O desabafo de um Brasileiro

O que esperar do ano de 2018, todos os brasileiros não viam a hora de que 2017 acabasse, todos colocando muita esperança no novo ano que se inicia.

Efetivamente muitas das pessoas com as quais tenho conversado não colocam muita esperança no novo ano e os fatores determinantes para isso é sem dúvida a gestão do país.

Estamos sob a égide de um governo fraco, sem comando, dominado pelos partidos políticos que formam sua base, onde esta só continuará votando com o governo se este lhe beneficiar com cargos e“verbas” dentre outros favorezinhos.

Todos os brasileiros põem muita fé nas operações realizadas pelo MPF e PF, mas de outro lado temos um STF dividido, colocando em liberdade agentes provadamente corruptos, usurpadores de leitos hospitalares, escolas, creches, segurança para a população, etc., fruto do dinheiro que roubaram das empresas e bancos estatais, além de aceitarem suborno de empresas privadas.

A pouco menos de um mês temos o Carnaval e dizem que esse país só funciona após o Carnaval, será meus amigos??? Qual foi a contribuição dos excelentíssimos Deputados Federais e Senadores durante o ano de 2017….pensem a respeito…….

A nova lei trabalhista, e o que mais??? Projetos insignificantes, a maior parte do tempo o congresso se debruçou nas duas ações do MPF contra o nosso “Imaculado” Presidente…o custo da não continuidade das ações foi altíssimo, verbas para os Deputados e cargos de 1º a 3º escalões foram negociados e acertados com os partidos ditos da “Base” governista.

Agora em 2018 o governo segue na batalha para aprovar a reforma da Previdência e sua bandeira é de que esta reforma irá acabar com os privilégios e busca uma igualdade de condições de aposentadoria dos funcionários de empresas públicas e de empresas privadas…se a reforma é tão necessária e a maioria dos congressistas da base do governo que tem maioria no congresso se coloca a favor de sua aprovação em frente das câmeras de televisão, qual a dificuldade de aprovar uma coisa que é tão necessária para o país e que se não discutida e aprovada rapidamente, sinalizara negativamente aos investidores, e entidades de avaliação de risco, podendo o pais ser rebaixado novamente.

 

Alguns políticos dizem que votar a reforma da previdência em um ano eleitoral não é de bom tom, pois, ninguém vai querer se expor…confesso que essas declarações fogem a minha compreensão…se é crucial ao país, qual a exposição que esses “excelentíssimos representantes” irão ter?

Pessoal, nas Eleições de 2018 temos que votar consciente, temos que estar atentos para não colocar no Congresso Nacional a continuidade das velhas raposas (primos, irmãos, parentes dos atuais congressistas), não podemos deixar que o mesmo continue…não troque o seu voto por nada.

Não podemos ter a ilusão de que o novo Presidente, por mais honesto que seja, irá resolver todos os problemas, pois, sem congresso, nenhum Presidente governa…a eleição para o Congresso Nacional e tão importante quanto a escolha do novo presidente…por isso saiba escolher o Deputado e o Senador que vamos mandar a Brasília para nos representar.

Precisamos recuperar nossa economia, diminuir urgentemente o desemprego no país…O governo precisa devolver esses quase 6 meses que trabalhamos para pagar os impostos em benefícios a população, principalmente a população mais carente…precisamos investir em infraestrutura, dar uma educação de qualidade, ter uma polícia mais preparada, equipada e bem paga, devolver a dignidade das pessoas com uma saúde de qualidade…

Temos que repensar a guerra fiscal entre os estados e baixar impostos (custo Brasil), a guerra fiscal não traz nenhum benefício para a economia ao contrário, estimula a sonegação fiscal.

Precisamos ter um governo forte, instituições fortes e leis punitivas mais rigorosas, não é possível viver com guerra entre os poderes, com instituições enfraquecidas.

Este á apenas um desabafo de um Brasileiro.

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

A Inveja no Ambiente de Trabalho

Quem ganha destaque e leva vantagem no âmbito profissional é suscetível a se tornar alvo da inveja. Ser promovido rapidamente, ganhar moral com o chefe, ou até possuir um computador melhor do que um colega podem ser motivos que despertam o sentimento de um profissional invejoso.  O desejo de ser como o outro é, ou ter o que o outro tem, é mais comum nas empresas do que imaginamos.

Em todo ambiente de trabalho pulsam “dores de cotovelo”. Mas há formas simples e humanas de aplacar o ciúme dos demais pelas suas vitórias

Seres humanos são naturalmente invejosos, a começar por você. Quem for sincero consigo mesmo vai reconhecer que já experimentou o sentimento pelo menos uma vez na vida ainda mais no ambiente de trabalho.

De acordo com alguns estudiosos do tema, não existe empresa em que não pulsem as famosas “dores de cotovelo”. “Seria tão utópico quanto um mundo completamente livre de mentiras e sofrimentos”, dizem os estudiosos do tema.

Certos comportamentos do empregador podem estimular a inveja entre os funcionários, tais como a oferta de privilégios injustificados para alguns ou políticas de bonificação que incentivem relações altamente competitivas.

Por outro lado, empresas que praticam regras justas e valorizam o trabalho coletivo suavizam o problema, mas nunca se livram totalmente dele.

Já que a grama do vizinho sempre será mais verde na cabeça de algumas pessoas, o jeito é tentar aproveitar esse sentimento de alguma forma produtiva para a carreira de todos.

É claro que sofrer pela felicidade alheia nunca será bom, mas a inveja pode ser transformada em combustível emocional para lutar por conquistas iguais ou similares. Observar o sucesso do outro pode nos conscientizar de que é possível chegar àquele objetivo, porque alguém já conseguiu.

A inveja saudável leva o nome de “ambição”: ela não pressupõe que o outro perca o que conquistou para que você alcance o que deseja.

Há um lugar ao sol para todo mundo e, se você acha que não há, invente um. Não mire a inveja no outro, mas sim em você. A ideia é ter ciúmes e correr atrás daquele que você poderia ser, mas ainda não é.

Admitir que você também sente inveja às vezes e aprender a administrá-la facilita a sua vida quando o mesmo sentimento é direcionado a você. Quanto mais conhecemos a nós mesmos, mais fácil conhecer os demais, resumem os estudiosos sobre o tema. Ao gerir as nossas próprias ambições, às vezes frustradas, entendemos melhor o que os demais podem sentir em situações similares.

Veja a seguir outras estratégias para lidar com a inveja que os demais sentem de você no trabalho:

Valorize a contribuição dos seus companheiros para o seu sucesso

Demonstrar humildade e gratidão é uma das melhores formas de desarmar o ciúme dos demais. Ninguém faz nada sozinho, você precisa da ajuda dos seus colegas, subordinados e chefes para conseguir qualquer coisa. Deixe claro para essas pessoas que você percebe o impacto do trabalho delas para o seu sucesso profissional, para que não se sintam desvinculadas das suas conquistas.

 

Peça a colaboração dos outros

Além de oferecer seu apoio para o trabalho alheio, não se esqueça de também recorrer aos outros para cumprir as suas obrigações: é uma maneira de reconhecer a sua vulnerabilidade e implicar as demais pessoas naquilo que você está fazendo. Essa é uma forma de dissolver a imagem de autossuficiência que muitas vezes acompanha os profissionais que causam inveja. Ao pedir ajuda, você comunica tacitamente que não é “especial” e que suas vitórias também são acessíveis ao outro.

Mostre que você quer melhorar

A inveja provoca um misto de sentimentos contraditórios em quem a experimenta: admiração e respeito se confundem com um desejo de desqualificar o outro e encontrar defeitos que o tornem indigno de suas próprias conquistas. A melhor resposta é admitir os seus defeitos e estar aberto ao feedback de colegas, chefes e subordinados. Isso aplacará a angústia do invejoso, porque garante que você tem sim suas falhas e até espera o feedback dele para reduzi-las.

Respire fundo e Pense duas vezes antes de qualquer atitude

Quando você é vítima de intrigas ou fofocas espalhadas por invejosos, o estômago geralmente pede vingança. É melhor respirar, respirar e respirar de novo: responder um e-mail no calor do momento ou tomar qualquer atitude no auge da irritação trará problemas ainda maiores para você. Se for possível, o ideal é esperar até o dia seguinte para tomar uma providência. Em último caso, vale descer para tomar um café até a raiva passar.

Contornar situações pode ser uma ótima saída 

Superada a irritação inicial, tente imaginar o que a pessoa espera de você após o “ataque”, e faça exatamente o oposto. Ao reagir de forma inesperada, você mostra ao outro que não está disposto a entrar no seu jogo. É a tática mais eficiente para coibir novas investidas. Responda com gentileza e simpatia. Trate as provocações como piadas, mas não responda com outra piada, porque involuntariamente você vai alfinetá-lo ainda mais. O ideal é rir, ainda que internamente, da falta de maturidade do outro e estar disposto a ajudá-lo a superar esse sentimento como for possível.

 

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

 

Your Resume Should Be More Than A List Of Skills. Here’s The 1 Thing You’re Forgetting To Mention

Guys, this a interst text that all recrutters in Brazil specially need to think about when interview candidates…..think about and send your comments!!!!

Your resume should be more than a list of your skills.

The resume is dead.

I’ve been saying this for a while now, and usually my perspective is rooted in this belief that having a personal brand is far more valuable than a sheet of paper that says where you went to college and what other jobs you’ve previously held.

But ever since I started my own company, Digital Press, and started thinking about the resume from a hiring perspective, the more I truly believe that a resume is actually a very poor representation of who you are and the value you can bring.

As an employee, what skills do you typically highlight on your resume?

  • That you’ve worked at other relevant places of employment.
  • That you’re competent in 3-5 relevant areas of interest.
  • That you have been part of teams that have accomplished goals related to the place you’re currently applying.

When I interview people, I don’t even look at their resume.

It means nothing to me.

I don’t care where you went to college. I don’t care what your GPA was. I don’t care what other jobs you’ve held. Those things can certainly help give me a vague idea of who you are, but the key word there is vague. It doesn’t really do much for me in terms of making a decision as to whether or not you’re someone worth hiring.

What I care about is what type of person you are.

I want to know if you have an “owner mentality,” or a “follower mentality.”

I want to know if you’re confident in your abilities, but also open and humble enough to learn.

I want to know how you handle conflicts, how big your ego is, and whether or not I can trust you to make good, genuine decisions.

I want to know who you are as a person. And most of all, whether or not you’re teachable.

This is the 1 thing nobody puts on their resume–and it doesn’t make any sense to me.

I was recently reading The Road To Character by David Brooks, and in the book he breaks down what it means to separate your “achieving self” from the part of you that holds much deeper values.

He explains that in our society, we all spend a great deal of time nurturing our “achieving selves.” That we prefer to present the part of us that can perform tasks well, climb the ladder and reach some level of success. In the working world, especially, this is the part of ourselves we highlight. Our resumes are filled with concrete skills on which we can place a numerical value.

As Brooks puts it, which perfectly encapsulates my own belief, we do not reveal the most important part of who we are, which is our emotional place of judgment–and whether we are kind, open, genuine (or critical, negative, and egotistical).

The modern-day resume doesn’t give an employer any idea as to what sort of person you are.

Which is precisely why, as a founder, I don’t look at them.

I skip the whole resume phase and ask more revealing questions via email, or set up a call so that I can get a vibe from you 1 on 1. And my decision to hire you is always rooted in how I feel when I talk to you, and whether you are someone with a solid core and a good heart–or if you’re someone obsessed with external success and willing to cut moral corners in order to get there.

Skills, in themselves, are not valuable. 

Skills are only valuable when they are used by people who have the emotional competency to use them effectively.

A resume is nothing but a list of skills.

But what the modern-day resume is missing is information on the person behind those skills–who you are, what you believe in, and what drives you forward in life.

Those are the things I want to know as a founder. And I’m sure I’m not alone.

 

Please sent to me your comments!!!!

 

By Nicolas Cole

Fonte: Inc. Today’s Must Reads

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

How Do You Know If You Work for a Toxic Manager? They Will Do Any of These 8 Things Daily

One study finds that 50 percent of employees leave their job to get away from their manager.

Randstad USA, a provider of HR, legal staffing, and recruitment services, recently conducted an employee engagement survey that reveals more bad news about the state of the American workplace (with some findings that you just can’t help but laugh at).

According to the Society for Human Resource Management, which reported on the Randstad study, unhappy workers admitted that while on the job they:

  • Drank alcohol (5 percent)
  • Took naps (15 percent)
  • Checked or posted on social media (60 percent)
  • Shopped online (55 percent)
  • Played pranks on co-workers (40 percent)
  • Watched Netflix (11 percent)

Before you cast employees in a judgmental light and say they’re strictly to blame for their unhappiness, let me be clear: These results are part of a trend of burnout and job dissatisfaction — common human reactions to stressful environments — and managers, not employees, are primarily to blame.

Who Are Your Managers?

One Gallup study of 7,272 U.S. adults found that 50 percent of employees left their job “to get away from their manager to improve their overall life at some point in their career.”

Gallup CEO Jim Clifton once summarized in a succinct sentence the bottom line of why your company’s employee turnover may be high. He said:

The single biggest decision you make in your job — bigger than all the rest — is whom you name manager. When you name the wrong person manager, nothing fixes that bad decision. Not compensation, not benefits — nothing.

Over the years, I have observed firsthand many counterproductive behaviors in middle and upper management. Eight traits I have recognized as toxic really stand out.

 

  1. Managers who only look after themselves.

These managers aren’t concerned with driving the company mission or aligning team goals to organizational objectives. It’s about their individual performance and getting that annual bonus. Managers with this attitude are playing for the name on the back of the jersey and are only concerned about their accomplishments and how they look to their superiors.

  1. Managers who steal the spotlight.

The team puts together a wonderful product and rolls it out on time. The client is giddy with joy about how much money and time the new system will save. And then it happens: The manager takes all the credit for the work. No praise for the team, no celebration of everyone’s success, no recognition of team members for their contributions. This type of manager will hog the spotlight, and when that happens, team morale plummets.

  1. Managers who are never wrong.

Ever work with a manager who’s always right and you’re always wrong? He has a hard time taking blame or ownership for things and will never admit to having made a mistake. He’s more concerned with preserving his reputation and saving face.

  1. Confused managers who don’t know the direction they’re headed.

Such a manager will say one thing on Monday and change direction by Wednesday, often without telling the team. Team members don’t know where they stand, as communication is often cryptic.

  1. Managers who like control.

This person micromanages to the last detail. The work environment is overbearing and stifling because she wants control over decisions; she distrusts the team and doesn’t delegate. In such a scenario, there’s hardly room for group discussion or input because the leadership style is autocratic. Creativity or learning something new is absent under this dictatorship. Loyal workers trying to find meaning in their jobs are left with nothing but taking their marching orders.

  1. Managers who are bullies.

The effects of bullying in the workplace are huge, and costly for businesses. Baird Brightman, a behavioral scientist, consultant, and writer, reports that “aggressiveness (both verbal and physical) undermines safety and requires people to divert resources from productive work into defensive operations such as fight or flight.” Babs Ryan, author of America’s Corporate Brain Drain, says, “Only 1 percent of bullies are fired; action is usually taken against the [bully’s] target. Your only choice may be to leave as quickly as possible — especially if the company supports that bully repeatedly and has already exited several of the bully’s targets.”

  1. Managers who are missing in action.

They’re checked out physically, mentally, or both. If they’re in the building, they’re behind closed doors most of the time to avoid personal interaction, especially when things are going south. You’ll note they are conveniently “busy” at crucial times when their input or direction is needed, and often take shelter in incessant meetings that are really façades to mask their insecurity or fear of facing conflict. They are only interested in good news, because they’re not able to handle anything more. Got a problem? Talk to someone else.

  1. Managers who are narcissists.

This is unfortunate for manager and employee. For the manager, it’s an actual mental condition known as narcissistic personality disorder that requires medical attention. For the employee, a pathologically narcissistic manager could ruin his or her career. Joseph Burgo, author of The Narcissist You Know: Defending Yourself Against Extreme Narcissists in an All-About-Me Age says this person “often relies on contempt to make others feel like losers, proving himself a winner in the process. He will be little your work product or ridicule you at meetings. When he needs something from you, he may become threatening. At his most toxic, he will make you doubt yourself and your ultimate value to your employer.”

Fonte: Inc. Today’s Must Reads

Autor: Marcel Schwantes

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

Bitcoin é uma bolha real, diz Warren Buffett

Ola Pessoal, achei muito interessante reproduzir a reportagem do site Exame.com com a opinião de um dos maiores investidores do mundo sobre o tema Moeda Virtual;

Considerado um dos melhores investidores do mundo, Warren Buffett classificou o mercado de bitcoins como uma “bolha real”.

“As pessoas ficam entusiasmadas com grandes movimentos de preços e Wall Street se adapta”, disse Buffett.

De acordo com o site MarketWatch, Buffett tocou no assunto durante uma sessão de perguntas e respostas com estudantes de negócios, realizada em Omaha (EUA) no início deste mês.

Os jovens tinham a liberdade de perguntar sobre qualquer tema. Obviamente, a mais famosa das moedas virtuais não foi esquecida.

A bitcoin valorizou mais de 500% desde o começo do ano e seu valor de mercado já ultrapassou os 90 bilhões de dólares.

Sobre isso, Buffet criticou a ideia de aplicar valor a uma moeda digital. “Você não pode valorizar a bitcoin porque ela não é um recurso de produção de valor”, disse.

Entenda o que é bitcoin

A bitcoin é uma moeda, assim como o real ou o dólar, mas bem diferente dos exemplos citados. O primeiro motivo é que não é possível mexer no bolso da calça e encontrar uma delas esquecida. Ela não existe fisicamente, é totalmente virtual.

O outro motivo é que sua emissão não é controlada por um Banco Central. Ela é produzida de forma descentralizada por milhares de computadores, mantidos por pessoas que “emprestam” a capacidade de suas máquinas para criar bitcoins e registrar todas as transações feitas.

No processo de nascimento de uma bitcoin, chamado de “mineração”, os computadores conectados à rede competem entre si na resolução de problemas matemáticos. Quem ganha, recebe um bloco da moeda.

O nível de dificuldade dos desafios é ajustado pela rede, para que a moeda cresça dentro de uma faixa limitada, que é de até 21 milhões de unidades até o ano de 2140.

Esse limite foi estabelecido pelo criador da moeda, um desenvolvedor misterioso chamado Satoshi Nakamoto. De tempos em tempos, o valor da recompensa dos “mineiros” também é reduzido.

Quando a moeda foi criada, em 2009, qualquer pessoa com o software poderia “minerar”, desde que estivesse disposta a deixar o computador ligado por dias e noites. Com o aumento do número de interessados, a tarefa de fabricar bitcoins ficou apenas com quem tinha supermáquinas. A disputa aumentou tanto que surgiram até computadores com hardware dedicado à tarefa, como o Avalon ASIC.

Além da mineração, é possível possuir bitcoins comprando unidades em casas de câmbio específicas ou aceitando a criptomoeda ao vender coisas. As moedas virtuais são guardadas em uma espécie de carteira, criada quando o usuário se cadastra no software.

Depois do cadastro, a pessoa recebe um código com letras e números, chamado de “endereço”, utilizado nas transações. Quando ela quiser comprar um jogo, por exemplo, deve fornecer ao vendedor o tal endereço. As identidades do comprador e do vendedor são mantidas no anonimato, mas a transação fica registrada no sistema de forma pública. A compra não pode ser desfeita.

Com bitcoins, é possível contratar serviços ou adquirir coisas no mundo todo. O número de empresas que a aceitam ainda é pequeno, mas vários países, como a Rússia se movimentam no sentido de “regular” a moeda. Em abril deste ano, o Japão começou a aceitar bitcoins como meio legal de pagamento. O esperado é que até 300 mil estabelecimentos no Japão aceitem, até o final do ano, este tipo de dinheiro.

Por outro lado, países como a China tentam fechar o cerco das criptomoedas, ordenando o fechamento de várias plataformas de câmbio e proibindo a prática conhecida como ICO (initial coin offerings), uma espécie de abertura de capital na bolsa, mas feita com criptomoedas (entenda melhor).

O valor da bitcoin segue as regras de mercado, ou seja, quanto maior a demanda, maior a cotação.

Fonte: Rita Azevedo –

Site: Exame.com

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

9 Simple Reminders That Will Make You a Better Leader

Leadership can be hard, don’t make it harder for yourself.

Whenever I start to work with a new company to help it improve its leadership, the first thing I like to do is study the leaders in action and get feedback on how they are perceived by their teams.

Leadership can be difficult, but I am always amazed by the number of people who make it harder than it needs to be by forgetting some simple basics.

Here are nine things to remember about leadership that will stop you from making it more difficult for yourself than it needs to be, and help you become a better leader.

  1. As you don’t do much of the actual work, focus on making life easier for your teams, rather than harder.

A leader’s role is to increase both the effectiveness and the efficiency of the company teams to drive improvements. But adding unnecessary bureaucracy, holding long, boring meetings–especially those that could be replaced by an information email–or requesting reams and reams of reports that no one is going to read doesn’t fall into this category.

One of my former bosses used to insist on having afternoon meetings that started at 2 p.m. and would often run until well beyond 8. These were just talking shops, often with him doing much of the talking. There was very little direction setting, decision making, or support that was forthcoming. Even worse, he forbade the use of laptops, as he wanted everyone to be fully present, which meant that many had to work long into the evening to catch up on work that had been missed and emails received.

  1. Your team of experts probably knows more about their job than you, so stop telling them how to do it.

As the leader, you’re not expected to be an expert on everything. In fact, you’re expected to be an expert on leadership and getting the best out of your teams. One of the best ways to do that is to tell your teams what you want and what outcomes you are looking for, and then to leave them to determine the best way to achieve the goal.

Few things disengage teams more than having their sense of value and self-worth undercut because the boss limits their contribution to just following instructions.

  1. It doesn’t matter how long you stand behind people; it won’t make them work any faster.

Micro-management is a productivity killer. Not only that, but once you create a reputation for it, people will be reluctant to come and work for you, and many of your existing staff will look to leave.

You have to give your teams the space and freedom to succeed. It’s OK to check up on how they are doing, but don’t do it every 15 minutes.

  1. If you give a job to people who do not have the skills, the time, or the tools to do it properly, then it’s your fault if they fail.

As a leader, it’s your job to put your teams into a position to be successful. If they lack some key component, then you need to be addressing it. People won’t accept accountability if they don’t feel they can do the job, or if they don’t have everything they need to do it. If that’s the situation they find themselves in, then you haven’t done your job.

  1. Mistakes happen–it’s how people learn. If you punish everyone who makes a mistake, then people will stop trying.

Mistakes happen, and we need to be able to differentiate whether they were made out of negligence or for some other reason. If it’s negligence, then maybe you need to take action. In my experience, these cases are few and far between, and you need to create a safe environment where people can try new things without the fear of reprisals. Otherwise, you will stifle innovations and risk-taking, both of which are key to growth.

  1. Good work-life balance applies to employees as well as management.

You need to take care of the health and wellbeing of your teams, so keep an eye on excessive hours and weekend working.

Don’t create plans that rely on weekend and evening working, because when things start to go awry, and they will, the hours worked can get crazy. It’s also good to encourage people to go home if it’s getting late, especially if you are leaving. Nothing builds up resentment in a team like the boss leaving at 5 or 6 with the team having to work late to meet the schedule.

People will appreciate you more if you look after their work-life balance rather than just take them for granted.

  1. It costs you nothing to say “good job, well done,” and it might encourage people to do it again.

Recognition is one of the best tools in a leader’s arsenal. First, it costs you nothing; second, it’s actually easy to do; and third, it will motivate people to work harder. We all needs to feel like we did a good job, and recognition lets us know this. Don’t wait until people have done an unbelievable job before you praise them. Start by recognizing their effort because when you do that, it won’t be long before you recognize bigger and better achievements.

  1. You’re job doesn’t end once the orders are given; that’s actually when it starts.

Leadership is not just about giving the orders. It’s about putting your teams in a position to be successful, supporting them on the journey by removing any roadblocks they encounter, and then recognizing them for achieving success.

  1. If you don’t do the lion’s share of the work, you don’t get the lion’s share of the credit.

There are very few things that kill the relationship between leaders and their team than stealing the credit for a good job well done. I use the word “steal” deliberately, as that is exactly how your team will see this, and it will have damaging consequences for your relationship with them.

Remember, you’re a leader, not a pirate–you’re not entitled to the largest share of the credit.

In fact, I would encourage you to give all the credit to the team, which will make them appreciate and respect you more as a leader.

Don’t make leadership any harder than it has to be. These simple reminders are not only easy to implement but they will also have a very positive impact on both results and your reputation.

 

Fonte: Inc. Today’s Must Reads

By Gordon Tredgold, Founder and CEO, Leadership Principles

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

A dificuldades de acreditar em si mesmo

Como um fracasso pode ser positivo? Porque é a única maneira de realmente aprender. Por exemplo: você pode ler um livro de matemática, mas até que você tente e falhe, você nunca vai ver onde está sua falta de compreensão. A melhor forma de aprender algo é estudá-la um pouco, fazer testes práticos, cometer erros e então aprender um pouco mais.

Como erros podem ser positivos? Eles são pequenas partes do feedback necessário para você crescer e aprender.

Como ser rejeitado é positivo? Significa que estou crescendo além da esfera do absolutamente aceitável pela sociedade. As melhores pessoas da história não eram aceitas socialmente: aqueles que falavam verdades como Sócrates, Jesus, Gandhi, Proudhon, Bakunin e Martin Luther King Jr, o defensor dos direitos dos animais Peter Singer, o pioneiro na “desescolarização”, John Holt, ativistas dos direitos das mulheres, abolicionistas, e tantos outros. Essas coisas que nós temos medo são, na verdade, desejáveis. Precisamos aprender a vê-las dessa forma e abraçá-la, abandonando o medo.

Quando conseguirmos ficar bons nisso – o que requer bastante prática – nós poderemos começar a remover as coisas que estão nos prendendo.

O poder da positividade nunca foi tão importante como na sociedade de hoje. O estado atual do controle que a Internet introduziu cria sentimentos mistos sobre o que devemos fazer, ser, e aquilo que devemos alcançar.

Às vezes, você pode sentir que está perdido, que não está no caminho de se tornar a versão de si mesmo que imaginou. As citações a seguir são para esses momentos.

Todos nós temos o poder de decidir os pensamentos que governam nossas mentes – ninguém pode roubar esse poder de nós.

1.Às vezes, é preciso atingir o fundo, a fim de realizar as grandes mudanças que irão trazer a nova vida.

2.Ter confiança e acreditar em si mesmo é fundamental para o sucesso vir. Se você não tem confiança para acreditar em si mesmo, persista até consegui-la.

3.Evite seguir a multidão e seja ousado o suficiente para acreditar que você pode mudá-la.

4.Crie um conjunto de valores e siga-os durante sua vida. Seja original – isto é o que realmente faz você humano.

5.Sucesso não é nada além do que o resultado de consistência e muito trabalho. Desenhe objetivos, seja consistente e continue trabalhando para eles.

6.Não tenha medo de falhar. Assuma riscos e saia da sua zona de conforto, esta é a única maneira de alcançar o sucesso – constantemente estar em situações nas quais você pode falhar.

7.Aqueles que têm sucesso são os que agem sobre as oportunidades que lhes são apresentadas. Perceba que a preparação é a chave para utilizar as oportunidades.

8.As falhas devem estar presentes em sua vida. Caso contrário, você não estará desafiando a si mesmo o suficiente.

9.Use as suas capacidades humanas para ajudar a capacitar outras pessoas a se tornarem as melhores versões de si mesmas.

10.Você tem que pelo menos tentar. Se não tentar, não vencerá.

Fonte: Life Hack

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

Recursos Humanos……ou Desumanos!!!!!

Existem momentos na vida profissional em que nos deparamos com a interrupção abrupta do nosso contrato de trabalho, seja por vontade pessoal, quando decidimos investir em outro emprego, outra carreira, empreender, etc., ou por vontade da empresa e ai enfrentamos um processo de demissão, a maioria dos departamentos de Recursos Humanos das empresas não está preparado para dar o suporte e orientação ao funcionário demitido.

Os RH’s são em sua maioria gerido por pessoas pouco capacitadas para dar suporte emocional a pessoa que está sendo desligada e não é por acaso que essa falta de suporte e inabilidade de se lidar com situações demissionárias acontecem em empresas de médio/grande porte.

Hoje a maioria dos serviços de RH são terceirizados e dificilmente estão lotados no site de trabalho dos empregados, apenas umas poucas pessoas administrativas ficam à disposição para encaminhamento de solicitações as quais nunca são resolvidas com a devida urgência a qual os colaboradores necessitam.

A atuação dos RH’s fica ainda mais complicada quando se trata de chão de fábrica, onde os colaboradores se quer conseguem se comunicar afim de levantar solicitações e/ou necessidades do departamento.

Abaixo anexo um exemplo com um texto de Rogério Cher sobre transição de carreira, com exemplo da atuação do Departamento de Recursos Humanos em um processo de demissão…ou será Desumanos??

Recursos desumanos

Ram Charan, em seu livro Liderança na era da turbulência econômica, relata a história de uma grande empresa de Wall Street. Quando dois de seus empregados voltavam do almoço, no outono americano de 2008, um deles passou o cartão de acesso pela catraca e conseguiu entrar. O outro não. Quando o primeiro empregado usou seu cartão para deixar o colega entrar, um guarda da segurança abordou os dois. Disse ao primeiro que poderia subir, mas o segundo foi informado de que, a partir das 12 horas daquele dia, não trabalhava mais para a empresa. Deveria falar com uma pessoa do RH, na sala 312, para mais informações.

Para Charan, a despeito das necessidades de cortes de pessoal, as empresas precisam evitar o que denominou de “cruel política” de recursos humanos. Bem, neste caso, que política? Que recursos “humanos”?

É claro que a experiência da demissão determinará o grau de dificuldade que o indivíduo terá em sua transição. Histórias assim não ajudam em nada! Haverá dor, tristeza e ressentimento para cuidar.

Depois da demissão é preciso trabalhar na sua transição

Existem pessoas em transição que não precisam esperar nada para iniciar seus movimentos de mercado e seus contatos, com vistas a um novo passo em suas carreiras. Há outros indivíduos – como no caso do funcionário bloqueado pela catraca, certamente – que precisam dar um passo para trás, recolher as correntes da mágoa para então postular uma nova posição no mercado. Nestes casos, o início da transição pressupõe uma etapa de reflexão. Mas refletir sobre o quê?

Na verdade, todos podem se beneficiar de uma boa reflexão, sobretudo quando relacionada a dois objetivos claros: ampliar autoconhecimento e buscar clareza quanto à visão de futuro. Esse é um túnel pelo qual entramos e em cujo trecho final enxergamos a decisão do nosso próximo passo.

É na fase de reflexão que revisitamos nossa história de vida, que nos permite identificar crenças alavancadoras e restritivas que construímos em razão das diferentes experiências em nossa biografia. É nesta etapa que exercitamos a reflexão sobre nossos estilos e motivadores, nossas satisfações, insatisfações, características pessoais, competências e realizações. De igual modo, este é o momento para ampliar a consciência sobre valores e interesses próprios. Tudo isso torna mais nítido o futuro preferido, que deve ser desejado, idealizado e planejado, tendo nosso propósito de vida como “guarda-chuva” das escolhas que faremos pelo caminho.

Uma boa transição passa por experimentos práticos

É fácil perceber o benefício que tiramos de uma boa reflexão. Precisamos, no entanto, estar alertas para que a reflexão:

1) não sirva de desculpa para não agir e seguir em frente;

2) não esconda nossas reações emocionais diante da transição.

Uma boa dica a esse respeito é sugerida por Herminia Ibarra, em Identidade de carreira. Essa professora, com a autoridade de alguém que lecionou comportamento organizacional em Harvard, Yale e Insead, sugere que a fase de reflexão seja acompanhada por experiências práticas, que possibilitem ao indivíduo testar novas atividades, novos relacionamentos e possíveis novas narrativas para sua continuidade da carreira.

O principal argumento é o de que sabemos quem somos quando vemos o que fazemos, ou seja, o autoconhecimento é mais pleno quando a reflexão vem acompanhada por testes e experiências investigatórias e exploratórias. Trata-se do método “testar e aprender”, ou “conhecer-fazer”, capaz de construir autoconhecimento por meio de experiências práticas e interações com outros indivíduos. Como escreveu Herminia:

“O aprendizado é circular e interativo; praticamos ações, um passo de cada vez, e respondemos às consequências dessas ações até que um padrão inteligível eventualmente comece e se formar. O autoconhecimento necessário não é nem uma “verdade interna” nem um “dado a ser computado” que possa iluminar o caminho no início do processo; é mais informação tangível sobre nós mesmos em relação a possibilidades específicas – informação que se acumula e se desenvolve durante todo o processo de aprendizado.” 

Em outras palavras, aja enquanto planeja! Não fique paralisado diante de um megaplano teórico. Combine ação com planejamento. Faça experimentos e busque pequenas e importantes vitórias. As maiores lições e pistas virão dessas experiências e dos relacionamentos que construir em torno delas.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE.

 

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

É hora de Fazer Planejamento Financeiro!!!!

 

Planejar as finanças pode ser algo bem menos complicado e sair mais barato do que você imagina, bastando um pouco de disciplina e atenção. Veja algumas simples dicas para facilitar o planejamento financeiro

Comece a fazer o planejamento financeiro o quanto antes

Geralmente os empreendedores deixam para pensar em fazer um planejamento financeiro quando começa o ano. Isto já é um grande passo, pois é o momento em que a ficha cai: é preciso planejar as finanças. O ideal, contudo, é começá-lo por volta do Terceiro Trimestre do ano anterior, para que no início do novo ano você já esteja preparado.

O primeiro passo do planejamento financeiro é fazer um orçamento anual. Não fez o orçamento ainda? Não se desespere, mas comece o quanto antes! Comece fazendo uma estimativa do quanto irá receber e o quanto irá gastar, com base no seu histórico e seus planos de crescimento. Seja realista e sempre dê preferência para um cenário mais conservador. Afinal de contas, estar à frente de um negócio é estar cercado de incertezas.

Considere a ajuda de um Consultor

Vários aspectos no campo das finanças merecem atenção especial, especialmente quando se está começando o negócio. Mesmo se você já for um empreendedor experiente terá que pensar na organização do fluxo de caixa, na necessidade do capital de giro, os processos das contas a pagar e a receber, impostos, entre outros. Tudo isso influencia na sua capacidade de fazer o planejamento financeiro.

Se você percebe que essas coisas não estão organizadas em sua empresa, e não tem a segurança de que seu time é capaz de realizar um bom Planejamento Financeiro, pode ser interessante contar com o auxílio direto de um Consultor Financeiro. Esse profissional pode auxilia-lo na realização de um bom PF alem de treinar o time local com orientações financeiras que levam em conta as características individuais do negócio.

Registre e acompanhe regularmente as operações financeiras

Mesmo que você não contrate um consultor, algumas ações básicas já podem te ajudar a não cair nos principais erros da gestão financeira e a preparar o terreno para um bom planejamento financeiro.

Organizar um método de registro das contas a pagar e das contas a receber na empresa é superimportante para se ter pleno controle do seu capital e poder analisar sua saúde financeira. Mas não basta registrar, é preciso monitorar cada lançamento para perceber como as finanças estão caminhando.

Com a gestão de controles o administrador será capaz de fazer projeções de uma maneira simples de todas as entradas e saídas de caixa da empresa com muito mais precisão, além de entender como suas finanças vêm progredindo com o passar dos meses.

Corte os Gastos Supérfluos

Diminuir e/ou extinguir de vez aqueles gastos desnecessários ou que não agregam valor é uma iniciativa que poderá render ótimos frutos no futuro quanto a otimização de caixa. Ainda que algumas coisas possam parecer essenciais, sempre é possível reduzir gastos ao fazer o planejamento financeiro.

É importante entender o de forma clara a diferença entre Custos, Despesas e Perdas,esse conceito é importante para analisar o que realmente pode ser cortado. Além de aumentar os lucros da empresa, você terá foco no que é essencial, evitar desperdícios de caixa é fundamental.

Utilize um Software

Um bom software financeiro pode mudar o seu trabalho,

Um bom sistema de controle financeiro irá ajudar sua empresa a controlar o seu fluxo de caixa, as contas a pagar e a receber, impostos, ver relatórios e gráficos de resultados financeiros, interagir com produtos de bancos, etc.

Com o planejamento financeiro não é diferente. Com um bom sistema de controle financeiro você tem acesso fácil ao seu histórico de gastos e ganhos. A empresa poderá utilizar dados históricos para planejar o futuro com muito mais embasamento. Para um bom planejamento financeiro a utilização de software de gestão financeira é bastante recomendável.

Implemente a cultura de planejamento em seu time, seja para as mais simples tarefas até aquelas que exigem uma complexidade maior.

 

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

O Poder de um “Bom Dia”

Poucas pessoas ou até mesmo  quase nenhuma sabe o poder de entrar no ambiente de trabalho, academia, loja, etc. e dar um simples “Bom Dia” e se vier acompanhado de um sorriso, seu efeito é ainda melhor.

Este simples ato é mágico e transforma a receptividade de quem o recebe, o ambiente fica mais leve, as pessoas sorriem, e nada melhor que um ambiente leve para começar o dia.

Seja no ambiente de trabalho ou em qualquer outro lugar, o bom dia deve ser generalizado, desde o mais alto nível da hierarquia até o menor…lembre-se todos tem sua importância…dar um bom dia nada mais é do que uma demonstração de educação.

Temos que exercitar o bom dia, os resultados são fantásticos, até mesmo quando não começamos bem o dia.…quando você dá um bom dia, o coração se acalma, as pessoas sorriem, o ambiente fica leve e você se sente muito melhor para enfrentar seu dia.

Quer fazer um teste, exercite…bom dia!!!!

 

PS: abaixo uma simples historia já bastante replicada, mas, um bom exemplo do poder de um bom dia!!

Conta-se uma história de um empregado em um frigorífico da Noruega.

Certo dia ao término do trabalho um empregado foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. 
Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Já estava quase meia hora preso e debilitado com a temperatura insuportável.
De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de ter sua vida salva, o homem perguntou ao vigia:
– Por que você abriu a porta da câmara se isto não faz parte da sua rotina?
– Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e você É o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã você disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei até o encontrar.

 

Mauricio A. de Paula

http://www.treasurybusiness.com.br

e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br