversidades como uma fonte de força para se fortalecer. Se toda criança desistisse de andar de bicicleta depois de cair a primeira vez, ninguém saberia andar de bicicleta. Quando algo acontece fora dos planos foque em quais as lições pode tirar disso para que da próxima vez saiba como agir. Aprenda com as decepções encarando a adversidade como uma oportunidade de crescimento.
  • Aprenda a ser mais paciente. Geralmente as coisas não acontecem exatamente como você quer, na hora que quer.
  • Aceite quando algo mudar e toque em frente. Resistir exige grande esforço emocional e não muda um fato concretizado. Perceba que você deve construir o novo futuro considerando as coisas como são agora e não como eram antes.
  • Evite enxergar a adversidade como um problema insuperável. Você não pode mudar o evento que ocorreu, mas pode mudar como interpreta e responde a esses eventos.
  • Evite deixar que as suas emoções transformem o problema em algo maior do que ele realmente é.
  • Tome consciência de que as dificuldades fazem parte da vida e devemos aprender a aceitá-las. É condicionando-se dessa forma que você poderá aprender a tolerá-las.
  • Lembre dos motivos pelo qual você está lutando. Eles servem de motivação para vencer seus obstáculos.

Às vezes a vida nos leva a nocaute, mas como um bom boxeador, precisamos ficar de pé novamente e vencer a luta. Quanto mais preparado para lidar com os contratempos da vida você estiver, mais resiliente você se torna. Todos nós caímos na vida. E você, vai ficar no chão ou vai levantar?

Contribuição: Juan O’Keeffe (https://www.evolucaopessoal.com.br)

Mauricio A. de Paula

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Greve, Copa e incerteza política desaceleram a economia brasileira…

Brasília, 14 Jun 2018 (AFP) – A greve dos caminhoneiros em maio e a Copa do Mundo contribuíram para a desaceleração econômica na Brasil, e a perspectiva de uma melhoria se afasta faltando quatro meses para eleições marcadas pelas incertezas.

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Com a greve dos caminhoneiros, o Brasil teve “uma perda total e irrecuperável” de R$ 40 bilhões, disse à AFP Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

De acordo com a entidade, o governo deixou de arrecada R$ 5,8 bilhões devido ao movimento, que paralisou por mais de uma semana o país.
O governo estimou o impacto em 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB), considerando apenas a redução da produção.

Em 2017, o Brasil conseguiu sair da recessão, registrando crescimento de 1%.
Governo e mercado previam uma expansão de 3% para este ano, mas nos últimos meses essas expectativas despencaram. Agora, os economistas mais otimistas projetam crescimento de 2% do PIB.

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A greve provocou “uma redução da oferta, com a consequente alta de preços” e poderia repercutir nas exportações, embora ainda não se saiba se os efeitos serão de curto ou longo prazo”, disse Fernando de Holanda Barbosa Filho, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

– Desânimo -O efeito da Copa do Mundo na produtividade já tinha sido incorporado pelas empresas e governos, que nos dias com jogos da seleção vão liberar funcionários por algumas horas.

Embora o comércio relacionado à Copa costume gerar lucros, nesta edição as expectativas são singelas.
Diante da crise e de denúncias de corrupção, a torcida brasileira não se animou. Segundo uma pesquisa do Datafolha, o número de pessoas desinteressadas pela Copa aumentou de 42% para 53% em maio.

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Soma-se ao desânimo “a angústia da eleição”, disse Barbosa. Não se sabe “quem serão os candidatos e quais são suas chances”, acrescentou.
Nenhum dos favoritos no pleito se mostra comprometido com as medidas de ajuste fiscal reclamadas pelos mercados financeiros.

A dívida pública bruta brasileira aumentou de 52% do PIB no fim de 2014 para 75,9% em abril deste ano. Segundo o FMI, se não forem tomadas medidas para alterar essa trajetória, ela poderia alcançar 100% em meados da próxima década.

Criticado pelas concessões feitas aos caminhoneiros, o governo não demonstra grande força política para os próximos meses até o fim do mandato, em 1º de janeiro.
Temer “é um presidente fraco e incapacitado”, que sofre uma “enorme pressão da sociedade para reduzir os preços” dos combustíveis, afetados ainda pela desvalorização do real, disse Barbosa.

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A moeda brasileira se depreciou cerca de 12% em relação ao dólar neste ano.
“A transição para 2019 é extremamente preocupante, pois o novo governo não terá o apoio popular e político para efetuar as profundas reformas que o país tanto necessita”, afirmou Amaral, que ainda demonstrou otimismo: “apesar de tudo, a economia brasileira manterá o seu ritmo de recuperação”.

Fonte: UOL Economia 14/06.

Mauricio A. de Paula

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Do Your Customers Really Love You? Here Are 3 Ways to Find Out

What constitutes a good customer experience can feel subjective. But your customers have clear ways of letting you know how yours measures up.

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In your quest to consistently deliver remarkable customer experiences, an important question will often pop up: How do you know if something is remarkable?

Sure, you have your own internal standards of what “good” looks like within your company. Ultimately, however, your customers will have the final say as to whether or not a product, service, or experience is swoon-worthy.

As such, it’s good practice to get comfortable with experimenting and trying different approaches until you find the essential elements that wow your customers over and over again.

As you test different initiatives, look for one or more of the following signals from your customers that what you created for them was, indeed, remarkable:

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1. They tell you.

Last week, I was a guest lecturer for a course on diversity and inclusion at the University of Pennsylvania. Leading up to the session, I was super nervous about presenting my ideas in a new format.

During the question and answer section, students started telling me how much they’d enjoyed what was presented. They gushed about how many notes they had taken, and how they planned on using this new information when they left the classroom.

This unsolicited feedback about the experience I delivered was a clear signal to me that the information and the format were both a hit.

Some people won’t give you any feedback, no matter what you do. But there will be a group of others who will go out of their way to make sure you know the positive impact and impression what you delivered had on them.

What if you create something you think is great, but it’s met with the sound of crickets? That’s valuable feedback, too. Your handiwork hasn’t quite reached “remarkable” status yet.

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2. They spread the word.

We live in an age where people have no problem sharing. They especially share the things that move them.

Earlier this month, a lot of my friends were captivated by the Royal Wedding. They shared articles about it, what they thought about every detail of the wedding, photos of themselves getting up at the crack of dawn to watch, video clips of different elements of the wedding, and much more.

When your customers are delighted, they will voluntarily share it with others.

Whenever I encounter a business doing something remarkable, I can’t shut up about it. I post about it on social media, I’ll tell my crew in person, and I’ll often write about it. I’ll shout far and wide to let folks know, so they can get a dose of the goodness I experienced.

You know you’re onto something that resonates when you peruse social media, YouTube, and other channels and see your customers raving about you. If your business isn’t the kind that people talk about publicly, don’t fret: If you consistently get referrals from past clients, you’re on the right track.

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3. They come back for more.

Repeat business is the best signal that you’re doing extraordinary work. Your customers have an abundance of choice available to them, so if they forsake other options to come back for more of what you have to offer, you’ve left a positive impression. Double down on what you’re doing.

If you get a bunch of new customers only to never see them again, you have a leaky bucket. At least one element of your customer journey doesn’t give your customers a compelling enough reason to come back. No bueno.

Your goal should be to make your brand such an integral part of your customers’ lives that they hyperventilate a bit at the thought of not having you in their world. You can do that by delivering products, services, and experiences that are so remarkable that they induce at least one of the reactions noted above.

Start tinkering with elevating the moments and experiences your customers encounter throughout every area of their journey with you. In time, you’ll get the kind of feedback from them that will let you know when you’ve created something that is outstanding.

Source: Inc.com

Author Sonia Thompson

Mauricio A. de Paula

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6 Brilliant Questions You Should Ask Before Accepting That Job Offer

Are you really sure that company or boss is the right one for you? Ask these questions to be absolutely sure.

A typical interview cycle can sometimes last up to several weeks. A recruiter screens you, followed by an interrogation-style panel interview a week or two later; background checks, “ride-alongs” and lunches with prospective co-workers follows; and personality and career assessments are used for good measure to further screen you out and test your patience level.

Sound familiar? Adding insult to injury, another two weeks go by before you hear a word from your recruiter. And then it happens, unexpectedly: You get the job offer.

Before accepting, what should be coming across your mind are two very important questions: Am I the right fit for this company? and Is this company the right fit for me?

But most job candidates aren’t equipped to ascertain this during the final stages of an interview process; they just don’t know what questions to ask because they’re mostly playing on the defensive end: They dress well, sell themselves on skills and expertise, overcome objections, follow up with thank-you emails, and hope to survive and make the next round.

So, when the offer comes, what if you went on the offense and struck back with some mind-blowing questions that would reveal whether this is truly the right company, or the right boss, for you long-term?

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Here are six questions to never forget asking from this point forward.

  1. “What qualities will I need in this role to be successful in your company culture?”

A company culture may be defined by different buzz words like “mission-driven,” or “entrepreneurial.” But what does that mean exactly for your role, say, if you’re a clerk in HR? What does “mission driven” mean to your role? By asking point-blank about the qualities needed for success in your role, rather than accepting the company-line, you turn the tables on the interviewer and force him or her to give you specific, job-related information applicable to your every-day role within that culture.

  1. “Why do people choose to stay at this company?”

While you may be salivating at the job duties and responsibilities, so many people make the wrong employer choice by not drilling down on the culture. This question should always be asked to get to the bottom line of what defines your future company’s culture. Interviewers, HR people, and future bosses on the receiving end of that question will proudly and quickly share stories of happy and engaged employees and highlight things like organizational values demonstrated daily (and not just as buzz words on a plaque on the wall), strong leadership that puts people first, low turnover for their industry, great perks and benefits, and healthy collaboration among teams.

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  1. “Once I start, what are the three most important things you’d like me to get done in the first six months?”

Two reasons for asking this question: 1) You want to make sure that the position you’re applying for has a real problem to solve, and a legitimate pain point the company is hoping to alleviate with the right hire. 2) The more you know about the hiring manager’s expectations and metrics for success, the easier it will be for you to gauge whether your manager has the capacity to set clear goals and expectations for your role the first six or twelve months on the job.

  1. “Where will this role potentially lead me to down the road?”

What you’ll want to listen for here is “mailroom-to-C-Suite” type of success stories that demonstrate promotability and succession planning. Companies with strong leaders will create paths and opportunities for their top performers to develop their skills and keep them engaged. Can you move around in the company, or will you be stuck at your position for years?

  1. “What will happen to my job when business is going through slow cycles, or if there’s a recession?”

An obvious red flag is hearing about people losing or potentially losing their job when things go south. If you’re accepting a job offer from a people-centered work culture defined by its servant leadership, they’ll typically do their best not to restructure or lay off employees when faced with a downturn in the economy or a slow business cycle. One great example I recall from 2009 comes from St. Louis-based manufacturer Barry-Wehmiller. They implemented four-week unpaid furloughs for 7,000 employees instead of layoffs during the height of the recession in 2009. Far better for all to “suffer a little than any of us should have to suffer a lot,” said longtime CEO Bob Chapman. That choice saved the company $20 million, and ultimately increased morale.

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  1. “Can you share an example where you demonstrated good leadership skills?”

This is a question reserved for your potential future boss. Studies indicate that 50 percent of workers quit because of their immediate managers. Here’s what to listen for when asking this question: Stories about whether your potential boss leads from the trenches and sees herself as “one of us.” Use your emotional intelligence to sense whether there’s a superiority complex or sense of self-entitlement in the air. You always want to formulate questions that will trigger positive and uplifting stories about how a potential boss will grow you, listen to your ideas, and craft a job for you that has purpose and meaning.

Source: Inc.com – by Marcel Schwantes

Mauricio A. de Paula

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Liderança de equipe: 15 pontos-chave para ser um bom líder

A liderança de equipe, sobretudo no mundo profissional, é uma das habilidades cuja valorização mais tem crescido. Parece lógico que qualquer organização que queira sobreviver à concorrência coloque em cargos de responsabilidade aquelas pessoas com aptidões e atitude para liderar equipes.

Se voltarmos alguns anos (não é necessário que sejam muitos) veremos que o que prevalecia era a imagem do chefe duro e exigente; atualmente esse perfil tem mudado de maneira radical em muitas empresas. Então, o que os departamentos de recursos humanos buscam em uma pessoa para considerá-la um líder potencial? Continue lendo e descubra!

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A liderança de equipe na formação do grupo de trabalho

Um primeiro ponto-chave na liderança de equipe é a tarefa de formar o grupo de trabalho. Na hora de selecionar os membros que vão compor o grupo, um bom líder deve ser capaz de considerar tanto as competências dos funcionários quanto os objetivos a alcançar.

Para isso, terá que levar em consideração se os escolhidos têm os conhecimentos  e informações necessários para cumprir as tarefas que lhes forem atribuídas, assim como prever se poderão cooperar de forma confiável. Uma vez que o líder tenha decidido quem vai fazer parte da sua equipe, terá que concentrar-se no segundo ponto-chave: definir a missão.

Nesse momento vai ser fundamental que os membros do grupo entendam perfeitamente qual é a tarefa que devem desempenhar, além de saber claramente o que se espera do seu desempenho. Esse último constitui exatamente o terceiro ponto-chave na liderança de equipes: estabelecer as expectativas e metas, tanto para o grupo como um todo quanto para cada um dos indivíduos que o formam.

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A importância de preparar o grupo de trabalho

Uma vez que o que foi dito anteriormente esteja claro, é preciso levar em consideração o quarto ponto-chave: estruturar e planejar o trabalho. Ou seja, o líder vai ter que esclarecer tanto os métodos de trabalho quanto os papéis de cada um dos membros da equipe, assim como os tempos estabelecidos para alcançar os objetivos.

Depois disso será o momento de enfatizar o quinto ponto: formar e desenvolver os membros da equipe de trabalho. Um bom líder deve levar em consideração os recursos de formação da empresa e estimular o seu uso entre os colaboradores, assim como agir como mentor de todos.

Um sexto ponto-chave na liderança de equipes é que o líder deve promover o sentido de grupo, identificando os conflitos e os diferentes eventos importantes para a equipe. Além disso, é importante que no planejamento sejam incluídas revisões periódicas para analisar se os objetivos e expectativas estão sendo alcançados. Ou seja, é preciso ir monitorando a equipe, o que constitui o sétimo ponto-chave.

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A liderança de equipe quando a tarefa começa a ser executada

À medida que se faz o monitoramento, é preciso dar feedback da informação relacionada ao desempenho. Esse seria o oitavo ponto-chave na liderança de equipe: dar feedback. Também é importante que o líder gerencie as relações do grupo de trabalho com o resto da empresa. Essa gestão das fronteiras seria o nono ponto-chave.

O décimo ponto-chave é a capacidade do líder para desafiar e motivar a equipe. Também é preciso participar e intervir nas coisas que o grupo deve realizar. Ou seja, a décima primeira chave da liderança de equipes seria desempenhar as tarefas. Nessa linha, encontramos a décima segunda chave: ser capaz de prover a equipe de informações e recursos (materiais, pessoais e financeiros).

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O líder, além disso, deve estimular o trabalho autônomo da equipe motivando os membros a resolverem por si mesmos os problemas que possam surgir no desempenho da tarefa. Essa forma de estimular a autogestão é o décimo terceiro ponto-chave.

Para que isso seja possível, é indispensável que o líder lide com os assuntos interpessoais que podem influenciar o desempenho da equipe. Em outras palavras: é preciso apoiar o bom clima social, o que seria o décimo quarto ponto-chave. Para terminar, não podemos esquecer o último ponto-chave: a capacidade do líder de detectar problemas da equipe e colocar em andamento soluções efetivas.

Fonte: Site a Mente é Maravilhosa

Mauricio A. de Paula

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OS FILHOS DO QUARTO!

Pessoal bom dia!!!

Recebi o texto abaixo de um amigo como sugestão para que divulgasse em meu blog, li o texto e achei muito interessante compartilha-lo, pois, creio que esta é uma situação vivida por muitos pais nos dias de hoje….esperem que gostem

O texto foi escrito por Cassiana Tardivo – Psicopedagoga

 

Antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje temos perdido eles dentro do quarto!

Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes. Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrônicos em suas mãos.

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Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança.

Quanta imaturidade a nossa. Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é…

Perdem literalmente a vida, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de modismos passageiros, que em nada contribuem para formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares.

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Dentro de seus quartos perdemos os filhos pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar…Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles têm sido influenciados e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.

Você hoje pode ler esse texto e amar, mandar para os amigos. Pode enxergar nele verdades e refletir.

Tudo isso será excelente. Mas como Psicopedagoga tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, então faço você um convite e, por favor aceite!

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Convido você a tirar seu filho do quarto, do tablet, do celular, do computador, do fone de ouvido, convido você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por no mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana a noite (além do sábado e domingo).

 

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Jogue, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, “dando trabalho” e que eles aprendam a viver em família, se sintam pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal !”

Autora do texto: Cassiana Tardivo – Psicopedagoga

Mauricio A. de Paula

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6 coisas que você deve manter em segredo, segundo os orientais

Ensinamentos e sabedorias que ajudam a equilibrar melhor sua vida

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Autoconhecimento é encontrar um sentido para a vida e aproximar-se de alguma forma das sabedorias e cultura do antigo Oriente, do Japão, da Índia ou até mesmo da China.

Esses povos possuíam grandes sábios e conservam até hoje a essência da espiritualidade e da serenidade interior, deixando muitos ensinamentos que nos mantém atualizados até os dias de hoje.

Nossa dica especial de hoje, compartilha com você alguns desses ensinamentos e sabedorias que podem ajudar você a equilibrar melhor sua vida e tudo que está ligado a ela.

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  1. Mantenha seus planos em segredo

Evite interferências negativas. Conversar sobre seus projetos pode resultar em frustrações. Mantenha tudo em segredo e comemore sua conquista apenas com aqueles que você ama;

  1. Não revele suas limitações

Não revele dores, cansaço, nem mesmo suas dificuldades. Aprenda a conviver com suas limitações e não reclame delas;

  1. Mantenha seus bons atos em segredo

Fazer o bem a outras pessoas é algo pessoal, que não precisa ser divulgado por aí a fora. Controle seu ego e evite ser visto como arrogante;

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  1. Tenha coragem mas não se vanglorie dela

Não se gabe por suas atitudes ou coragem. O reconhecimento não se impõe, ele se conquista;

  1. Não fale mal das pessoas

Não atraia energias negativas para si mesmo. Siga sua vida, preocupe-se com seus objetivos, sua felicidade. Não desperdice seu tempo com aquilo que não lhe interessa;

  1. Preserve sua vida pessoal

Expor e falar mais do que deve nos coloca vulneráveis. Proteja-se!

 

Mauricio A. de Paula

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6 Perguntas que todo Headhunter faz

Pessoal, recebi um artigo da Robert Half  (Uma das maiores empresas de Recrutamento e Seleção do Mundo) bastante interessante e gostaria de compartir com todos……acho que pode contribuir muito com aquelas pessoas que participam de processos de seleção nas empresas.

Abaixo as dicas da Headhunter Marcela Esteves da Robert Half.

Preparar-se para uma entrevista de emprego é fundamental, caso você queira causar uma boa impressão ao headhunter. Só que nem todo mundo faz a lição de casa e muita gente acaba se atrapalhando na hora de dar boas respostas. “São sempre as mesmas perguntas que causam desconforto aos candidatos”, afirma Marcela Esteves, headhunter na Robert Half. “E isso acontece porque o profissional não pensa nas perguntas com antecedência e não estrutura as respostas de forma objetiva.” Não quer falhar na próxima entrevista de emprego?

Então, veja aqui quais são as perguntas que causam mais saia justa nos candidatos.

Por que você saiu da empresa em que trabalhava?

Marcela diz que muitos candidatos acabam não apresentando de forma clara e objetiva as razões pelas quais deixaram o último emprego. “Muitos se sentem desconfortáveis em dizer que foram demitidos e acabam inventando uma história”, diz a headhunter. Só que um consultor de recrutamento mais experiente vai aprofundar as perguntas e descobrir a mentirinha – o que certamente vai lhe prejudicar no processo de seleção. “Ser demitido não é demérito para ninguém, acontece. O melhor é dizer a verdade e explicar as razões para a sua saída, se foi por um corte de custos ou porque a empresa queria um profissional mais barato naquele momento”, afirma Marcela.

Por que você quer trocar de emprego?

Quer saber outra saia justa? Quando o headhunter pergunta ao candidato, ainda empregado, por que ele quer sair da atual empresa. Aqui, a resposta é semelhante à da questão anterior. Pense com antecedência no que você irá responder e estruture algo objetivo para falar ao recrutador. “Não vá expor o atual empregador, falando mal de diversos aspectos. Mas não há problema algum em dizer que você não se adaptou à cultura da empresa – e especificar algum ponto em relação a isso – ou ainda justificar sua saída pela vontade de crescer na carreira”, afirma Marcela.

Podemos conversar em inglês?

É nessa hora que aquele “inglês fluente” do currículo escapa e não sobra uma palavrinha na memória para um bate-papo rápido com o headhunter. “Não adianta informar que você é fluente em um idioma quando, na verdade, você tem um nível intermediário”, diz Marcela. Isso só cria expectativas no entrevistador e, para o candidato, a mentirinha acaba fechando portas. Quem vai querer contratar alguém que não é transparente já na entrevista de emprego?

Quais são seus pontos fracos?

Marcela diz que muitos candidatos rapidamente respondem que não têm pontos fracos. “Isso é sinal de que a pessoa não está correndo atrás para melhorar suas competências profissionais”, diz a headhunter. A verdade é que ninguém deve se achar 100%, sempre há algo em que se aperfeiçoar.

Qual é a sua pretensão salarial?

“Isso vem mudando, mas ainda hoje muitas pessoas se sentem desconfortáveis ao falar de salário”, afirma Marcela. Só que é importante ir para uma entrevista de emprego com um número em mente. A headhunter dá a dica: “se o salário não é um motivador para você, ok, mas diga a partir de quantos reais uma oportunidade pode lhe interessar. Isso ajudará o recrutador a saber quais ofertas de emprego pode lhe passar.”

Você tem experiência com gestão de pessoas?

Quando um profissional está se candidatando a um cargo que envolve gestão de equipe, quer impressionar e acaba respondendo sim a esta pergunta. Só que, de novo, se isso não for verdade, o headhunter vai perceber quando aprofundar o questionário. “A pessoa acaba mencionando situações em que trabalhou com colegas e até exerceu alguma função de liderança em um projeto específico, mas sempre percebemos a mentira quando entramos no detalhe”, afirma Marcela. “Por isso, para qualquer resposta, se prepare e estruture um discurso transparente, verdadeiro e coerente”, finaliza.

Espero que as dicas acima possa contribuir com todos os leitores….boa sorte a todos!!!

Texto original da Robert Half publicado em 05/04/2018.

Mauricio A. de Paula

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O Poder do Persuasão como ferramenta Pessoal

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A pessoa que deseja ser persuasiva e convincente precisa compreender que esta habilidade deve ser usada para o bem coletivo, seja na empresa, na comunidade, nas amizades, nos grupos de estudo ou em qualquer situação que a vida lhe convidar

Ser persuasivo nos dias atuais é uma das formas de se projetar positivamente na carreira e alcançar o tão almejado sucesso nas empresas ou nos empreendimentos próprios. Mas, qual é o segredo da persuasão? Autoestima, conhecimento, marketing pessoal, entusiasmo, boa comunicação, inspiração e capacidade de apresentar ideias didaticamente organizadas são ferramentas importantíssimas, mas, os elementos fundamentais da persuasão são a coerência e a verdade.

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Para que você possa vender uma ideia ou convencer pessoas a aderirem a determinado projeto, caminho ou causa, você precisa estabelecer um laço de confiança cujo alicerce é a conformidade entre o que você diz e a verdade do que aquilo representa de forma absolutamente transparente. Em outras palavras, você precisa comprar aquilo que você vende. Você precisa crer absolutamente que aquela é a melhor opção antes de tentar convencer a outros de que seja. Se você mesmo não consegue se convencer de que aquilo é uma boa ideia ou a solução mais adequada para aquele contexto como você conseguirá convencer outros de que é de fato a melhor opção?

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E aí vem a questão: como posso primeiro me convencer de que algo é realmente bom antes de expor isso a outros? Trazendo aquela possibilidade para níveis pessoais, vivenciando, experimentando ou, no mínimo, se projetando diante daquela ideia como se ela já estivesse aplicada. Aqui cabe um exercício de sensibilidade. Pessoas persuasivas geralmente são sensíveis e capazes de perceber detalhes que a maioria ignora. Elas adquiriram ou aperfeiçoaram a mais importante ferramenta da persuasão, a capacidade de se colocar no lugar dos outros. Porque a persuasão não é uma simples habilidade de convencer pessoas a fazerem o que você acha que elas devem querer, mas, sim, despertar nelas o desejo de aderir àquela ideia por vontade própria. Provocando o entendimento de que aquele caminho proposto é bom não apenas porque você está dizendo que é, mas, porque elas entenderam de forma coerente que de fato a ideia proposta poderá lhes trazer benefícios reais e palpáveis, semelhante àqueles que você mesmo obteve ao experimentar o contexto previamente ou ao se projetar nele e se convencendo antes.

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Ser um bom agente de persuasão envolve integralmente a premissa da verdade. Se em suas tentativas de convencer pessoas a fazer algo, escolherem um determinado caminho ou aderirem a uma determinada ideia, você faltar com a verdade e usar argumentos nos quais você mesmo não acredita de todo o seu coração e mente suas chances de convencimento não passarão de meras tentativas que tem as mesmas chances de darem certo quanto de darem errado – e se derem certo, dificilmente terão consistência.

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A pessoa que deseja ser persuasiva e convincente, precisa compreender que esta habilidade deve ser usada para o bem coletivo, seja na empresa, na comunidade, no círculo de amizades, nos grupos de estudo ou trabalho, ou em qualquer situação que a vida lhe convidar a agir. Não pense em usar a persuasão apenas em benefício próprio, pois, aplicando-a direcionada ao objetivo do bem comum, você naturalmente será bafejado pelas consequências, criando uma imagem positiva baseada em verdade e credibilidade. Pense nisso!

Mauricio A. de Paula

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