6 coisas que você deve manter em segredo, segundo os orientais

Ensinamentos e sabedorias que ajudam a equilibrar melhor sua vida

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Autoconhecimento é encontrar um sentido para a vida e aproximar-se de alguma forma das sabedorias e cultura do antigo Oriente, do Japão, da Índia ou até mesmo da China.

Esses povos possuíam grandes sábios e conservam até hoje a essência da espiritualidade e da serenidade interior, deixando muitos ensinamentos que nos mantém atualizados até os dias de hoje.

Nossa dica especial de hoje, compartilha com você alguns desses ensinamentos e sabedorias que podem ajudar você a equilibrar melhor sua vida e tudo que está ligado a ela.

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  1. Mantenha seus planos em segredo

Evite interferências negativas. Conversar sobre seus projetos pode resultar em frustrações. Mantenha tudo em segredo e comemore sua conquista apenas com aqueles que você ama;

  1. Não revele suas limitações

Não revele dores, cansaço, nem mesmo suas dificuldades. Aprenda a conviver com suas limitações e não reclame delas;

  1. Mantenha seus bons atos em segredo

Fazer o bem a outras pessoas é algo pessoal, que não precisa ser divulgado por aí a fora. Controle seu ego e evite ser visto como arrogante;

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  1. Tenha coragem mas não se vanglorie dela

Não se gabe por suas atitudes ou coragem. O reconhecimento não se impõe, ele se conquista;

  1. Não fale mal das pessoas

Não atraia energias negativas para si mesmo. Siga sua vida, preocupe-se com seus objetivos, sua felicidade. Não desperdice seu tempo com aquilo que não lhe interessa;

  1. Preserve sua vida pessoal

Expor e falar mais do que deve nos coloca vulneráveis. Proteja-se!

 

Mauricio A. de Paula

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e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

6 Perguntas que todo Headhunter faz

Pessoal, recebi um artigo da Robert Half  (Uma das maiores empresas de Recrutamento e Seleção do Mundo) bastante interessante e gostaria de compartir com todos……acho que pode contribuir muito com aquelas pessoas que participam de processos de seleção nas empresas.

Abaixo as dicas da Headhunter Marcela Esteves da Robert Half.

Preparar-se para uma entrevista de emprego é fundamental, caso você queira causar uma boa impressão ao headhunter. Só que nem todo mundo faz a lição de casa e muita gente acaba se atrapalhando na hora de dar boas respostas. “São sempre as mesmas perguntas que causam desconforto aos candidatos”, afirma Marcela Esteves, headhunter na Robert Half. “E isso acontece porque o profissional não pensa nas perguntas com antecedência e não estrutura as respostas de forma objetiva.” Não quer falhar na próxima entrevista de emprego?

Então, veja aqui quais são as perguntas que causam mais saia justa nos candidatos.

Por que você saiu da empresa em que trabalhava?

Marcela diz que muitos candidatos acabam não apresentando de forma clara e objetiva as razões pelas quais deixaram o último emprego. “Muitos se sentem desconfortáveis em dizer que foram demitidos e acabam inventando uma história”, diz a headhunter. Só que um consultor de recrutamento mais experiente vai aprofundar as perguntas e descobrir a mentirinha – o que certamente vai lhe prejudicar no processo de seleção. “Ser demitido não é demérito para ninguém, acontece. O melhor é dizer a verdade e explicar as razões para a sua saída, se foi por um corte de custos ou porque a empresa queria um profissional mais barato naquele momento”, afirma Marcela.

Por que você quer trocar de emprego?

Quer saber outra saia justa? Quando o headhunter pergunta ao candidato, ainda empregado, por que ele quer sair da atual empresa. Aqui, a resposta é semelhante à da questão anterior. Pense com antecedência no que você irá responder e estruture algo objetivo para falar ao recrutador. “Não vá expor o atual empregador, falando mal de diversos aspectos. Mas não há problema algum em dizer que você não se adaptou à cultura da empresa – e especificar algum ponto em relação a isso – ou ainda justificar sua saída pela vontade de crescer na carreira”, afirma Marcela.

Podemos conversar em inglês?

É nessa hora que aquele “inglês fluente” do currículo escapa e não sobra uma palavrinha na memória para um bate-papo rápido com o headhunter. “Não adianta informar que você é fluente em um idioma quando, na verdade, você tem um nível intermediário”, diz Marcela. Isso só cria expectativas no entrevistador e, para o candidato, a mentirinha acaba fechando portas. Quem vai querer contratar alguém que não é transparente já na entrevista de emprego?

Quais são seus pontos fracos?

Marcela diz que muitos candidatos rapidamente respondem que não têm pontos fracos. “Isso é sinal de que a pessoa não está correndo atrás para melhorar suas competências profissionais”, diz a headhunter. A verdade é que ninguém deve se achar 100%, sempre há algo em que se aperfeiçoar.

Qual é a sua pretensão salarial?

“Isso vem mudando, mas ainda hoje muitas pessoas se sentem desconfortáveis ao falar de salário”, afirma Marcela. Só que é importante ir para uma entrevista de emprego com um número em mente. A headhunter dá a dica: “se o salário não é um motivador para você, ok, mas diga a partir de quantos reais uma oportunidade pode lhe interessar. Isso ajudará o recrutador a saber quais ofertas de emprego pode lhe passar.”

Você tem experiência com gestão de pessoas?

Quando um profissional está se candidatando a um cargo que envolve gestão de equipe, quer impressionar e acaba respondendo sim a esta pergunta. Só que, de novo, se isso não for verdade, o headhunter vai perceber quando aprofundar o questionário. “A pessoa acaba mencionando situações em que trabalhou com colegas e até exerceu alguma função de liderança em um projeto específico, mas sempre percebemos a mentira quando entramos no detalhe”, afirma Marcela. “Por isso, para qualquer resposta, se prepare e estruture um discurso transparente, verdadeiro e coerente”, finaliza.

Espero que as dicas acima possa contribuir com todos os leitores….boa sorte a todos!!!

Texto original da Robert Half publicado em 05/04/2018.

Mauricio A. de Paula

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O Poder do Persuasão como ferramenta Pessoal

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A pessoa que deseja ser persuasiva e convincente precisa compreender que esta habilidade deve ser usada para o bem coletivo, seja na empresa, na comunidade, nas amizades, nos grupos de estudo ou em qualquer situação que a vida lhe convidar

Ser persuasivo nos dias atuais é uma das formas de se projetar positivamente na carreira e alcançar o tão almejado sucesso nas empresas ou nos empreendimentos próprios. Mas, qual é o segredo da persuasão? Autoestima, conhecimento, marketing pessoal, entusiasmo, boa comunicação, inspiração e capacidade de apresentar ideias didaticamente organizadas são ferramentas importantíssimas, mas, os elementos fundamentais da persuasão são a coerência e a verdade.

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Para que você possa vender uma ideia ou convencer pessoas a aderirem a determinado projeto, caminho ou causa, você precisa estabelecer um laço de confiança cujo alicerce é a conformidade entre o que você diz e a verdade do que aquilo representa de forma absolutamente transparente. Em outras palavras, você precisa comprar aquilo que você vende. Você precisa crer absolutamente que aquela é a melhor opção antes de tentar convencer a outros de que seja. Se você mesmo não consegue se convencer de que aquilo é uma boa ideia ou a solução mais adequada para aquele contexto como você conseguirá convencer outros de que é de fato a melhor opção?

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E aí vem a questão: como posso primeiro me convencer de que algo é realmente bom antes de expor isso a outros? Trazendo aquela possibilidade para níveis pessoais, vivenciando, experimentando ou, no mínimo, se projetando diante daquela ideia como se ela já estivesse aplicada. Aqui cabe um exercício de sensibilidade. Pessoas persuasivas geralmente são sensíveis e capazes de perceber detalhes que a maioria ignora. Elas adquiriram ou aperfeiçoaram a mais importante ferramenta da persuasão, a capacidade de se colocar no lugar dos outros. Porque a persuasão não é uma simples habilidade de convencer pessoas a fazerem o que você acha que elas devem querer, mas, sim, despertar nelas o desejo de aderir àquela ideia por vontade própria. Provocando o entendimento de que aquele caminho proposto é bom não apenas porque você está dizendo que é, mas, porque elas entenderam de forma coerente que de fato a ideia proposta poderá lhes trazer benefícios reais e palpáveis, semelhante àqueles que você mesmo obteve ao experimentar o contexto previamente ou ao se projetar nele e se convencendo antes.

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Ser um bom agente de persuasão envolve integralmente a premissa da verdade. Se em suas tentativas de convencer pessoas a fazer algo, escolherem um determinado caminho ou aderirem a uma determinada ideia, você faltar com a verdade e usar argumentos nos quais você mesmo não acredita de todo o seu coração e mente suas chances de convencimento não passarão de meras tentativas que tem as mesmas chances de darem certo quanto de darem errado – e se derem certo, dificilmente terão consistência.

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A pessoa que deseja ser persuasiva e convincente, precisa compreender que esta habilidade deve ser usada para o bem coletivo, seja na empresa, na comunidade, no círculo de amizades, nos grupos de estudo ou trabalho, ou em qualquer situação que a vida lhe convidar a agir. Não pense em usar a persuasão apenas em benefício próprio, pois, aplicando-a direcionada ao objetivo do bem comum, você naturalmente será bafejado pelas consequências, criando uma imagem positiva baseada em verdade e credibilidade. Pense nisso!

Mauricio A. de Paula

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6 Dicas para Aprender a Pensar Positivo

Pessoal, é com grande satisfação que publico abaixo “6 Dicas para Aprender a Pensar Positivo”.

O texto foi desenvolvido por Juan O’Keeffe do site EvoluçãoPessoal.com.br

Juan assim como eu é aficionado por desenvolvimento pessoal e tem por missão ajudar pessoas no seu desenvolvimento pessoal retirando o que há de melhor dentro de cada um.

O artigo fonte pode ser encontrado no link abaixo, convido a todos que visitem o site.

https://www.evolucaopessoal.com.br/o-poder-do-pensamento-positivo/

Juan, aproveito para agradecer sua contribuição, espero poder contar com outras contribuições desse tipo…..muito obrigado.

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Mauricio A. de Paula

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Dicas de como se tornar um Líder melhor….

Deixe seus funcionários saberem que você se preocupa com eles e que gosta do trabalho deles.  Este tipo de atitude cria uma atmosfera positiva, e seus colaboradores irão enxerga-lo de uma forma muito mais positiva.

Quer ser um líder mais simpático?

Aqui está o segredo. Em vez de apontar o que todo mundo está fazendo de errado constantemente, tente apontar o que todos estão fazendo de correto com maior frequência. Demonstre a sua equipe o quanto você está satisfeito com o time que você selecionou para trabalhar com você e para a empresa. Elogie o potencial de cada um de seus colaboradores, esta é uma forma de incentivar, gerar positividade e desenvolver maiores habilidades na equipe.

O constante loop de feedback positivo, juntamente com correções ocasionais, mas freqüentes, irão transforma-lo em um tipo de líder que outras pessoas querem estar ao redor.

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Aqui estão tópicos que podem ajudá-lo a tornar-se um líder melhor

Estou feliz que você esteja na minha ..”

Eu vi em primeira mão como palavras de encorajamento podem ter um impacto dramático em uma equipe. Eu não tenho que olhar muito longe. O melhor “trabalho em equipe” que eu experimentei foi com minha última equipe. Trabalhamos mais de 20 anos juntos. Partimos de vários resultados muito ruins e com muito incentivo, mudança de estratégia e melhor foco no objetivo, viramos o jogo. Sempre demonstrei a equipe todo potencial que cada um possuía e como melhor utiliza-lo para atingir os resultados…..frases encorajadoras, reuniões motivacionais e participação efetiva da liderança foram decisivas para o sucesso e atingimento dos resultados.

“Você tem um grande Potencial ..”

Como líder, seu principal papel é ajudar os membros de sua equipe a explorar o seu pleno potencial. É excitante, não é? Você é tão observador quanto um comandante em chefe. Você deve orientar todos os colaboradores para obter alta produtividade mantendo sempre um ambiente de trabalho saudável, o que significa descobrir o potencial do seu time… juntos. O que é legal nessa frase é que essa atitude torna o ambiente de trabalho mais harmonioso e incentiva o crescimento e o desenvolvimento do time. Todo mundo gosta de um líder que incentiva a todos a descobrir seus talentos latentes e promove-los.

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“Vamos descobrir no que você tem maior habilidade…”

As pessoas querem fazer trabalhos onde podem demonstrar todo seu conhecimento e brilhar. Nenhum colaborador quer receber tarefas que não trazem aprendizado, que não tenham fim ou ser encarregado de atribuições que são confusas…..esse tipo de situação trás descontentamento, cria animosidade no ambiente e baixa a produtividade. Torne-se um parceiro do seu time para identificar o que eles podem fazer melhor, mais rápido, com maior produtividade e maior assertividade do que qualquer outro grupo da empresa. Esta mentalidade de Coach vai ajudá-los a ver que você está lá para ajudar e não apontar falhas.

“A empresa é melhor com você aqui…”

Seu colaborador sente que pode ser substituído?Essa é uma situação perigosa. O boato de redução do quadro de funcionários é aquele dentre todos que causa a maior destruição dentro da empresa. É papel do “Líder” esclarecer fatos dessa natureza rapidamente e com a verdade. Você como líder deve procurar manter a tranquilidade da sua equipe, afim de salvaguardar a alto estima e ambiente de trabalho o mais saudável possível.

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“Você é incrível…”

Deixe seu time e/ou um membro de sua equipe saber que ele realizou um bom trabalho. Este é um gesto simples, mas o reconhecimento por parte da liderança demonstra o comprometimento do líder e empresa com seus colaboradores, faz bem ao ego das pessoas serem reconhecidas por bons resultados.

Como Líder nunca se esqueça;

  • Desafie sua equipe
  • Incentive/Motive sua equipe
  • Reconheça sua equipe
  • Celebre com a equipe

Mauricio A. de Paula

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Things You’ll Visibly Notice When Working for a Toxic Company

If you work for one, chances are you’re experiencing some of these unfortunate scenarios.

 

 

I’ll never forget it as long as I live. While reporting to a previous CEO as the head of talent management a few years back, I had to present a report outlining the top five reasons people were quitting in droves.

I also had to break the news that confidential exit interview data showed that he was “reason No.5.” Bullying, disrespecting, and belittling others, and other uncivil behaviors were common reasons people bailed as a result of his toxic leadership style.

For any other leader with a measure of accountability, humility, and a conscience, growing and learning new skills to overcome blind spots that are a detriment to the company’s success is par for the course. Not for this guy.

His stern-faced response? “I want the names of all the people that quit on that report.”

Yes, the top dog of the company asking the head of talent for confidential exit interview data. Surreal.

Ways to Instantly Judge if You Work for a Toxic Company

As a senior leader or owner, your job is to build an organization where jerks, bullies, and troublemakers don’t thrive. Because if your good people and loyal knowledge workers are seeing any of these eight toxic habits in action (the first four are about management; the rest are about the workplace), the leadership battle at the top may already have been lost.

  1. Self-serving snakes for managers.

If you work for a manager whose sole interest is for the world revolving around him to satisfy his personal needs or penchant for greed, status, or power (is his BMW parked in front of the building, a few steps from the front door?), you know he’s only in it for himself. You can pretty much judge this to be a clear sign of toxic leadership.

  1. Employees are stifled by a dictatorship.

In such an environment, managers are puppet masters who seek total control over everything and anyone, under all circumstances. He or she distrusts the team and doesn’t delegate; there’s no room for group discussion or input because the leadership style is autocratic. It’s their way or the highway.

  1. Managers hoard information.

Here’s the real reason your managers may be hoarding and withholding information: It’s about power and control. And control is one of the most effective ways to kill trust. A leader hoarding information to control her environment and the people in it cannot be trusted. Future leaders will have to responsibly share information and display personal and organizational transparency with their people.

  1. Managers are MIA.

Ever wonder where your manager is? If they’re in the building, they’re behind closed doors most of the time to avoid personal interaction, especially when things are going south. You’ll note they are conveniently “busy” at crucial times when their input or direction is needed, and often take shelter in incessant meetings that are really façades to mask their insecurity or fear of facing conflict or leading the troops. They are only interested in good news, because they’re not able to handle anything more. Got a problem? Talk to someone else.

  1. Co-workers display destructive and counterproductive behaviors.

People play the blame game, there’s backstabbing and gossip, internal competitiveness is fierce, and you’ll find colleagues lacking in personal accountability. Even worse, you’ll find such places are politically charged; people form alliances and managers pit employees against one another. If you work here, it’s not safe to disclose information or work in close collaboration. T-o-x-i-c.

  1. Absenteeism, lack of contribution, and turnover are on the rise.

Why? Because employees aren’t valued as worthy human beings, so morale takes a nose dive. When the expectation from the top down is that people’s personal or family lives have to be sacrificed for the job as evidenced by 50-hour-plus workweeks, little or no vacation time, and 24/7 availability for work communication, you’ve reached the height of a toxic workplace.

  1. Unethical behaviors such as theft, fraud, and workplace sabotage.

In Gallup research, the worst kind of employee is the one referred to as “actively disengaged” (which, according to Gallup, makes up 17-20 percent of your workforce). These employees are walking zombies (my term)–emotionally checked out or just going through the motions while contributing to gossip circles (and collecting a paycheck in the process!). You can bet that unethical conduct like theft, fraud, and sabotage that disrupt morale and productivity will be on the rise once employees mentally and emotionally check out.

  1. The health of employees is going downhill. 

Research over the years has shown that abusive workplaces add insurmountable amounts of stress on employees, greatly decreasing their ability to focus and be productive. Researchers found that employees who had managers with toxic traits were 60 percent more likely to have suffered a heart attack or other life-threatening cardiac condition.

Which of these eight most apply to your workplace?

 

Source: Inc.com

By Marcel Schwantes

Mauricio A. de Paula

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5 Signs That Instantly Identify Someone With Bad Leadership Skills

If you work for such a manager, it may be time to move on.

Whenever I speak at events across the country, I break down leadership to its most basic and practical form: It’s about meeting the needs of people and developing them to their fullest potential.

When employees don’t get the tools, training, time, development, expectations, vision, or resources they need to do their jobs well, they experience low morale; they stop caring and they stop trying, unfortunately, as early as the first few weeks on the job.

Not every person in a management role is created equal. If I may be candid, some have no business being in the role of influencing others.

When the rubber meets the road, these are five of the most common toxic management behaviors I’ve encountered over the years.

  1. Narcissistic tendencies.

In its extreme form, this is unfortunate for both manager and employee. For the manager, it’s an actual mental condition known as narcissistic personality disorder that requires medical attention.

For employees, pathologically narcissistic managers could ruin their careers. Joseph Burgo, author of The Narcissist You Know: Defending Yourself Against Extreme Narcissists in an All-About-Me Age, says this person “often relies on contempt to make others feel like losers, proving himself a winner in the process. He will belittle your work product or ridicule you at meetings. When he needs something from you, he may become threatening. At his most toxic, he will make you doubt yourself and your ultimate value to your employer.”

  1. Not recognizing their people for good work.

Don’t underestimate the power that comes from recognizing high performers who are intrinsically motivated. In fact, Gallup has surveyed more than four million employees worldwide on this topic. They found that people who receive regular recognition and praise:

  • increase their individual productivity.
  • increase engagement among their colleagues.
  • are more likely to stay with their organization.
  • receive higher loyalty and satisfaction scores from customers.
  • have better safety records and fewer accidents on the job.

  1. Treat people like numbers.

In top-down power structures, employees are viewed as worker bees and considered to be objects or expenses rather than assets; there is little concern for their happiness or well-being, since the motive for hiring them was purely productivity and profit.

In these environments, there’s little evidence of leaders’ displaying compassion and empathy in seeing employees as valued human beings. As a result, you’ll encounter high levels of stress, turnover, absenteeism, and burnout.

  1. Too much control.

A manager that micromanages is a control freak. The work environment they create is overbearing and stifling because he or she wants control over all decisions. This manager distrusts the team, so tasks rarely get delegated to others. Typically, you’ll find there’s hardly room for group discussion or input because the management style is autocratic, which limits creativity and desire to learn new things.

Loyal workers trying to find meaning and purpose in their jobs are left with nothing but marching orders. It may be time to update your resume under such conditions.

  1. Not sharing information.

A leading cause of turnover — when done repeatedly — is hoarding information, or a lack of personal and organizational transparency on the manager’s part. Again, this is the behavior of a manager on a power trip, and it’s the kind of leader employees never trust.

If you’ve read Patrick Lencioni’s masterpiece The Five Dysfunctions of a Team, you know the foundation for any good relationship is trust — it’s the foundation for his pyramid model — and that foundation simply cannot happen without transparency at work.

As a result, employees working for managers who openly share information will work harder for them, respect them more, be more innovative, and solve problems much faster.

Final thoughts.

Retaining your best people and engaging them at a high level comes down to how you treat and serve them. To do this well, it’s critical to connect to them in a relational way, help them grow, and give them what they need to succeed.

 

Source: Inc.com

By Marcel Schwantes

Mauricio A. de Paula

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O desabafo de um Brasileiro

O que esperar do ano de 2018, todos os brasileiros não viam a hora de que 2017 acabasse, todos colocando muita esperança no novo ano que se inicia.

Efetivamente muitas das pessoas com as quais tenho conversado não colocam muita esperança no novo ano e os fatores determinantes para isso é sem dúvida a gestão do país.

Estamos sob a égide de um governo fraco, sem comando, dominado pelos partidos políticos que formam sua base, onde esta só continuará votando com o governo se este lhe beneficiar com cargos e“verbas” dentre outros favorezinhos.

Todos os brasileiros põem muita fé nas operações realizadas pelo MPF e PF, mas de outro lado temos um STF dividido, colocando em liberdade agentes provadamente corruptos, usurpadores de leitos hospitalares, escolas, creches, segurança para a população, etc., fruto do dinheiro que roubaram das empresas e bancos estatais, além de aceitarem suborno de empresas privadas.

A pouco menos de um mês temos o Carnaval e dizem que esse país só funciona após o Carnaval, será meus amigos??? Qual foi a contribuição dos excelentíssimos Deputados Federais e Senadores durante o ano de 2017….pensem a respeito…….

A nova lei trabalhista, e o que mais??? Projetos insignificantes, a maior parte do tempo o congresso se debruçou nas duas ações do MPF contra o nosso “Imaculado” Presidente…o custo da não continuidade das ações foi altíssimo, verbas para os Deputados e cargos de 1º a 3º escalões foram negociados e acertados com os partidos ditos da “Base” governista.

Agora em 2018 o governo segue na batalha para aprovar a reforma da Previdência e sua bandeira é de que esta reforma irá acabar com os privilégios e busca uma igualdade de condições de aposentadoria dos funcionários de empresas públicas e de empresas privadas…se a reforma é tão necessária e a maioria dos congressistas da base do governo que tem maioria no congresso se coloca a favor de sua aprovação em frente das câmeras de televisão, qual a dificuldade de aprovar uma coisa que é tão necessária para o país e que se não discutida e aprovada rapidamente, sinalizara negativamente aos investidores, e entidades de avaliação de risco, podendo o pais ser rebaixado novamente.

 

Alguns políticos dizem que votar a reforma da previdência em um ano eleitoral não é de bom tom, pois, ninguém vai querer se expor…confesso que essas declarações fogem a minha compreensão…se é crucial ao país, qual a exposição que esses “excelentíssimos representantes” irão ter?

Pessoal, nas Eleições de 2018 temos que votar consciente, temos que estar atentos para não colocar no Congresso Nacional a continuidade das velhas raposas (primos, irmãos, parentes dos atuais congressistas), não podemos deixar que o mesmo continue…não troque o seu voto por nada.

Não podemos ter a ilusão de que o novo Presidente, por mais honesto que seja, irá resolver todos os problemas, pois, sem congresso, nenhum Presidente governa…a eleição para o Congresso Nacional e tão importante quanto a escolha do novo presidente…por isso saiba escolher o Deputado e o Senador que vamos mandar a Brasília para nos representar.

Precisamos recuperar nossa economia, diminuir urgentemente o desemprego no país…O governo precisa devolver esses quase 6 meses que trabalhamos para pagar os impostos em benefícios a população, principalmente a população mais carente…precisamos investir em infraestrutura, dar uma educação de qualidade, ter uma polícia mais preparada, equipada e bem paga, devolver a dignidade das pessoas com uma saúde de qualidade…

Temos que repensar a guerra fiscal entre os estados e baixar impostos (custo Brasil), a guerra fiscal não traz nenhum benefício para a economia ao contrário, estimula a sonegação fiscal.

Precisamos ter um governo forte, instituições fortes e leis punitivas mais rigorosas, não é possível viver com guerra entre os poderes, com instituições enfraquecidas.

Este á apenas um desabafo de um Brasileiro.

Mauricio A. de Paula

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A Inveja no Ambiente de Trabalho

Quem ganha destaque e leva vantagem no âmbito profissional é suscetível a se tornar alvo da inveja. Ser promovido rapidamente, ganhar moral com o chefe, ou até possuir um computador melhor do que um colega podem ser motivos que despertam o sentimento de um profissional invejoso.  O desejo de ser como o outro é, ou ter o que o outro tem, é mais comum nas empresas do que imaginamos.

Em todo ambiente de trabalho pulsam “dores de cotovelo”. Mas há formas simples e humanas de aplacar o ciúme dos demais pelas suas vitórias

Seres humanos são naturalmente invejosos, a começar por você. Quem for sincero consigo mesmo vai reconhecer que já experimentou o sentimento pelo menos uma vez na vida ainda mais no ambiente de trabalho.

De acordo com alguns estudiosos do tema, não existe empresa em que não pulsem as famosas “dores de cotovelo”. “Seria tão utópico quanto um mundo completamente livre de mentiras e sofrimentos”, dizem os estudiosos do tema.

Certos comportamentos do empregador podem estimular a inveja entre os funcionários, tais como a oferta de privilégios injustificados para alguns ou políticas de bonificação que incentivem relações altamente competitivas.

Por outro lado, empresas que praticam regras justas e valorizam o trabalho coletivo suavizam o problema, mas nunca se livram totalmente dele.

Já que a grama do vizinho sempre será mais verde na cabeça de algumas pessoas, o jeito é tentar aproveitar esse sentimento de alguma forma produtiva para a carreira de todos.

É claro que sofrer pela felicidade alheia nunca será bom, mas a inveja pode ser transformada em combustível emocional para lutar por conquistas iguais ou similares. Observar o sucesso do outro pode nos conscientizar de que é possível chegar àquele objetivo, porque alguém já conseguiu.

A inveja saudável leva o nome de “ambição”: ela não pressupõe que o outro perca o que conquistou para que você alcance o que deseja.

Há um lugar ao sol para todo mundo e, se você acha que não há, invente um. Não mire a inveja no outro, mas sim em você. A ideia é ter ciúmes e correr atrás daquele que você poderia ser, mas ainda não é.

Admitir que você também sente inveja às vezes e aprender a administrá-la facilita a sua vida quando o mesmo sentimento é direcionado a você. Quanto mais conhecemos a nós mesmos, mais fácil conhecer os demais, resumem os estudiosos sobre o tema. Ao gerir as nossas próprias ambições, às vezes frustradas, entendemos melhor o que os demais podem sentir em situações similares.

Veja a seguir outras estratégias para lidar com a inveja que os demais sentem de você no trabalho:

Valorize a contribuição dos seus companheiros para o seu sucesso

Demonstrar humildade e gratidão é uma das melhores formas de desarmar o ciúme dos demais. Ninguém faz nada sozinho, você precisa da ajuda dos seus colegas, subordinados e chefes para conseguir qualquer coisa. Deixe claro para essas pessoas que você percebe o impacto do trabalho delas para o seu sucesso profissional, para que não se sintam desvinculadas das suas conquistas.

 

Peça a colaboração dos outros

Além de oferecer seu apoio para o trabalho alheio, não se esqueça de também recorrer aos outros para cumprir as suas obrigações: é uma maneira de reconhecer a sua vulnerabilidade e implicar as demais pessoas naquilo que você está fazendo. Essa é uma forma de dissolver a imagem de autossuficiência que muitas vezes acompanha os profissionais que causam inveja. Ao pedir ajuda, você comunica tacitamente que não é “especial” e que suas vitórias também são acessíveis ao outro.

Mostre que você quer melhorar

A inveja provoca um misto de sentimentos contraditórios em quem a experimenta: admiração e respeito se confundem com um desejo de desqualificar o outro e encontrar defeitos que o tornem indigno de suas próprias conquistas. A melhor resposta é admitir os seus defeitos e estar aberto ao feedback de colegas, chefes e subordinados. Isso aplacará a angústia do invejoso, porque garante que você tem sim suas falhas e até espera o feedback dele para reduzi-las.

Respire fundo e Pense duas vezes antes de qualquer atitude

Quando você é vítima de intrigas ou fofocas espalhadas por invejosos, o estômago geralmente pede vingança. É melhor respirar, respirar e respirar de novo: responder um e-mail no calor do momento ou tomar qualquer atitude no auge da irritação trará problemas ainda maiores para você. Se for possível, o ideal é esperar até o dia seguinte para tomar uma providência. Em último caso, vale descer para tomar um café até a raiva passar.

Contornar situações pode ser uma ótima saída 

Superada a irritação inicial, tente imaginar o que a pessoa espera de você após o “ataque”, e faça exatamente o oposto. Ao reagir de forma inesperada, você mostra ao outro que não está disposto a entrar no seu jogo. É a tática mais eficiente para coibir novas investidas. Responda com gentileza e simpatia. Trate as provocações como piadas, mas não responda com outra piada, porque involuntariamente você vai alfinetá-lo ainda mais. O ideal é rir, ainda que internamente, da falta de maturidade do outro e estar disposto a ajudá-lo a superar esse sentimento como for possível.

 

Mauricio A. de Paula

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Your Resume Should Be More Than A List Of Skills. Here’s The 1 Thing You’re Forgetting To Mention

Guys, this a interst text that all recrutters in Brazil specially need to think about when interview candidates…..think about and send your comments!!!!

Your resume should be more than a list of your skills.

The resume is dead.

I’ve been saying this for a while now, and usually my perspective is rooted in this belief that having a personal brand is far more valuable than a sheet of paper that says where you went to college and what other jobs you’ve previously held.

But ever since I started my own company, Digital Press, and started thinking about the resume from a hiring perspective, the more I truly believe that a resume is actually a very poor representation of who you are and the value you can bring.

As an employee, what skills do you typically highlight on your resume?

  • That you’ve worked at other relevant places of employment.
  • That you’re competent in 3-5 relevant areas of interest.
  • That you have been part of teams that have accomplished goals related to the place you’re currently applying.

When I interview people, I don’t even look at their resume.

It means nothing to me.

I don’t care where you went to college. I don’t care what your GPA was. I don’t care what other jobs you’ve held. Those things can certainly help give me a vague idea of who you are, but the key word there is vague. It doesn’t really do much for me in terms of making a decision as to whether or not you’re someone worth hiring.

What I care about is what type of person you are.

I want to know if you have an “owner mentality,” or a “follower mentality.”

I want to know if you’re confident in your abilities, but also open and humble enough to learn.

I want to know how you handle conflicts, how big your ego is, and whether or not I can trust you to make good, genuine decisions.

I want to know who you are as a person. And most of all, whether or not you’re teachable.

This is the 1 thing nobody puts on their resume–and it doesn’t make any sense to me.

I was recently reading The Road To Character by David Brooks, and in the book he breaks down what it means to separate your “achieving self” from the part of you that holds much deeper values.

He explains that in our society, we all spend a great deal of time nurturing our “achieving selves.” That we prefer to present the part of us that can perform tasks well, climb the ladder and reach some level of success. In the working world, especially, this is the part of ourselves we highlight. Our resumes are filled with concrete skills on which we can place a numerical value.

As Brooks puts it, which perfectly encapsulates my own belief, we do not reveal the most important part of who we are, which is our emotional place of judgment–and whether we are kind, open, genuine (or critical, negative, and egotistical).

The modern-day resume doesn’t give an employer any idea as to what sort of person you are.

Which is precisely why, as a founder, I don’t look at them.

I skip the whole resume phase and ask more revealing questions via email, or set up a call so that I can get a vibe from you 1 on 1. And my decision to hire you is always rooted in how I feel when I talk to you, and whether you are someone with a solid core and a good heart–or if you’re someone obsessed with external success and willing to cut moral corners in order to get there.

Skills, in themselves, are not valuable. 

Skills are only valuable when they are used by people who have the emotional competency to use them effectively.

A resume is nothing but a list of skills.

But what the modern-day resume is missing is information on the person behind those skills–who you are, what you believe in, and what drives you forward in life.

Those are the things I want to know as a founder. And I’m sure I’m not alone.

 

Please sent to me your comments!!!!

 

By Nicolas Cole

Fonte: Inc. Today’s Must Reads

Mauricio A. de Paula

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