3 Keys to Happiness

Here Are the 3 Keys to Happiness, According to a 79-Year Harvard Study

You don’t have to go to Harvard to be happy. Just exit or repair toxic relationships, strengthen ties to family and friends, and build new relationships.

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For insightful answers to some of life’s biggest questions, you could do worse than asking Harvard researchers to investigate. Near the top of such questions is this: “What makes people happy?”

Harvard started looking into this in 1938 when the Harvard Study of Adult Development kicked off. Over 79 years, researchers tracked 724 men — one group was Harvard College freshmen, the other men from the poorest parts of Boston.

The most important finding of this study is that health flows from how happy people are with their relationships. If people are isolated or suffer from conflict-ridden relationships, their health and happiness deteriorate. If people have good relationships with family, friends, and the community, they live longer, they’re healthier, and they’re happier.

Here are three things I think you should do to benefit from the findings of this study.

  1. End or repair toxic relationships.

The Harvard study found that living in conflict is bad for people’s physical and emotional health. Fixing toxic relationships is the most time-sensitive problem in a person’s life. Health and happiness can improve most quickly by making a change in any relationship that leaves you feeling tired of fighting at the end of each day.

You could either end the relationship altogether — or seek counseling to try to repair the relationship. But the key thing to remember is that you will never be happy as long as you stay in toxic relationships. The pain of ending such relationships may be extreme in the short run — but the longer-term benefit for your health and happiness will more than offset that pain.

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  1. Revive and strengthen relationships with family and old friends.

Don’t let your relationships with family and old friends go stale. Instead, put energy into making those ties fresh by doing new things together. If you can’t see these people as often as you used to, find ways to keep in regular contact.

Robert Waldinger, the director of the Harvard study and a Harvard Medical School psychiatry professor, said it doesn’t matter how many friends you have — but the quality of your close relationships is vitally important.

He said all your close relationships should be “good, warm, and close.” Indeed, he found that as people age, such relationships will help them cope with challenges such as physical pain. Conversely, people in relationships that are full of conflict find that any physical pain they suffer is compounded by emotional pain.

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  1. Keep building new, positive relationships.  

A logical corollary of the first two suggestions is that you should keep cultivating new relationships as you age. After all, people you’ve known since you were younger may move away or get too consumed by their daily challenges to make time for continuing the old friendships.

If you can find a way to build new, positive relationships, you will keep your mind active and enjoy the benefits of both the joy and support from the new relationships combined with the closeness and ease of the relationships you’ve built with family and friends.

I’ve found that teaching college is a great way to do this. Relationships built with professional colleagues and students are a source of satisfaction. It feels to me as though helping people starting out in their careers is a good thing to do. And helping new students and ones who have graduated is a life-affirming activity.

Do these three things and happiness, health, and long life could be yours.

Source: Site Inc

By Peter Cohan

Mauricio A. de Paula

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O Brasil é maior que todos e todos nós somos o Brasil

Pessoal bom dia!!!!

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 Tenho acompanhado nestes últimos dias uma série de entrevistas nos canais de Televisão com a finalidade de me informar e dar direcionamento ao meu voto, e, o que tenho visto são absurdos atrás de absurdos.

Fica muito claro que até o momento estamos recebendo as mesmas baboseiras de sempre nas campanhas eleitorais, promessas, promessas e mais promessas, porem sem nenhuma base sólida de como e quando serão realizadas e o mais importante, de onde sairá o dinheiro para tal realização.

Fica muito claro também a tendência destrutiva de alguns jornalistas a alguns candidatos, jornalistas este que ao invés de perguntarem sobre projetos de reconstrução do país, ficam na retórica de ações passadas dos candidatos.

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A polarização entre esquerda e direita nunca ficou tão clara e o que mais me surpreende é que alguns candidatos se acham renovadores e salvadores da pátria, mesmo depois de todos eles já militarem na política por tantos anos (Ex Governadores, Ex Prefeitos, Ex Deputado e Ex Ministros) e nada ou quase nada fizeram para mudar nosso status atual…não defendo nenhum deles, pois, como já disse a maioria frequenta as urnas a muito tempo.

Nosso desafio é muito grande e o que está em jogo são pessoas e vidas humanas, apesar do atual governo se elucubrar de suas realizações, continuamos com a maior taxa de desemprego e a maioria dos estados da federação quebrados e tudo isso por má administração e corrupção.

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Temos problemas básicos e urgentes a serem resolvidos, tais como, a violência na maioria dos estados, a situação caótica da educação, desemprego que assola os brasileiros e o maior desespero de todos e a situação da saúde em nosso país, pois, não é humanamente possível vermos pessoas morrendo por falta de atendimento clinico e hospitalar…..ver pessoas jogadas como lixo nos corredores de hospitais os quais muitas vezes se fossemos olhar com senso crítico, estes nem deveriam estar funcionando, pois não tem condições mínimas de funcionamento…goteiras em salas de cirurgia, enfermarias com mofo, falta de medicamentos, etc, etc.

E toda essa situação criada por políticos e apadrinhados que utilizam carros blindados, filhos em escolas particulares e/ou fora do país e Hospitais particulares de primeira linha.

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Eu teria muito mais coisas a escrever, mas, não quero perturbar o leitor com situações mais que conhecidas por todos nós. Meu desabafo aqui tem a intenção de alertar as pessoas para que reflitam friamente antes de dar seu voto…pensem bem e olhem a situação como um todo sem paixões, sem egoísmo…o Brasil é maior que todos e todos nós somos o Brasil.

Bom voto a todos!!!!!

Mauricio A. de Paula

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Líder de primeira viagem! E agora?

Foi convidado para um cargo de liderança? É líder de primeira viagem? E agora?

É claro que todos sabem que um dos maiores anseios de qualquer profissional ativo no ambiente corporativo é a tão reconhecida promoção, não é mesmo? Todos – desde aquele estagiário recém-contratado até o profissional que está há anos na empresa – sonham ver seu trabalho reconhecido por meio da ascensão de sua carreira e, consecutivamente, a ascensão financeira. Afinal, quem nunca se imaginou se destacando como um líder?

Se compararmos essa ascensão com uma escada, podemos dizer que há profissionais que, estando no primeiro degrau, sonham estar no segundo ou terceiro degrau, mas há aqueles que ambicionam o topo!

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Qual desses perfis você se encaixa?

Enfim, independente do degrau que você queria estar, saiba que equipes sempre estarão sob o seu comando. Sim, pois é!

Você pode estar liderando uma pequena equipe, um setor ou uma empresa toda! Independentemente quem e quantos são seus liderados, você, como líder, enfrentará desafios e obstáculos durante toda a sua caminhada. E, é por isso que é preciso estar preparado!

Você está preparado?

Mas, e se você for líder de primeira viagem? Os desafios são maiores? Quais as maiores dificuldades? Como começar?

Quantas questões, não é? Saiba que esses são os principais questionamentos que passam na cabeça daqueles que, pela primeira ou segunda vez, estão mudando de “degrau”, ou seja, os líderes de primeira viagem, mas, em primeiro lugar, é preciso desconstruir a crença de que o líder mais experiente é necessariamente melhor.

Se o mundo muda (e muda todos os dias), o líder – experiente ou líder de primeira viagem – precisa acompanhar esse movimento.

É claro que vemos diariamente inúmeros líderes de terceiro, quarto … décimo “degrau” que, pelo fato de se acharem especialistas, “estacionam” no tempo, ou seja, param de ver as novas tendências, de se aperfeiçoarem, de buscarem por novas alternativas para aumentar a produtividade da equipe etc.

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Na verdade, não devemos separar líderes de primeira viagem e os líderes experientes. É preciso pensarmos em:

– Líderes de primeira viagem que se prepararam uma vida inteira para determinada posição (os líderes natos); e

– Líderes que assumem a liderança sem ter se preparado para isso.

Esse segundo tipo de líder, muito provavelmente faz carreira, mas passam mais aperto porque eles não se prepararam para todos as adversidades que todo líder enfrenta.

Mas, e aqueles que se prepararam? Aqueles que não eram líderes, mas sonhavam e foram se preparando? O que eles fizeram?

Eles foram atentos! Diante de suas experiências em outras funções e, até mesmo, como subordinados, eles olharam a sua volta e viram aspectos que precisavam ser encarados de outra forma. E quais aspectos estou falando?

– Como dar feedbacks de uma maneira construtiva;

– Como trabalhar a empatia em ambientes corporativos;

– Como aumentar a produtividade da equipe;

– Como lidar com situações difíceis;

– Como aperfeiçoar a comunicação com as outras pessoas;

– Etc.

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Ou seja, todas as questões e pontos que o profissional precisa desenvolver para não ser um chefe autoritário, mas um líder com autoridade

Enfim, o que é preciso saber é que o líder de primeira viagem terá um caminho muito mais fácil se ele já tiver pensado que ele precisa caminhar com a equipe e não ir sozinho, pois para que ele se mostre um líder com autoridade, ele precisa inspirar aqueles que estão ao seu redor e, também, se sentir inspirado.

Em resumo, é preciso estar se preparando há algum tempo porque isso é um caminho, ou seja, é aprendizado para uma vida toda. E então, se aperfeiçoar no que se refere à habilidade de liderar, ao domínio da argumentaçãoinfluência e persuasão etc. facilitará (e muito) para o dia que ele for convidado para assumir um cargo de liderança.

Texto Original de Laila Vanetti (Mentora e Especialista em Escrita Persuasiva, Liderança e Argumentação. Fundadora da Scritta Cursos e Consultoria)

Mauricio A. de Paula

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Exterior anima, mas Risco Eleitoral continua.

Pessoal, esse texto é bastante interessante e da uma boa ideia de como mesmo com a melhora no Exterior o cenário eleitoral afeta nossa economia de mercado.

**O texto foi originalmente publicado em A Bula do Mercado

O cenário externo pode continuar dando a contribuição para mais um dia de menor pressão sobre os ativos brasileiros, após o acordo comercial entre Estados Unidos e México alimentar esperanças de uma solução com a China, mantendo o apetite por risco lá fora. Mas a incerteza no cenário eleitoral tende a continuar trazendo volatilidade ao mercado financeiro local.

Sem a previsão de divulgação de pesquisa sobre a corrida presidencial por ora, o foco se volta para a entrevista de Jair Bolsonaro no Jornal Nacional, à noite. Além disso, os investidores também devem ficar atentos aos próximos julgamentos na Suprema Corte (STF). Hoje, a Primeira Turma deve decidir se o candidato do PSL pode virar réu mais uma vez, sob acusação de racismo.

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Já na semana que vem, o Supremo deve voltar a discutir a liberdade do ex-presidente Lula. O relator da Lava Jato na Corte, o juiz Edson Fachin, liberou para o plenário o julgamento do recurso ao habeas corpus negado em abril, antes de o líder petista ser preso. A previsão é de que o tema entre em pauta até o dia 13 de setembro.

Esse noticiário político-jurídico deve redobrar a cautela nos negócios por aqui, reduzindo o ímpeto do mercado doméstico de seguir o ambiente externo. Por lá, os investidores seguem animados com o anúncio feito ontem por Donald Trump, de que EUA e México revisaram partes importantes do Nafta e chegaram a um “grande” acordo comercial.

Porém, o chefe da Casa Branca disse que não é o momento certo para retomar as negociações comerciais com a China, reduzindo as expectativas quanto ao fim de um impasse com Pequim. Com isso, os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram na linha d’água, um dia após o Dow Jones encerrar um longo período de correção, que durou seis meses.

Já as principais bolsas europeias estão em alta, pegando carona com os ganhos da véspera em Wall Street, o que também embalou o pregão na Ásia – exceto em Xangai, que fechou em leve baixa. O yuan chinês (renminbi) voltou a fechar mais forte em relação ao dólar, após o Banco Central local (PBoC) fixar a maior taxa diária de referência em 14 meses.

Nas demais moedas, o peso mexicano devolve parte dos ganhos de ontem, na esteira do acordo firmado entre Trump e o presidente Enrique Pieña Neto. Agora, as atenções se voltam para o Canadá, que, por enquanto, ficou de fora do “grande acordo”. A lira turca também recua, diante da ausência de solução desde as sanções impostas pelos EUA contra Ancara.

Com isso, o otimismo em torno do acordo EUA-México pode estar apenas ofuscando os problemas que a Casa Branca vêm enfrentando, seja em relação às tensões geopolíticas, à guerra comercial ou mesmo aos dramas legais envolvendo Trump, em meio à proximidade das eleições legislativas (mid term elections) no país. Por isso, os ganhos dos ativos de risco continuam frágeis e a melhora de ontem pode não ter passado de um repique.

Por aqui, o radar segue no início da propaganda eleitoral dos presidenciáveis em cadeia nacional de rádio e televisão, no dia 1º de setembro. A expectativa do mercado é de que a campanha tenha reflexos nas próximas pesquisas e a principal aposta é de que o candidato preferido entre os investidores, Geraldo Alckmin, ganhe a preferência também do eleitorado.

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Afinal, o tempo de exposição do tucano durante o horário político será de mais de cinco minutos, após o acordo firmado entre o PSDB e o Centrão. Trata-se da maior fatia em relação aos adversários e Alckmin pretende usar essa vantagem para mirar “inconsistências” de Bolsonaro, desidratando o líder nas pesquisas, no cenário sem Lula.

Os mais recentes levantamentos trouxeram o ex-governador de São Paulo com menos de dois dígitos entre as intenções de voto, ao mesmo tempo em que cresceu o temor de o PT disputar o segundo turno do pleito contra o PSL. A não subida do tucano e a chance de um segundo turno entre “extremos” içaram o dólar para R$ 4, aumentando o prêmio de risco do Brasil.

Com o segundo maior tempo na TV, mas equivalente à menos da metade do de Alckmin, está o PT. Aliás, a defesa de Lula tem até quinta-feira para se pronunciar sobre os pedidos de impugnação da candidatura dele à Presidência da República. No dia seguinte, quando começa o horário político, pode ter início o julgamento em relação ao registro do ex-presidente.

Porém, a tendência é de que o caso só seja avaliado na próxima semana. Até uma decisão final sobre a inelegibilidade de Lula e a permanência dele na campanha, o mercado local deve ficar mais volátil. Ao mesmo tempo, Bolsonaro vai conquistando a simpatia dos investidores, com o seu provável ministro da Economia, Paulo Guedes, dando suporte às ideias liberais.

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Com isso, o noticiário sobre as eleições de outubro tende a seguir no radar dos investidores. Ainda mais diante de uma agenda econômica fraca, que só ganha força a partir de amanhã. Hoje, o calendário do dia traz apenas a confiança da indústria brasileira (8h) e do consumidor norte-americano (11h), ambos referentes ao mês de agosto.

Texto Original escrito por Olivia Bulla (Top Voices LinkedIn 2016 Jornalista e Especialista em Economia e Mercado Financeiro)

Mauricio A. de Paula

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6 Práticas que me ajudaram a virar DIRETOR em uma Megaempresa

Você busca ascensão profissional, mas aguarda oportunidades para galgar cargos e desafios maiores? Que tal criá-los você mesmo?

A maioria das vagas de gestão em grandes empresas que possuem características meritocráticas costumam ser ocupadas por colaboradores internos que se destacam, mas a dificuldade de quem almeja crescimento está na VISIBILIDADE.

Muita gente fica chateada quando a empresa busca profissionais no mercado sendo que existe capacidade interna para ocupar aquela cadeira, mas tão importante quanto a experiência e o conhecimento técnico, passar segurança em situações difíceis te elevará a uma competência requisitada a cargos de alta gestão. Estes momentos “mágicos” de provação podem te levar ao auge corporativo se você tiver a atitude correta!

Aos 26 anos eu já possuía razoável bagagem técnica e operacional, mas foi a postura de me colocar à disposição em projetos importantes de integração que as coisas aconteceram. A empresa se tornaria maior com aquisições e eu aproveitaria esse “momento mágico” para colocar meu trabalho na vitrine. Apesar de não ter nenhuma vaga aberta na época, busquei consolidar minha posição de liderança e referência técnica. Um ano depois, com a integração concluída, finalmente veio o convite para assumir uma diretoria.

 “O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las” – Francis Bacon

Mesmo que a oportunidade em si ainda não existir oficialmente, é preciso se utilizar destes momentos para se destacar e mostrar que além dos requisitos técnicos você já tem maturidade comportamental perante as dificuldades: a tal “casca grossa”.

Mas como ganhar visibilidade gradativamente? Algumas estratégias que usei na minha caminhada podem te auxiliar. É claro que tudo depende da cultura da empresa que você está inserido, em algumas delas você terá mais abertura para exercitá-las, outras nem tanto. Portanto não encare essas boas práticas como uma receita de bolo, adapte a sua realidade, teste em seu ambiente e busque outras práticas que possam complementar a busca por seu propósito.

#1 Valores

Eles não são um diferencial e sim pré-requisitos para ser, primeiramente, aceito na cultura da companhia. Suas ações devem corresponder, em qualquer ocasião, com os valores da empresa. Pequenas atitudes que possam parecer inofensivas acabam interferindo em como você é visto por colegas, pares e gestores, podendo atrapalhar sua visibilidade. Partilhar do propósito da empresa como parte de sua vontade pessoal também deixa as coisas mais fáceis!

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#2 Competências técnicas no início da carreira

Conforme você vai se aproximando das linhas mais altas da hierarquia, mais generalista você precisa ser. Uma visão holística de toda a empresa te permite atacar diversos assuntos e contribuir em discussões mais estratégicas. Por outro lado, é necessário ter conhecimentos técnicos prévios e profundos para se tornar referência em metodologias de gestão, criando assim um alicerce que interesse ao board para te convidar de reuniões como estas. No início de carreira, buscar certificações profissionais relacionadas a métodos de gerenciamento como gestão de projetos e de processos, te darão munição para atuar na identificação de causas-raízes de problemas e na montagem mais rápida de soluções. (No meu caso fiz ambas: (PMP e CBPP).

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Ganhar espaço e visibilidade contribuindo com a solução de problemas é um fator determinante para que diretores e vice-presidentes tenham confiança em você, te dando terreno para participar cada vez mais de reuniões importantes na empresa.

#3 Migração gradativa para a gestão

Um dos erros mais comuns entre gerentes e coordenadores que buscam crescimento é a paixão cega pela operação. A maior dificuldade para se realizar uma transição segura entre cargos médios para a alta gestão está justamente no desprendimento da especialização de seus conhecimentos e funções, migrando gradativamente para a gestão de indicadores e tendo uma visão sistêmica de processos.

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Enquanto problemas menores chegarem até você para solução, você nunca estará pronto para buscar um novo patamar, já que seus diretos não possuem ainda senioridade para solução e/ou por você não dar o espaço necessário para o crescimento dos mesmos. Delegue mais e permita que seu time busque mais autonomia.

#4 Mostrar resultados diariamente

Outro desafio comum durante a transição de uma carreira média para a alta gestão é o interesse por números. Mais do que gerir indicadores de sua própria área, é importante avançar no conhecimento de números capitais para a empresa, sabendo como apoiá-los, ligando seu trabalho à esta contribuição.

Encontre conexões entre o esforço do seu time com indicadores importantes e crie vínculos para demonstrar como você pode ajudar ainda mais nos resultados da companhia. Tenho dois exemplos muito claros de como fazer esse link:

  1. Se sua área realiza uma operação interna que subsidia a captação de novos clientes, tente vincular o seu esforço a uma parcela desta captação, mostre que sem seu trabalho ou com melhorias que você vem fazendo este indicador seria menor, logo menos receita estaria entrando;
  2. Se sua equipe trabalha com uma operação burocrática, mas essencial para o processo, tente vincular melhorias que você vem fazendo e que contribui com a redução de custos, melhorando assim o resultado da empresa.

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Números como estes saltam aos olhos de qualquer executivo, já que resultados financeiros são importantes para investidores. Mostrar benefícios, através de corte de despesas ou de ganhos de receita são táticas infalíveis para você ganhar espaço na pauta da alta gestão de qualquer empresa.

#5 Apoiar proativamente áreas deficitárias da empresa

Esta estratégia deve ser feita com muito cuidado. Demonstrar empatia e ser solidário ao auxiliar outras áreas que estão fora do seu escopo de trabalho deve ser algo natural para não ser caracterizado como arrogância.

Ser referência no apoio de áreas pares, demonstra sua capacidade de entender outras partes da empresa e que dispõe de tempo dando assim dois recados importantes: (1) imagina-se que sua própria área está andando bem e que o seu time já tem autonomia e (2) senioridade para “tocar” sozinho a operação.

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Ser reconhecido por estar sempre disposto a ajudar é uma boa característica para alcançar novos patamares de gestão dentro de sua empresa.

#6 Se interessar pela estratégia

Pensar no futuro e parar de apagar incêndio. Outra importante habilidade que deve ser absorvida e trabalhada por quem espera assumir uma cadeira na alta gestão. Enquanto seu interesse for apenas na operação, significa que você e sua equipe ainda não estão prontos para uma busca maior, seja você para uma diretoria e alguém do seu time em seu atual cargo.

Quando te “sobra” tempo para ajudar outras áreas e pensar no futuro, quer dizer que está mais próximo de um cargo estratégico.

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Eu sempre dediquei tempo com meu time para pensar no futuro. Tentava buscar referências na estratégia da empresa como um todo para desenhar com a equipe nosso próprio plano para os próximos 1, 2, 5 anos. Foi desta maneira que comecei a exercitar pensamentos de longo prazo, determinar a criação de novos projetos e estabelecer indicadores linkados com o negócio.

Apesar de se dedicar profissionalmente para uma ascensão, a verdade é que nunca estamos totalmente prontos para uma nova função, mas se você busca um cargo maior de liderança, exercitar diariamente estas 6 estratégias te deixará mais próximo de habilidades e competências exigidas quando uma possível vaga de diretoria aparecer na sua frente.

Texto original de Eberson Terra – Linkedln

Mauricio A. de Paula

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Qual é sua disposição de dar a cara a tapa?

Imagine a situação em que você faz parte de um grupo de trabalho, onde cada integrante é responsável pelo gerenciamento de suas próprias ações. Tudo no mais moderno estilo gestão horizontal, no qual os profissionais têm autonomia para tomar suas próprias decisões.

A vida segue tranquila. Todos têm cumprido prazos, o cliente está feliz com as entregas e as metas estão sendo alcançadas. Nada para impedir que os comunicados dos status das ações sigam o fluxo via relatórios online, troca de e-mails ou calls pontuais.

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Eis que, de repente, surge uma crise. E agora, de quem é a responsabilidade de manter o otimismo do time, mapear a situação, reorganizar as tarefas? Não basta apenas utilizar o poder de comunicação para acalmar o cliente. É preciso colocar a mão na massa e fortalecer esse laço com ele por meio de uma postura comprometida.

Por mais que as estruturas de trabalho se modernizem, todo grupo de trabalho precisa ser integrado por um profissional com perfil para nortear o time, falar por ele e reavaliar o rumo em momentos de alto estresse. Não estou referindo-me a porta-vozes e nem necessariamente a profissionais com cargo de chefia, mas sim àqueles que chamam a responsabilidade para si e partem em busca da melhor solução, com inteligência emocional, maturidade e habilidade para se comunicar com diferentes níveis hierárquicos, se for preciso.

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Só conhecemos um líder nato – independentemente do cargo que ocupe – em momentos de crise, e a ausência dele em situações adversas tende a criar um espiral negativo no grupo.

E na sua empresa, qual tem sido o desempenho das lideranças?

Colaboração: Fernando Mantovani – Diretor Geral da Robert Half

Mauricio A. de Paula

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Experiência: o que realmente conta para o empregador?

Certa vez ouvi um jovem argumentar: “estou há sete anos no mercado de trabalho e já passei por cinco empresas diferentes e, com isso, eu acumulei muita experiência em pouco tempo”. Eu só concordo com o discurso se as curtas passagens forem justificadas pelo envolvimento em projetos, com apresentação de resultados que comprovem o benefício da ação para a empresa, os negócios e a carreira do empregado. Caso contrário, tenho minhas dúvidas!

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Analise comigo. Você acha mesmo possível classificar como experiência em plantação um profissional que apenas abriu buracos na terra, jogou sementes e logo partiu para procurar emprego em outra região? Para ter um currículo mais rico e atraente aos olhos do futuro empregador, não seria importante que esse mesmo profissional tivesse na bagagem a experiência de avaliar se o solo é fértil, ver a semente germinar, entender a que tipos de adversidades esse processo está suscetível na região em questão e, então, ter capacidade para mapear ações corretivas e preventivas?

É desse tipo de experiência que as empresas falam e buscam. Se o profissional ficou menos de dois anos em uma empresa, muito provavelmente ele não teve tempo para concluir um ciclo de desenvolvimento. Isso inclui desempenhar as ações que lhe forem propostas de maneira satisfatória, entender a cultura da corporação e o modelo de trabalho de pares e gestores, mapear possibilidades de crescimento dentro da companhia e avaliar a afinidade com a área em questão, entre outros fatores. E, dentro desse cenário, fazer uma autoanálise sobre pontos fortes e de melhoria dentro de suas habilidades técnicas e comportamentais.

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Não estou dizendo aqui que você deva negar uma oferta de trabalho dos sonhos porque está há pouco tempo no atual emprego. Meu alerta é sobre a necessidade de planejamento para que as movimentações na carreira façam sentido para o seu momento pessoal e profissional, evitando insegurança no futuro empregador.

Como eu disse no começo, ao menos que você tenha um histórico de atuações em projetos, o acúmulo de curtos períodos em empregos anteriores tende a classificar seu currículo como frágil. Você não quer que o mercado te veja como um profissional com pouco comprometimento, concorda?

Robert Half – colaborador: Fernando Mantovani

Mauricio A. de Paula

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