10 erros mais comuns dos gestores em períodos de crise

Bom dia pessoal, achei esse texto bastante interessante no blog da Robert Half, e repasso a vocês, espero que gostem;

As incertezas com relação ao futuro, por conta da pandemia da COVID-19, afetam a economia e, por consequência, os resultados financeiros de uma empresa. Mas a produtividade do trabalho e o desempenho das equipes também podem ser impactados em momentos de crise, gerando dúvidas em gestores sobre como atuar corretamente. Tomar decisões em um clima tão adverso não é tarefa fácil. Haja sangue frio. Por isso, cometer erros é quase inevitável. Mas você sempre pode se preparar para isso, minimizando as chances de falhar. Listamos os 10 erros mais comuns dos gestores em momentos de crise.

Divididas em quatro categorias (clima e retenção; produtividade; inovação e capacidade de assumir riscos; fortalecendo os negócios), estão algumas dicas de como lidar com cada situação.

Clima e Retenção

1 – Pensar que seus funcionários não conseguem lidar com a verdade

Falar abertamente sobre uma retração dos negócios da companhia pode ajudar as pessoas a sentirem que o gestor tem algum controle sobre a situação. O que aconteceu na última vez em que os negócios estiveram em baixa? Como a empresa superou os problemas? O que podemos aprender com aquela experiência e o que pode ser aplicado à situação atual? Explorar essas questões nas reuniões com os funcionários ou em sessões de brainstorming de menor porte fará as pessoas se sentirem mais participativas, além de proporcionar ideias bastante úteis.

2 – Culpar os gestores superiores

Se você for um gestor de nível médio responsável por transmitir as más notícias, pode se sentir inclinado a dizer aos funcionários que teria feito as coisas de forma diferente, mas que a escolha não foi sua. Embora isso possa, temporariamente, livrá-lo de qualquer responsabilidade, essa atitude passa a mensagem de que o gestor está fora de sintonia com os líderes da empresa e isso poderá ser desconcertante para seus funcionários. Ao invés disso, o ideal é apresentar as mudanças e os motivos por trás delas, incluindo o modo como ajudarão a empresa a continuar encarando os desafios.

3 – Achar que as pessoas têm sorte somente por terem um emprego

Essa suposição baseia-se na crença de que, quando a economia vai mal as pessoas devem se sentir felizes por ter uma posição estável, mesmo que não seja uma ocupação ideal. Embora isso possa ser verdade em alguns casos, é importante que os gestores tenham em mente que os funcionários mais talentosos sempre têm opções. Bons profissionais encontram oportunidades no mercado em qualquer estado da economia e não é uma boa estratégia perdê-los.

Produtividade

4 – Mania de fazer reuniões

Pesquisas apontam que o excesso de reuniões são a maior fonte de desperdício de tempo no trabalho. Apesar de o distanciamento social exigir um contato virtual frequente, cuidado com o micro gerenciamento e evite que esses encontros online se transformem em cobranças excessivas.

5 – Reduzir o treinamento

A recomendação é de cautela ao cortar o orçamento para o desenvolvimento dos funcionários, pois aprimorar qualificações poderá valer a pena no curto e no longo prazo. No entanto, é fundamental verificar se os treinamentos patrocinados pela empresa são eficazes e têm uma boa relação custo-benefício.

6 – Transformar o trabalho em uma ‘missão impossível’

As demissões e os cortes no orçamento podem significar que uma pessoa realizará as tarefas de duas, ou mesmo de três pessoas. Se este for o caso, o ideal é determinar quais deveres são críticos para a missão e focar os esforços nestas atividades. As demais tarefas devem ser delegadas ou executadas por profissionais temporários, se necessário, ou talvez seja válido adiar a execução de algumas delas. Esta adequação ajudará a evitar a sobrecarga dos funcionários ou os colocar a caminho do fracasso.

Inovação e capacidade de assumir riscos

7 – Fazer somente as coisas seguras

As fórmulas já reconhecidas e comprovadas de fazer as coisas podem ser reconfortantes nos momentos de incerteza porque são seguras. Mas, fazer somente o que é seguro nunca fez nenhuma empresa chegar muito longe. O melhor caminho é assumir riscos calculados e explorar novas possibilidades, ou as vantagens competitivas serão perdidas rapidamente.

8 – Reprimir o pensamento crítico

Ninguém quer fazer onda quando o barco já está navegando em águas turbulentas. Mas, as perguntas mais difíceis precisam ser feitas, particularmente diante de um clima econômico desafiador. Elas podem acabar contribuindo para encontrar uma solução.

Fortalecendo os negócios

9 – Não considerar os efeitos da economia sobre os clientes

Os momentos de incerteza econômica podem ser tanto um bloqueio quanto um impulso para as empresas. Pesquisar e compreender as ideias dos clientes sobre o que percebem como valor agregado poderá ajudar as empresas a adaptar melhor seus produtos e serviços aos novos tempos.

10 – Sacrificar a qualidade

Quando as pessoas estão ocupadas é mais provável que erros ocorram. É essencial não deixar que a qualidade seja afetada porque seus funcionários estão cheios de tarefas. Você criará um padrão inferior de qualidade que será difícil de reverter quando a situação voltar ao normal. Quando surgir um problema, dedique um tempo para identificar sua fonte e corrigi-lo.

Texto original da Robert Half.

Mauricio A. de Paula

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e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

O Dilema da Retomada Novo Vírus – Corruptos-2020

Quando escrevi meu primeiro texto sobre a crise que vivemos decorrente da COVID-19 em “O Dilema da Retomada”, o Brasil tinha lampejos do caminho a seguir, porem ainda muito confuso por quais decisões e medidas a serem tomadas.

Será que isso mudou? Infelizmente não, continuamos na mesma, brigas políticas entre o poder central e os governos estaduais, congresso e judiciário vivem com altos e baixos de humor e ataques.

Muitos aproveitadores tentam usar a intranquilidade para aumentar ainda mais o pânico na população, a qual, ainda muito descrente em uma solução próxima acaba abandonando as recomendações sanitárias, tentando levar a vida como se nada houvesse.

Confesso que o presidente também colabora pouco em dar o exemplo, saindo as ruas sem obedecer às recomendações e causando tumulto e aglomerações como em um franco desafio a aqueles que tem lhe criticado.

O Executivo tem enviado verbas a todos os estados da federação, a qual deveriam ser empregadas no combate a COVID-19 na compra de EPI’s e equipamentos hospitalares para o tratamento dos infectados.

Estamos no Brasil e não podemos nos esquecer que por aqui existe um outro vírus que assola principalmente os ocupantes de cargos públicos, o vírus da Corrupção. Bastou abrir-se a brecha via declaração de “Estado de Calamidade Pública” para que todos os estados seguissem o modelo do Governo Federal e fizessem a mesma declaração, e com isso foram abolidas as necessidades de Licitação para a compra de Serviços e/ou equipamentos, com esse novo ambiente propício, surgiu a oportunidade do hospedeiro CORRUPTOS-2020 infectar alguns governantes.

Governadores, Prefeitos, Secretários de Saúde dentre outros foram contaminados e começaram a apresentar os sintomas que ao contrário da COVID-19 as pessoas perdem o olfato e paladar, o CORRUPTOS-2020 provoca olfato e paladar bastante aguçado por dinheiro, sintomas de trapaças e cegueira a preços superfaturados, os quais, são decorrentes do descontrole cerebral causados pelo CORRUPTOS-2020.

O grande agravante dessa situação é que não podemos condenar nenhum país por essa infestação, pois o CORRUPTOS-2020 é de origem local e de patente brasileira.

Contra esse vírus já foi iniciada a campanha de vacinação onde a vacina PF-2020 modificada (porque o Corruptos sofre mutações permanentes) já está sendo aplicada, porém, em alguns casos internações poderão e deverão ser necessárias por períodos que podem variar entre 10 ou 15 anos.

Como é triste fazer piada de uma situação tão grave. Os poderes estaduais e municipais fizeram a farra do boi com a compra de equipamentos, EPI’s, construção de Hospitais de Campanha e contratos com empresas de prestação de serviços médicos, limpeza e manutenção com preços superfaturados.

Os governantes como sempre deram um tapa na cara da população mais necessitada, se não fossem algumas organizações humanitárias, doações de empresas e Ong’s, essa população estaria passando fome e não teria como utilizar itens de proteção contra o COVID-19.

A população brasileira precisa ter consciência da situação e colaborar para que os índices de contaminação entrem em declínio e com isso as regras de isolamento social possam ser paulatinamente afrouxadas.

Nossa economia tem que voltar a girar rapidamente para que as empresas possam voltar a contratar. A relação da economia com o emprego é direta e quanto mais gente estiver empregada maior será o consumo e mais rápido a recuperação.

O Brasil terá um PIB de épocas de guerra, ou seja, o pior de todos os tempos e a reversão desse fenômeno só é possível com emprego e consumo. Em um momento tão difícil como agora, muitas empresas seguem demitindo seus colaboradores, pois, não há consumo e pagar salários + encargos acabam sendo inviável.

O ministério da economia lançou alguns planos de incentivo (empréstimos) para os empresários de pequenas e médias empresas. Na prática poucos conseguiram obter esses empréstimos e a reclamação por parte desses empresários é geral, pois, os bancos têm colocado entreves burocráticos, garantias dentre outros requisitos o que torna bastante complicado a obtenção de qualquer valor.

Vamos ver o que nos reserva o segundo semestre, que todos nós tenhamos melhor sorte e que as vacinas contra a COVID-19 sejam seguras e aplicadas ainda esse ano.

Mauricio A. de Paula

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e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

O Dilema da Retomada

Quem imaginaria como seria o ano de 2020?

Você convocou sua equipe em meados de Setembro/Outubro de 2019 para iniciar as discussões sobre o planejamento para o ano de 2020.

O pessoal de vendas entregou as estimativas de vendas levando em consideração o crescimento determinado e/ou esperado para 2020 as metas de crescimento projetas pela matriz e/ou conselho de administração, projeções de crescimento da atividade econômica do país, câmbio etc.

As premissas para esse crescimento deram o start para as demais áreas da empresa para se planejarem…compra de matéria prima, equipamentos, redução/aumento no quadro de colaboradores, planejamento de produção, ações de marketing, planejamento logístico, ações de finanças etc.

Todos nós sabemos que o Brasil só começa a trabalhar após o Carnaval e isto porque na maioria das empresas os colaboradores planejam suas férias para os períodos compreendidos entre janeiro e fevereiro para aproveitar o verão e o convívio com suas famílias, aproveitando também as férias escolares para aqueles que tem filhos nessa idade.

Em meados de janeiro as notícias do COVID-19 começaram a circular no noticiário e redes sociais com maior intensidade e já davam o sinal (baseado nos acontecimentos na China) que o vírus se espalharia pelo mundo e que o prognóstico para essa situação seria muito grave. As informações iniciais foram na minha opinião pobre demais e extremamente confusas, o que também na minha opinião fizeram com que a contaminação se agravasse e se tornasse a Pandemia que vivemos nos dias de hoje.

O Brasil vinha com tendências de crescimento muito boas, inflação controlada, taxas de desemprego caindo mesmo que timidamente, mas com sinalizações positivas, BOVESPA com boas perspectivas etc., e ai o carnaval acabou e o país acordou para o que estava acontecendo na China e já invadira a Europa principalmente a região da Lombardia na Itália…e agora o que fazer????

Após uma semana de total aglomeração em trios elétricos, bandas de rua, seguir blocos com mais de 1 milhão de pessoas do Brasil e de todo o mundo a recomendação foi “ Fiquem em Casa”, protejam os grupos de risco (pessoas com mais de 60 anos), só deverá usar máscara quem tiver sintomas da doença, deixem os EPI’s para os profissionais de saúde, lavem bem as mãos com sabão e/ou álcool em gel 70%.

A população do país começou a ser abastecida por informações contraditórias em que um canal de TV falava uma coisa e outros canais outra coisa, as mídias não se entenderam e informações contraditórias foram divulgadas de um lado a outro.

Os governos Federal e Estaduais entraram em pé de guerra…e a população? como sempre esta é a que mais sofre, principalmente a de baixa renda, aquela que vende o almoço para comprar janta. Como sempre o povo brasileiro é solidário e ações de pessoas, empresas e governos tem diminuído (não eliminado) a dor de muitos no país.

Já em meados de março com o fechamento do comércio em geral, muitas pessoas foram demitidas e/ou tiveram um percentual significativo do seu salário reduzido, o que comprometeu as rotinas de todas as famílias. O governo Federal implementou uma ação de ajuda aos trabalhadores informais no valor de R$ 600,00 (o plano era de R$ 200,00) para que estes conseguissem manter-se com alimentação garantida pelo menos.

As empresas em quase sua totalidade, e para as atividades que eram possíveis, tomaram a decisão de implementar o Home Office, para dar continuidade nas operações e seguirem ativas, porém, muitas fábricas tiveram redução de produção e/ou paralisação de suas atividades, pois, não havia consumo para tanto.

Em finais de março e início de abril, a COVID-19 chegou com mais força ao Brasil e a população entrou em pânico. Notícias aterrorizadoras eram espalhadas nas mídias sociais e os canais de TV e jornais só veicularam o pior (porque é o que vende), poucos foram aqueles que transmitiram uma palavra de esperança e conforto a população.

Os pequenos empresários tiveram que se reinventar, os de restaurantes entrar nos App’s e entregas por delivery e/ou retirada no local. Outros tipos de comércio também entraram nos App’s e assim tentam até o momento manter seus negócios vivos, atendendo seus clientes pelas vendas por Internet.

As grandes empresas seguem o dilema da retomada das atividades no país, o que fazer? como buscar o equilíbrio nas contas, manter colaboradores, retomar produção, vendas, etc.

As empresas terão que se reinventar, refazer todo o trabalho de planejamento para o que resta de 2020 e planejar 2021 com vários cenários. O ano de 2020 na minha opinião já foi perdido, heroicos serão aquelas empresas que conseguirem terminar o ano empatando em 0 X 0, porque creio que a maioria deverá apresentar prejuízo. O que teremos que entender é que todas as empresas estarão no mesmo barco, os líderes devem pensar e agir com prudência e assertividade. Todos sabemos que 65 a 70% dos custos das empresas são representados por pessoal e sabemos onde a corda se rompe…será que esta é a melhor solução para o momento?

Líderes e Gestores devem responder quais critérios devem ser adotados para a retomada. A nova realidade dos mercados onde cada empresa atua deverá ser analisada e encima desta nova realidade os cenários de crescimento deverão ser projetados…Algumas funções podem ser reestilizadas (operacionais por exemplo) para o formato de PJ (pessoa jurídica) com finalidade de diminuir formalmente os custos trabalhistas e manutenção de colaboradores em suas atividades. Formas criativas e com menores custos deverão ser criadas sem que haja qualquer prejuízo ao desempenho das Cias.

Muitas empresas estão descobrindo que o Home Office além de ser uma opção mais humanizada de trabalho (funções que não dependam de interações pessoais no dia a dia) demonstra confiança no desempenho do colaborador mesmo não estando fisicamente na Cia., deixando a empresa de necessitar de espaços grandiosos para manter seus colaboradores (mercado de aluguéis de escritórios pode ser impactado).

Creio que muitas empresas entrarão em Recuperação Judicial como forma de pelo menos manterem-se ativas e tentarem erguer-se novamente ao invés de fechar. Grandes Cias., terão passivos muito grande e terão que equalizar junto ao governo e fornecedores. Detentores desse passivo tem que ter bom senso para tais negociações, pois, não adianta atirar em quem já está combalido, bons negociadores sempre obtêm bons resultados.

O Brasil sempre busca os caminhos mais difíceis e como já não bastasse nos preocuparmos com o COVID-19, desemprego, parada nas atividades não essenciais, criamos um adicional…a instabilidade política, a guerra entre os 3 poderes. Não vou me adentrar nesse tema político, porque hoje a paixão fala mais do que a razão.

Que tenhamos bom senso e competência para sair dessa crise…boa sorte a todos e que voltemos ao caminho do progresso.

Mauricio A. de Paula

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e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

Como gerenciar uma equipe em home office?

Pessoal bom dia, o texto abaixo vem de encontro aos dias de hoje, onde muitos gestores comandam suas equipes a distância devido a Pandemia de COVID-19, as dicas são bastante importantes para que os colaboradores e gestores continuem desempenhando a contento durante esses difíceis tempos.

Boa leitura a todos;

Muitos profissionais ao redor do mundo raras vezes – ou talvez nunca – tiveram que trabalhar de forma remota e agora estão sendo forçados a trabalhar de suas casas. No mesmo sentido, os gerentes enfrentam um desafio enorme para ajudar as suas equipes a manter a efetividade negócio enquanto todos se adaptam a uma forma desconhecida de trabalho.

Liderar uma equipe que não têm muito contato pessoal (especialmente se ela não está acostumada a isso) é uma tarefa difícil.

Como criar um grupo comprometido e unido quando todos estão espalhados pela cidade ou em países diferentes? Como promover camaradagem, construir uma cultura positiva e oferecer liderança e apoio à distância? 

Não é fácil. Mas as estratégias a seguir podem ajudá-lo a administrar uma equipe de maneira remota e fazer com que todos se sintam produtivos e conectados.

Comunicação: uma prioridade máxima

Se os integrantes da sua equipe têm horários diferentes e trabalham em vários lugares, você deve garantir que a informação chegue de maneira fácil e frequente. Caso contrário, você corre o risco de contar com uma equipe desalinhada e improdutiva.

Comunicar expectativas, estabelecer processos para documentar e compartilhar, garantir que a equipe sinta segurança com a tecnologia, as ferramentas e recursos são aspectos fundamentais para uma transição sem problemas para trabalhar em casa.

Mantenha o contato diário, mas não exagere no controle

Se você criar um calendário para sua equipe, determine horários para que todos se reúnam (virtualmente) e para reuniões individuais. Além disso, informe a equipe sobre como e quando eles podem se comunicar com você durante a jornada de trabalho. Afinal de contas, os trabalhadores externos não poderão passar pelo seu escritório para fazer perguntas ou receber feedbacks.

Importante: nunca permita que os colaboradores, pelo fato de estarem trabalhando de casa, sintam-se como se estivessem em uma ilha. Além das reuniões individuais ou em grupo que você programar, tente entrar em contato com todos pelo menos uma vez por dia com mensagens instantâneas ou e-mail. Ou, melhor ainda, pegue o telefone para uma ligação rápida.

Falar com alguém para discutir os detalhes de um projeto ou transmitir uma mensagem importante, com frequência é mais efetivo e eficiente do que escrevê-la. Também é uma forma de estabelecer uma relação pessoal com os colegas.

Porém, tenha cuidado com o excesso de controle. Quem trabalha à distância deve ter certeza de que seu gerente acredita que a equipe vai produzir como se estivesse no escritório, trabalhando nos mesmos horários, cumprindo os prazos e mantendo a produtividade. Se você “aparecer” sem necessidade várias vezes ao dia, só para ver como estão trabalhando, seus funcionários podem sentir que você não confia neles.

Destine tempo para o contato cara a cara

Embora haja ocasiões em que é importante reunir a equipe inteira, a videoconferência é a melhor solução, pois neste momento não é recomendável ter contato pessoal.

Ver o rosto de cada integrante da equipe ajuda a gerar um sentimento maior de contato, independente do lugar em que cada pessoa se encontra. Ver os gestos de cada um enquanto falam, sorriem e ouvem ajuda a equipe a ter um bom sentido do tom, os estilos de comunicação e do humor, e pode ajudar a que todos se compreendam melhor quando se comuniquem por e-mail e mensagens de texto.

Além disso, ver a equipe, mesmo que de forma virtual, ajudará a todos a sentir uma conexão maior.

Destaque o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal

Proporcionar opções de trabalho flexíveis, como o trabalho remoto, não é apenas uma grande vantagem para sua equipe, mas também uma forma de estabelecer uma cultura de equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Poder trabalhar de maneira remota e evitar uma longa viagem diária são benefícios que podem oferecer aos integrantes da sua equipe um maior controle sobre suas vidas. Isso pode aumentar também sua satisfação no trabalho e lealdade. 

Em momentos como o que estamos vivendo agora, a capacidade de trabalhar de maneira remota pode significar uma tranquilidade maior para quem se sentir ansioso pelo fato de ter que se locomover no transporte público, trabalhar em edifícios com escritórios cheios de pessoas ou inclusive transmitir a doença para outra pessoa sem tomar conhecimento. 

Porém, é fácil para os profissionais dedicados transformar-se em viciados pelo trabalho quando adotam o trabalho remoto como um estilo de vida. Portanto, estimule a equipe a gerenciar o tempo da forma certa.

Estabeleça seus próprios horários de início e término, fazendo com que o resto da equipe faça o mesmo. E verifique que todos respeitem esses horários. Evite entrar em contato com os trabalhadores fora do horário de escritório, na medida do possível. E não espere uma resposta enquanto sua equipe estiver fora do ar. 

Domine essas estratégias agora e garanta seu sucesso no futuro

A popularidade do trabalho remoto só continuará crescendo, e talvez se transforme em necessidade em alguns casos. Como gerente, é essencial ajudar a todos os funcionários, trabalhadores à distância, temporários e consultores da sua equipe a sentir uma conexão entre si, com seu trabalho e com a organização em geral. 

Seu compromisso de promover o espírito de equipe pode aumentar o moral e a produtividade, além de te preparar para ser um líder do futuro. 

Texto Original de Fernando Mantovani (diretor geral da Robert Half)

Mauricio A. de Paula

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Futuro do trabalho: quais as tendências e como preparar a empresa?

Faz parte da natureza humana saber o que nos aguarda futuramente. As transformações acontecem a todo o momento e, por isso, tentamos prever os próximos acontecimentos de nossas vidas. No âmbito profissional, esse fenômeno também acontece e o futuro do trabalho é uma preocupação recorrente para aqueles que desejam traçar uma rota positiva com o passar dos anos.

Flexibilidade, criatividade e adaptação prometem ser as palavras mais utilizadas no contexto profissional. Inclusive, essa é uma tendência que já vem aparecendo em muitas empresas. Timidamente ou não, organizações já iniciam sua corrida contra o tempo para saírem à frente da concorrência e se adaptarem o quanto antes.

Está interessado em ter acesso a um panorama geral sobre o assunto e adaptar a cultura organizacional da sua empresa para que os próximos tempos sejam promissores? Então, continue a leitura e saiba mais!

O que esperar do trabalho no futuro?

A realidade do futuro do trabalho e da nossa sociedade vem sendo representada há muito tempo por filmes, séries, e até mesmo desenhos animados. Por isso, muitas pessoas pensam que o destino do mundo corporativo estará tomado por robôs e que os humanos sofrerão com o desemprego.

Que as máquinas ocuparão o lugar de mão de obra humana, isso não é novidade para ninguém. Entretanto, não são os empregos que vão deixar de existir: as atividades é que serão adaptadas e, dessa forma, dividiremos o espaço com a tecnologia.

Praticamente todas as profissões têm ocupações que podem ser automatizadas. Nessa realidade, é preciso enxergar os robôs como assistentes dos seres humanos nos processos de tomada de decisões. Ou seja, firmar uma parceria com a máquina.

Para isso, será necessário desenvolver novas habilidades. A educação corporativa vem ganhando cada vez mais força dentro das empresas, que estão bastante interessadas em manter suas equipes alinhadas às novas tendências do futuro.

Quais as principais mudanças na força de trabalho?

Embora a automação seja vista como elemento fundamental para empresas cujas funções tenham tarefas bastante repetitivas e um grande volume de dados para analisar, ainda existem muitas áreas em que a interação humana é crucial. A inteligência emocional do ser humano não pode ser descartada, já que é preciso interpretar e lidar com as informações coletadas.

A inteligência artificial é até capaz de gerar diagnósticos, contudo, ainda não consegue interagir com clientes, pacientes e demais tipos de consumidores da mesma forma que uma pessoa. Criatividade, empatia, simpatia e outros comportamentos humanos são insubstituíveis.

Outro fator que não pode ser ignorado é o crescimento da população de idosos. Com o aumento da expectativa de vida, a tendência é que aumente a demanda de profissionais como médicos, enfermeiros, farmacêuticos, técnicos de saúde e demais profissões relacionadas.

Quais as tendências para o trabalho nos próximos anos?

Com o passar dos anos, o mundo corporativo foi impactado com as evoluções tecnológicas e as mudanças sociais. Globalização, envelhecimento da população e até as mudanças climáticas estão fazendo com que algumas profissões que não existiam comecem a aparecer, enquanto outras vão sumir.

Entretanto, as tendências para os próximos anos não se resumem apenas às novas carreiras. O perfil do trabalhador e a maneira de se trabalhar também estão mudando. Continue a leitura e veja sobre o que estamos falando.

1. Ambientes remotos e home office produtivo

O trabalho remoto já é uma realidade em algumas empresas. Para algumas funções, os escritórios tradicionais estão entrando em extinção e dando lugar aos espaços virtuais, principalmente, em atividades que exijam que os profissionais sejam mais criativos.

Horários e ambientes flexíveis já chamam a atenção dos melhores talentos disponíveis no mercado, além de ser muito mais barato para as empresas que não precisam arcar com os custos referentes à estrutura para manter essas equipes.

Um elemento muito interessante dessa modalidade de se montar uma empresa é que a formação de equipes remotas permite que os profissionais fisicamente distantes se unam em escritórios virtuais.

O que dá o tom ao futuro das empresas é essa liberdade de escolher como, onde e em quais horários trabalhar. A tendência é que esses ambientes se adaptem às necessidades pessoas com a ajuda da tecnologia.

2. Conhecimento por meio do EAD

Profissionais cada vez mais qualificados são a promessa para o futuro do trabalho, e a tecnologia aparece novamente como uma das aliadas a esse processo.

O modelo de educação online permite que esses indivíduos adquiram competências teóricas e técnicas no conforto dos seus lares. Como podem fazer o próprio horário de estudos, a tendência é que se qualifiquem em menos tempo e possam investir em vários cursos ao mesmo tempo.

Além disso, as próprias empresas podem contar com esse recurso para treinar seus colaboradores, com um custo bastante inferior. Esse é um recurso já disponibilizado por algumas empresas especialistas em educação corporativa e a tendência é que ganhe mais força.

3. Capacidade de autogestão

A autogestão é mais uma tendência apontada para o futuro do trabalho. Seguindo a linha de um trabalho com mais liberdade, significa que, muito possivelmente, não haverá um controle rígido sobre o desempenho, já que o mundo corporativo está caminhando para uma estrutura menos hierarquizada e mais colaborativa.

O feedback será um processo dinâmico, natural e feito em tempo real. Os colaboradores terão mais autonomia e responsabilidade para controlar o seu próprio desempenho.

4. Estabilidade via rede de contatos

Na realidade, surge um novo conceito para estabilidade: mais ligado ao potencial de empregabilidade, e não ao emprego em si.

Ou seja, se hoje a ideia de um emprego estável é estar em uma empresa que conserva seus colaboradores até a sua aposentadoria, no futuro, será o potencial do trabalhador em ser disputado por várias organizações.

Dessa forma, o trabalho passa a ser sob demanda e contratos de curto prazo, em que o networking é fundamental para que isso aconteça.

5. Trabalhar por um propósito

O salário já está perdendo a força no processo de retenção de talentos e a tendência é que essa prática se fortaleça. Isso significa que será dever do empregador encontrar um propósito para que o profissional faça parte da sua empresa e transmita isso a todo o quadro de colaboradores.

O engajamento das equipes se dará por uma causa, e não por um valor. Todos deverão acreditar na missão da empresa e envolver-se nela.

Como se preparar para essas tendências?

Com a popularização dos mecanismos em automação, somada à velocidade nas mudanças da nossa sociedade e às tendências para o futuro do trabalho, empregos atuais desaparecerão para dar espaço a funções que nem sequer foram inventadas. Isso vai afetar de forma direta o sistema educacional.

As instituições de ensino continuam sendo importantes para a construção de uma carreira, mas o protagonismo na evolução dela fica por conta do profissional. O que estamos querendo dizer é que a formação não pode ser originada de uma única fonte, pois está em constante mudança.

Nesse contexto, o aprendizado contínuo ganha destaque. Se preparar para isso é fundamental, e o primeiro passo é ter consciência de que as demandas vão se modificando a ponto de você colecionar diversas carreiras ao longo da vida. Portanto, é necessário manter-se atualizado e interessado na busca por uma qualificação constante.

Além disso, é necessário desenvolver algumas competências socioemocionais. Conheça algumas delas.

1. Inteligência emocional

A inteligência emocional é a capacidade de colocar-se no lugar do outro, agindo de maneira empática e também dominar os próprios sentimentos. Existem algumas atitudes que podem ajudar o indivíduo a desenvolver essa habilidade:

  • evitar os pensamentos negativos;
  • observar as situações que despertam agressividade, nervosismo e outros sentimentos ruins para poder contorná-las;
  • pensar antes de responder e não reagir de maneira impulsiva;
  • tentar entender o próximo antes de julgá-lo.

2. Pensamento crítico

Pessoas com o pensamento crítico apurado utilizam a racionalidade para resolver um problema. Para desenvolver essa capacidade, algumas atitudes são bastante válidas:

  • sempre questione e pesquise diversos assuntos;
  • resolve exercícios que estimulem a lógica, como sudoku e palavras cruzadas;
  • antes de entender o problema, tente compreender o cenário.

3. Pensamento analítico

Atrelado ao pensamento crítico, será necessário para o futuro do trabalho que as pessoas entendam como funciona o raciocínio baseado em dados, além de apresentarem domínio em ferramentas que proporcionam essas análises.

4. Colaboração virtual

Cada dia mais, será preciso trabalhar de maneira produtiva e engajada, independentemente da plataforma. Por isso, é importante se familiarizar com as ferramentas tecnológicas desde cedo.

5. Negociação

As habilidades em negociação são fundamentais para todos os profissionais, independentemente do cenário do mercado de trabalho.

Qual o perfil do líder do futuro?

Se a sociedade e o mercado de trabalho estão mudando, os problemas assumem uma faceta mais complexa e exigem mais elementos para suas soluções. Isso significa que os modelos de liderança também deverão mudar.

Novas tecnologias surgem a todo momento. As relações entre empresas e clientes são impactadas, como você pôde conferir até agora neste artigo. A consequência gira em torno de um público mais engajado e, nesse contexto, o papel do líder é fundamental para direcionar as equipes de trabalho para se adequarem a esse novo modelo.

Além disso, o perfil dos profissionais também está se modificando e os modelos autoritários deixaram de ser uma opção para o desenvolvimento de equipes de alto desempenho. O modelo tradicional sujeita a organização a abafar a criatividade dos colaboradores, diminuir a performance dos times, limitar a produtividade e excluir possíveis clientes em potencial.

Como você pode imaginar, os riscos para que os resultados despenquem são enormes. Por isso, essa nova realidade pede um novo perfil de líder: o que assume o papel de facilitador da rotina.

A liderança deve ter um caráter que busque minimizar a burocracia, pautado por constantes feedback e pela presença colaborativa e não onipresente, colocando-se sempre à disposição e a serviço para apoiar o grupo, tirar dúvidas e encorajá-los a dar o melhor de si. Aqui, é fundamental desenvolver as chamadas soft skills.

Como a tecnologia e a Internet das Coisas impactam essas mudanças?

O conceito de Internet das Coisas refere-se basicamente à revolução tecnológica que propõe a conexão dos objetos usados nas rotinas do dia a dia à internet, fazendo com que o mundo físico interaja com o virtual.

Eletrodomésticos, meios de transportes e até maçanetas de portas conectadas à rede mundial de computadores já são uma realidade no mercado. Ou seja, a Internet das Coisas já faz parte do cotidiano das pessoas.

O comércio já percebeu a sua importância. Por um lado, pode proporcionar ao cliente uma experiência de compra interativa, individualizada e autônoma. Por outro, auxilia na gestão dos negócios. O mesmo acontece com diversos outros recursos tecnológicos.

Que tal conhecer com mais detalhes em relação à forma como as novas tecnologias impactam o futuro do trabalho e das empresas?

1. Mudança no comportamento do consumidor

Há anos, vem se falado sobre a substituição do comércio físico pelo virtual. O mercado exigirá cada vez mais profissionais habilitados para a criação e manutenção de verdadeiros impérios online, com layouts surpreendentes, organização impecável e bastante intuitivos.

A parte técnica referente ao carrinho de compras e forma de pagamento também será progressivamente facilitada por recursos como o registro do cartão, oferecendo a cada cliente um atendimento prático e único.

2. Necessidade de investir em inovação

Alguns comerciantes ainda se encontram resistentes a disponibilizar a internet ao seu público, pois creem que os clientes vão se deslocar até os seus espaços apenas para consumir o Wi-Fi, sem gerar lucratividade.

Esse é um grande engano. O check-in obrigatório no Facebook para se conseguir uma conexão ativa é uma ótima ferramenta para compor um banco de dados, divulgar a marca nas redes sociais e ainda propor um ambiente de acolhimento que, futuramente, pode gerar grandes vendas. Quem trabalha ou desejar assumir a área de marketing deve ficar de olho nessa oportunidade.

3. Trabalhar a cultura da empresa

O Big Data é outra realidade presente em muitas empresas. A capacidade de coletar, organizar e interpretar um grande volume de dados ajuda a prever cenários, otimiza processos e é capaz de orientar muitas decisões.

Entretanto, é preciso que a empresa tenha uma cultura em que isso seja trabalhado. Nesse caso, é importante que os colaboradores acreditem nesse direcionamento e utilizem essas respostas sem resistência, encontrando soluções seguras durante a rotina.

Quais os benefícios para as empresas?

A tecnologia e a Internet das Coisas podem melhorar muito a gestão dos negócios no futuro. Tanto nas indústrias quanto nas empresas que têm contato direto com o cliente final, os sistemas de informação podem aumentar a produtividade, auxiliar na criação de novas estratégias e, principalmente, na melhor compreensão do mercado de trabalho.

Conhecer profundamente esse cenário é fundamental para que as estratégias sejam eficientes. Anteriormente, mencionamos o Big Data como uma das tecnologias esperadas para o futuro do trabalho. Gostaríamos de frisar novamente que os dados revelados por meio dessas análises podem trazer as respostas necessárias para que uma organização tome decisões importantíssimas, trazendo ótimos resultados.

Veja com mais detalhes os benefícios proporcionados pela tecnologia em 3 áreas.

1. Comércio

Tanto os robôs que auxiliam nas rotinas dentro de uma determinada empresa — como no caso dos caixas de supermercado em que os consumidores registram as compras sozinhos — quanto a tecnologia que pode ser aplicada em softwares para marketing, comunicação e recrutamento especializado, tudo gira em torno da otimização de serviços.

2. Indústria

A tecnologia, Internet das Coisas e inteligência artificial permitem que os gestores supervisionem em tempo real o rendimento das equipes, avaliem a disponibilidade de materiais, controlem o consumo de energia e aumentem a eficiência do processo. Com esses dados, é possível alterar as estratégias de produção para atingirem melhores níveis.

3. Saúde

A saúde também será impactada pelos sistemas voltados para a redução de custos, gestão de secretaria eficiente e banco de dados seguro. O registro do histórico do paciente e seu prontuário ficam guardados em segurança e as informações sempre à mão possibilitam um atendimento cada vez mais eficaz.

E as vantagens para os colaboradores?

A tecnologia não deve ser vista como uma vilã que chegou para roubar os empregos dos humanos no mercado de trabalho. Na realidade, ela apresenta soluções para a melhoria da vida das pessoas e não seria diferente no mundo corporativo.

A troca de dados entre as máquinas facilita o acesso à informação. Também possibilita economia de energia, otimização do tempo, processos manuais mais seguros, educação corporativa democratizada e outros aspectos positivos no cotidiano de um trabalhador.

É preciso reconhecer que as soluções proporcionadas pela Internet das Coisas e a tecnologia em si também trazem mais suporte às atividades que, em um primeiro momento, ficaram esquecidas. Por exemplo, os sistemas que integram o setor de RH e financeiro à contabilidade da empresa.

Por muito tempo, houve uma cultura de que o departamento financeiro só dizia respeito à diretoria. Hoje, a integração entre os setores proporciona um trabalho mais organizado e ágil.

Quais os principais desafios?

As mudanças para o futuro do trabalho são inevitáveis: controle de informações, novas formas de trabalho, segurança no ambiente virtual e acesso à informação são benéficos, mas também apresentam seus desafios.

Nesse contexto, o dever dos profissionais é inspecionar os avanços e evitar as distorções que podem ser causadas por esse novo conceito de trabalho. É importante conhecer os principais elementos que devem deixar a força humana de trabalho sempre alerta.

1. Privacidade

Não há como falar em tecnologia sem pensar em privacidade. Uma rede que proporciona conexão ao mundo todo precisa ser muito bem protegida, tanto no que diz respeito aos nossos dados quanto na idoneidade das informações que chegam até nós. Saber quem será o grande responsável por esse controle, além da própria sociedade, é um dos desafios.

2. Senso humano

Se nosso comportamento social, interação no ambiente público, escolhas afetivas, estilos de vida e maneira de trabalho serão afetadas pela tecnologia, o que acontecerá com o senso humano?

Existem habilidades que as máquinas não contemplam, como o pensamento crítico e a inteligência emocional. Cabe aos indivíduos entender a importância da sensibilidade humana para o futuro do trabalho, de modo que sejam fundamentais para a interpretação dos resultados fornecidos pelas máquinas.

3. Mau uso da inteligência artificial

Saber diferençar avanço e progresso de projetos elaborados para prejudicar a humanidade pode não ser tema de filme de ficção científica, mas da realidade.

Será que não é hora de a sociedade estudar a possibilidade de uma nova legislação, que possa mediar a programação e coloque limites no uso da inteligência artificial? Essa é uma reflexão importante para ser feita em todo esse contexto.

A grande realidade do futuro do trabalho é que a sociedade não pode agir de maneira desesperada. Empresas que criarem uma resistência ficarão para trás. Profissionais que insistirem em não se adequar a essas novas tecnologias também.

Como mencionamos algumas vezes durante todo o artigo, a tecnologia deve acrescentar pontos positivos à força de trabalho humana, e não a eliminar. Entretanto, para garantir um bom posicionamento nessa nova realidade, é preciso conhecê-la e saber o que é possível fazer para estar alinhado a ela.

O mesmo vale para os responsáveis pela árdua e difícil tarefa de promover o recrutamento e a seleção das empresas. Se a dinâmica do mercado muda, e os profissionais mudam junto a ela, é necessário estar preparado para identificar os candidatos mais adequados a essa nova realidade, assim como as ferramentas disponíveis para manter a atual equipe sempre atualizada em relação às novidades desse novo mercado.

As palavras de ordem citadas durante todo o artigo, como flexibilidade, liberdade e inovação, valem tanto para empresas quanto para os colaboradores. Todos os setores devem estar integrados ao novo cenário, para que as organizações não sejam engolidas pelas tendências que o futuro reserva.

Felizmente, as grandes corporações saem na frente com os exemplos que podem ser seguidos. Portanto, estar ligado ao futuro do trabalho também é uma questão de observação: toda vez que você se deparar com processos automatizados no seu dia a dia, como operações bancárias via aplicativos ou estacionamentos que recebem o pagamento do seu ticket sem necessitar de um atendente, lembre-se de que você está vivenciando uma situação em que o amanhã já chegou.

O futuro do trabalho e suas adaptações dependem de nós. Agora que você já está informado quanto a isso, é quase que uma obrigação analisar as situações do cotidiano em que essas questões se encaixam e aprender com elas. Lembre-se de que nós somos os responsáveis por toda essa revolução!

Texto Original retirado do Blog da Robert Half

Mauricio A. de Paula

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e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

Como manter o sua equipe produtiva

Proporcionar um ambiente agradável e pessoas motivadas é o principal desafio de Gestores/Líderes, já que o ambiente e pessoas que trabalham com maior motivação acabam sendo muito mais produtivas do que aquelas que apenas ‘têm um emprego remunerado’.

O clima de pós-carnaval sugere a retomada das atividades de forma definitiva no ano e contribuir para que a equipe não perca o pique e essencial para a busca dos resultados traçados. Enumero abaixo dicas e sugestões para que a equipe retome a rotina no mesmo ritmo que vinha exercendo antes do carnaval.

Aproxime-se de sua equipe

Ficar mais próximo da equipe demonstra interesse do líder/gestor pelo trabalho do profissional e proporciona a este segurança e motivação fazendo com que o profissional se sinta parte da equipe, fazendo crescer a tão esperada “atitude de dono” em todo o time.

Dê feedbacks

Mesmo que não seja a época oficial dos retornos, tenha sempre um tempo para dar um feedback com seus colaboradores. Elogiar bons resultados é tão importante quanto corrigir algum erro.

Lidere pelo exemplo

O comportamento do gestor é muito mais forte do que suas palavras. Quando os líderes se mostram motivados, tendem a inspirar suas equipes a agirem da mesma maneira. 

Incentive o Trabalho em Grupo

Fazer a diferença dentro da empresa é um dos principais objetivos de todo profissional. Uma equipe bem orientada e motivada com certeza terá maior chance no atingimento das metas traçadas, incentivar o Team working e fazer parte dele é uma grande sacada.

KYP (Know Your People) Conheça as pessoas do seu Time

Mesmo que em níveis diferentes, todas as pessoas têm uma necessidade e uma maneira de sentir-se motivada. Conhecer cada pessoa do seu time é fundamental para o sucesso do grupo. Converse com os integrantes, sinta seus temores e dificuldades, passe confiança e determinação…ações como essa mostra seu comprometimento com cada um do grupo.

Pessoas motivadas e comprometidas tem maior produtividade e trabalham felizes.

Entrevista de emprego: o que fazer diante de uma reprovação?

Pessoal bom dia, nesses tempos difíceis que o mercado de trabalho vem restringindo as contratações e onde a competição por vagas nas empresas é bastante acirrada, acho bastante importante que ao participar de um processo de seleção e este não avançando que o candidato reveja pontos de melhora para futuros processos.

Encontrei essas dicas do Fernando Mantovani da Robert Half que passo a compartilhar com vocês.

Boa Leitura!!!!

Uma pesquisa recente feita pela Robert Half mostrou que metade dos profissionais desempregados atribuíram a reprovação em processos seletivos à falta de qualificação necessária para a vaga, seja ela técnica ou comportamental. Que atitude eles devem ter tomado diante dessa constatação? Seguem minhas sugestões sobre o que deveria ter sido feito:

1 – Busca por detalhes sobre a avaliação

Infelizmente, ainda encontramos diferenças importantes entre o que o mercado espera dos candidatos e o que os profissionais têm a oferecer, principalmente com relação ao idioma inglês. Então, caso haja uma oportunidade de feedback, é importante entender qual a real percepção do recrutador sobre o seu perfil. Em quais pontos ele entende que você poderia melhorar? Qual perfil de profissional ele busca?

2 – Conversa com pessoas próximas

Com base nas informações passadas pelo recrutador, o ideal é fazer uma avaliação sincera sobre o que ouviu. Se julgar necessário, troque informações com uma pessoa de confiança ou profissional da área desejada para validar as informações recebidas – e reflita. Isso vale, inclusive, para apontamentos sobre o seu comportamento.

3 – Pesquisa sobre cursos que complementem a qualificação técnica

Uma vez entrevistei um rapaz que aproveitou um período de afastamento médico para fazer cursos online que julgou serem importantes para sua carreira. Quero exemplificar com isso que o conhecimento está cada vez mais acessível. Há excelentes opções presenciais ou à distância que podem ajudar a melhorar sua qualificação.

4 – Revisão do currículo

Não esqueça de incluir no currículo os novos cursos que fizer ou mesmo aqueles que estão em andamento. Lembre-se também que, para cada vaga que se candidatar, o documento deve ser personalizado com palavras-chave. Ao final, peça para outra pessoa ler e revisar o currículo. Essa precaução é ótima para garantir que o documento não tenha falhas gramaticais, de digitação ou de informação.

5 – Preparo para as próximas entrevistas

Em alguns casos o candidato possui as habilidades demandadas, mas simplesmente não sabe destacá-las no momento da entrevista. Tenha em mente que o recrutador tem apenas cerca de 60 minutos para ter uma noção de tudo o que você é e sabe fazer. Então, é sua missão criar um discurso que o leve às informações pretendidas.

Reconheço que a recolocação não é uma tarefa fácil, afinal procurar trabalho dá trabalho. Mas, se não fizermos a nossa parte, o caminho até uma boa oportunidade fica ainda mais difícil.

Espero que todos tenham gostado das dicas e aproveitem para rever seu CV e preparo para os próximos processos….desistir jamais, força, fé e determinação!!!!

Texto original de: Fernando Mantovani (Diretor Geral da Robert Half)

Mauricio A. de Paula

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Aposentadoria de profissionais-chave: sua empresa está preparada?

Algo que tem preocupado os líderes brasileiros é a aposentadoria dos baby boomers, nascidos entre os anos de 1945 e 1960. Já ouvi isso de alguns executivos e uma pesquisa da Robert Half revelou que 90% dos 100 líderes brasileiros entrevistados têm algum nível de preocupação quanto ao impacto que a saída desses profissionais causaria na organização. Não é um exagero ter esse sentimento, afinal, trata-se de pessoas que, em muitos casos, acumulam anos na mesma companhia e, por razões óbvias, possuem um amplo histórico da operação, dos negócios e das melhores estratégias para lidar com crises.

Considerando que a saída dos baby boomers do mercado acontecerá cedo ou tarde, mais da metade dos líderes entrevistados (59%) revelou investir na construção de equipes de diferentes gerações. A pesquisa, que permitia múltipla escolha, apontou outras quatro iniciativas: organização de sessões de treinamento com todos os colaboradores; criação de programas de mentoria e coaching; implementação de plataforma online em que todos podem compartilhar suas experiências; e mapeamento do sucesso de projetos anteriores por meio de um sistema especial.

No meu ponto de vista, para a saúde da companhia, no mundo dos negócios ninguém deve ser insubstituível, não é mesmo? Tanto eu quanto você não “temos” um cargo. Nós “estamos” em um cargo. Então, pensando nisso, compartilho quatro boas práticas para que o conhecimento circule entre os membros da equipe:

  1. Promova a integração entre as gerações – Ao estruturar grupos de trabalho para projetos especiais, crie meios para que eles sejam formados por pessoas com ideias e experiências diferentes.
  2. Crie ações de aproximação – Já pensou, por exemplo, em estabelecer momentos na empresa nos quais os mais seniores auxiliam os mais jovens a resolver dilemas na carreira ou na rotina do trabalho?
  3. Observe – Identifique em sua equipe os profissionais que possuem competências que sejam aderentes com a cultura da empresa. Avalie a força de vontade do colaborador, o interesse em aprender, a facilidade de trabalhar em equipe, reações em situação de estresse e o foco em resultados. Tenha mais de um no radar, cuide desses profissionais e traga-os para perto do negócio.
  4. Desafie – Delegue tarefas importantes aos profissionais das novas gerações sob a supervisão dos mais seniores. Coloque os desafiados como responsáveis por determinados projetos e faça com que eles sejam vistos e valorizados na empresa.

As mudanças no mercado de trabalho acontecem muito rápido. Então, não deixe para se dar conta de que precisa de mão de obra qualificada apenas quando perceber que perdeu alguém importante.

Texto Original de Fernando Montovani (Diretor Geral da Rbert Half)

Mauricio A. de Paula

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A Importância do Planejamento Estratégico (PE)

Planejamento Estratégico

Quem trabalha em empresa já ouviu falar em Planejamento, Orçamento do Ano Seguinte, etc… todos esses e outros termos nada mais são do que a definição de Metas e Objetivos a serem alcançados para o ano seguinte, ou seja, o tal do Plano Estratégico (PE).

O PE é esboçado primeiramente em uma reunião de líderes, sejam eles Globais, Regionais ou Locais e dele participam líderes de todas as Áreas da empresa (Finanças, Logística, Supply Chain, Customer Service, Produção, Marketing, Vendas, Tecnologia da Informação, Pesquisa e Desenvolvimento, etc) e nesse momento cada um deles leva a essa reunião um plano individual da área que pertence para discutir e literalmente brigar por seus números.

Normalmente a discussão em si começa por uma revisão do plano atual, ou seja, o entendimento de onde a empresa se encontra naquele momento se acima ou abaixo do planejado e explorando as boas práticas do ano e refletindo sobre os pontos falhos para correções de rumo.

As definições de crescimento da empresa podem vir da Liderança Maior (Global ou Regional) dependendo da empresa, ou local (caso de empresas menores). O balizamento do crescimento da empresa passa por sua capacidade de inovação em produtos, tecnologias e serviços e aí cada área da empresa tem sua importância.

A partir do entendimento da situação atual é que se consegue traçar os Planos de ações práticos para impulsionar a empresa no ano seguinte ou nos próximos anos.

Uma vez que o PE esteja formatado é crucial para o atingimento dos objetivos que todos os funcionários da empresa tenham conhecimento do PE. Informe todo o time a respeito das ações pensadas para atingir o objetivo global. O planejamento estratégico deve ser desdobrado por toda a equipe e, por isso, é essencial que todos se alinhem com as ideias, não só os gestores e diretores, o comprometimento de todos é fundamental para o sucesso.

Para motivar cada colaborador com as ações, é imprescindível que o planejamento faça sentido e contemple o trabalho de cada uma das pessoas da empresa.

Com um plano traçado, está na hora de acompanhar o desenvolvimento das metas de cada colaborador, equipe ou departamento. Garantir que as ações propostas estão acontecendo conforme o esperado é peça-chave para um planejamento estratégico bem-sucedido. 

Tendo um acompanhamento regular, é possível identificar falhas ou desvios e corrigi-los antes de um possível prejuízo. Além disso, otimizações constantes irão tornar o processo cada vez mais efetivo.

Por que fazer um planejamento estratégico na sua empresa?

Fazer um planejamento estratégico na empresa torna-se essencial, primeiramente, para ter uma visão clara da empresa, de sua identidade e seus objetivos.

Ao colocar tudo no papel e de fato planejar o que se quer para daqui a 2 anos, 5 anos ou 10 anos, você consegue traçar ações mais assertivas. Da mesma forma, o planejamento também antecipa riscos na tomada de decisões a curto e longo prazo.

O processo deve ser totalmente participativo, o que propõe o alinhamento e engajamento entre equipes. Mesmo que seja uma iniciativa do líder, o plano só será colocado em ação com o apoio do coletivo.

Lembrando sempre que o planejamento deve ser revisto periodicamente e reajustado, se necessário.

Por fim, quando o assunto é concorrência, você ainda sai na frente. Tem a chance de enxergar o seu negócio em 360º, planejando e executando estratégias que te ofereçam vantagens competitivas.

As iniciativas serão pautadas em uma visão de negócio futuro, e somente assim você conseguirá medir as ações e determinar os melhores caminhos para alcançar seus principais objetivos!

Mauricio A. de Paula

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e-mail: mauricio@tresurybusiness.com.br

Bibliografia: Siteware

O que diferencia uma pessoa da outra?

Disciplina, essa é a resposta a Pergunta.

Boa tarde pessoal, o texto a seguir é de Fabiana Pedroso (Administrativo/RH na CEOS Energia |Professional & Self Coach e Coach Ericksoniana).

Peço que leiam com muita atenção pois ele dá dicas que julgo bastante importantes para o entendimento do que é Disciplina no trabalho e podemos extrapolar para nossa vida.

Boa Leitura a todos.

“Qualquer um pode se tornar disciplinado. E tudo começa a partir de uma decisão. 

Defina metas claras

Definir claramente qual é o seu objetivo e, especificamente, o que você fará para alcançá-lo. Voltando para o lado corporativo, escreva seus objetivos do dia/semana/projeto e trace o caminho percorrido para que tudo aconteça conforme planejado. Defina a execução, que horas e por quanto tempo? Quais mudanças fará para atingir sua meta? Se não houver um objetivo claro, não há oportunidade para criar as etapas específicas que você precisaria fazer para realizar.

 Seja ousado

Quando você se desafia a alcançar metas maiores, você realmente se dedica à arte. Quanto maior a hora que você se dedica a isso, mais entenderá o prazer que dá. Ousar ir além não requer talento especial, requer comprometimento com o que está buscando. Quanto maior o objetivo, mais empenhado e disciplinado você se torna.

Dê um passo de cada vez

No final do dia é importante definir seu check list e na manhã seguinte reler quais são as metas definidas para o seu dia. Cada objetivo, cada prioridade que você definiu para si mesmo, deve ser feito. Isso determinará se seu sonho vive ou morre. Faça a sua parte mesmo que você julgue que ninguém esteja prestando atenção, dê o seu a mais e faça o que planejou, tenha certeza que em algum momento alguém verá a seu esforço, comprometimento e sua disciplina.

Trabalhe em equipe e siga o plano

Cada planejamento ajustado com a sua equipe é importante; não há uma etapa do plano que seja menos importante do que outra. É o mesmo com todo o resto em sua vida. Se foi você que fez o plano, não desista no meio por qualquer pedra que aparecer no caminho. Quando você inicia o processo, não pode questioná-lo, não pode hesitar, não pode recuar. Siga o plano.

Construa uma mente indestrutível

Construa uma mentalidade do tipo que, não importa o que aconteça, você conseguirá fazer o que se propôs a fazer, ou ainda mais, você vai chegar onde disse que iria. Pressão é importante, é necessária para crescimento seja determinado e se cobre. Há dois tipos de estresse, o bom e o ruim. Você apenas precisa ter certeza de que você está operando sob o bom estresse – borboletas no estômago, adrenalina gerenciável que o estimula. Tenha inteligência emocional ao enfrentar os desafios ou até mesmo a lidar com colegas de trabalho que não está alinhado com você, entenda cada ser humano é único e não deixe os problemas dele com ele mesmo se tornar o seu. Tenha uma mente indestrutível e seja sempre educado.

 Foque no que importa e aprenda dizer NÃO

 Se comprometer, muitas vezes, é deixar outras coisas de lado. É saber o que realmente importa. Muitas vezes você deixa de lado o seu plano traçado para atender uma solicitação de um colega, atrasando assim o desenvolvimento do seu processo. Há uma grande verdade em dizer o que muitos tem medo de parecer arrogante ou não ser ‘aceito’ e com isso não consegue dizer uma pequena palavra, não!

Entenda que dizer palavra não, não é sinônimo de que os colegas irão virar a cara para você ou de ser excluído do grupo por isso, saber falar um não no momento oportuno é libertador, pois assim, você está dando ênfase no que é importante para você, saiba que ninguém pede ajuda para quem não sabe resolver. Lembrando que se você estiver num momento tranquilo ajude, ajude mesmo e compartilhe seu conhecimento, somente os nobres compartilham seus conhecimentos sem ‘medo’ de que um outro possa querer seu lugar. TRANSBORDE e seja cada dia mais FELIZ.

 Crie sua rotina

Crie uma rotina e ela se tornará natural. Não apenas profissional, mas pessoal também. Veja o exemplo dos atletas, eles sabem a hora de treinar, almoçar, descansar. Na formação, eles sabem que tem que fazer aquecimento, treinamento principal e resfriamento e recuperação. A disciplina os prepara para ganhar! Assim como deve ser a sua. Ninguém atinge o sucesso fazendo nada “a hora que der”. Crie hábitos e transforme em uma rotina vencedora. Por exemplo, se você sabe que o hábito de ir à academia é bom, não use desculpas como a falta de tempo para não o fazer. Acorde mais cedo ou durma mais tarde, mas tente fazer isso no mesmo horário, todos os dias, até que se torne rotina.

 Entenda o processo

Seu cérebro vai tentar negociar com você e ele e seu corpo farão todo o possível para resistir à mudança e ao crescimento. Você precisa saber que é natural sentir-se preguiçoso, indisciplinado e procrastinador. Mas também precisa saber que você tem todo o poder para lutar contra isso. Todas as pessoas são preguiçosas, até mesmo os empresários mais bem-sucedidos. Mas não é simplesmente preguiça, é o seu cérebro poupando energia para você. Comece com seus pensamentos e o resto virá naturalmente. Lembre-se DISCIPLINA É QUANDO VOCÊ FAZ ALGO PLANEJADO MESMO SEM VONTADE.

Encontre prazer no trabalho árduo.

Concentre-se em fazer o trabalho e o faça cada vez mais rapidamente e melhor, pois cada dia que você prática, você aprende mais e se torna cada vez mais natural. A velocidade é importante, sim, mas ela só vem quando os hábitos se tornam parte de você. Por isso, a frequência é mais importante que a velocidade, aprenda a desfrutar o caminho e saiba que a chegada é apenas consequência da sua vitória. Aprenda a comemorar cada trabalho desenvolvido, seja ele pequeno ou grande.

Muitas pessoas param cedo demais. O sucesso é sobre persistência e a disciplina é o que leva você ao destino final – a realização do seu sonho. Quanto mais você se aprimorar, melhor será. E, quanto maiores os seus resultados, mais fome você terá por resultados ainda maiores. O sucesso é uma droga surpreendente. Ter disciplina é ter a certeza que tudo que você planejou fazer vai dar certo. Se começou, termine.”

Publicado por Fabiana Pedroso (Administrativo/RH na CEOS Energia | Professional & Self Coach e Coach Ericksoniana)

Mauricio A. de Paula

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